Homenagem para meu Irmao de Sangue
Decidi que já chega de sofrer por quem não merece uma só gota do meu sangue - figuradamente - derramado.
para e veja oque vc me faz fazer
cortei meus pulsos
já não sinto minhas mãos
os meu sangue esta parando de circular e so faz jorrar
vejo um mar de sangue a minha frente ...
pare e veja oque vc me faz fazer
eu estou indo e acho isso divertido
não sou louca apenas me disfarço de td oque vc me representa
pare e veja oque vc me faz fazer
quero apenas que sinta oque eu senti esse tempo todo
pois vc representa minha vida
então isto significa que uma parte de vc se vai comigo
e com vc deixarei uma parte de mim
não me olhe assim...
quero que me veja assim como eu vejo vc.
como uma fantasma em meus pensamento te vejo,
e se vc não pode me ver,
tbm eu não poderei morrer por vc.
d.m.n.s.c
Alguns açoites em minha alma, não são suficientes para arrancar sangue do meu coração, ele é revestido de algo puro e resistente...amor!
Sergio Fornasari
De pingo em pingo,
Meu sangue todo escorreu,
No chão pálido o respingo,
Deixado donde meu coração morreu.
Quero ser um vampiro, pro meu coração não pulsar e meu sangue não navegar pelo meu corpo, assim não sentirei calor...
''Aonde quer que você vá meu coração estara com você, minha alma por ti grita,e meu sangue por ti flui. Eu te amo!''
- Eu não vivo sem o Flamengo.
- Ah, claro! Ele é oxigênio por um acaso?
- Não, mas o meu sangue é vermelho e preto.
Meu altruísmo é como minha carne, meu sangue, meus músculos. Meu amor próprio é como meus ossos. As situações são como chuvas carregadas de ácidos.
Por amizade ou por amor, suporto dilacerações, corrosões. Mas tudo tem um limite, e quando a chuva chega aos meus ossos, não há nada que eu possa fazer senão me esconder da chuva, esperar que ela passe e sair por aí. Um esqueleto clamando pela própria recomposição, jurando nunca mais se deixar cometer o mesmo erro - até a próxima chuva.
Caótico
Agora estou assim,
Vendo o sangue escorrendo carmesim.
Tudo parece tão lento,
No meu caminho á vários contratempos.
Uma maldade que não quero mostrar, malsim,
Quero destruir algo, frenesim
Esse é o meu talento.
O tédio me deixa sonolento,
Mas o caos é tão suculento.
Sou filho: mas que filho sou?
Como nasci e como vou crescer?
Onde meu sangue está instalado?
Que lição na escola irei aprender?
Será que a vida me espera
com lápis e pincel pra eu pintar?
Com brincadeiras, musiquinhas
junto a colegas compartilhar?
E, se eu morar numa rua à margem
do coração desta periferia,
poderei contemplar a paisagem
do que hoje ainda é fantasia?
Tenho medo de ir à escola
e logo assumir responsabilidade
Mas quero conhecer o alfabeto
e outras proporções da cidade
para o meu futuro dar certo
Não, não! Não quero pensar!
Eu quero é me divertir.
Quero brincar no parquinho.
Quero cantar e também sorrir.
Quero fazer muitos rabiscos.
Quero meu mundo colorir.
Que não tardando me chegue,
o que prevê a Lei do Brasil:
creches, praças, cinema...
Quando a Magna sair do papel
se fará nosso justo sistema
(MONTEIRO, A. L. Pensamento Infantil. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 33).
Autobiografia
EITO que ressoa no meu sangue
sangue do meu bisavô pinga de tua foice
foice da tua violação
ainda corta o grito de minha avó
LEITO de sangue negro
emudecido no espanto
clamor de tragédia não esquecida
crime não punido nem perdoado
queimam minhas entranhas
PEITO pesado ao peso da madrugada de chumbo
orvalho de fel amargo
orvalhando os passos de minha mãe
na oferta compulsória do seu peito
PLEITO perdido
nos desvãos de um mundo estrangeiro
libra… escudo… dólar… mil-réis
Franca adormecida às serenatas de meu pai
sob cujo céu minha esperança teceu
minha adolescência feneceu
e minha revolta cresceu
CONCEITO amadurecido e assumido
emancipado coração ao vento
não é o mesmo crescer lento
que ascende das raízes
ao fruto violento
PRECONCEITO esmagado no feito
destruído no conceito
eito ardente desfeito
ao leite do amor perfeito
sem pleito
eleito ao peito
da teimosa esperança
em que me deito
Nada mais me abala do que saber que tem gente que tem o meu sangue e fala mais mal de mim que os inimigos que eu nem sei se realmente existem 😔💔👊🏻
Os ventos que despertaram as estrelas Estão soprando através do meu sangue.
Sou sobrinha-neta da Ilusão, tenho marcada em meu sangue a marca amarga da ferradura agalopada do solene marchar da carruagem de meus sonhos, ébrios de tentação. Sou a cria amarga do roubo esperançoso de minhas racionalidades fatais, que enganam, deturpam e profanam a doçura antes presente em meus sonhos. Sou o devaneio solto pelas ruas, a loucura a planar sobre os campos férteis da solidão, sou o resultado infame da mistura sórdida de meus antepassados de terra e vão.
Sou tantas e de tantos, sou tato e pranto, sou cólera e acalanto, não sou nada, nada, mas ainda assim, canto. Canto as lamúrias através de pena e cetim, debruço-me sobre meu viver torpe e vomito palavras pobres em versos e prosas em carmim.
Não domino a poesia, mas a poesia domina-me a mim, quebro meus pudores em mil pedaços de taco, ligo meus temores um a um em mil laços, reconstruo minhas convicções em mais mil espaços e ao final, sobrando-me apenas a dor e o cansaço, enfim me desfaço.
“A você que remexeu tudo em mim,
Que desfez minhas certezas...
Que colocou meu sangue em ebulição, de novo,
Me faz pensar no universo fora e dentro de mim,
Que me ensina que nem tudo é para se entender,
Que os paradoxos são verdadeiros,
A você que exalta a luz e a escuridão,
Um mensageiro do amor,
Meu lobo, meu amor,
A você, entrego o que tenho de mais precioso: meu AGORA”.
(Nieva Rosle)
Sou Fluminense,Sou verde , branco e grená
Sou branco paz ,Sou verde esperança
e grená é meu sangue ,sou esperança sanguínea
sou Tricolor
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