Homenagem para meu Irmao de Sangue

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Eu me Perdoo (Ana Jácomo)

No meu coração, eu me perdoo pelas bobagens desastrosas que fiz. Pelas escolhas equivocadas das quais eu me arrependo à beça. Por ter ferido lindezas, sem querer. Por ter deixado ir embora gente querida que adorei ter conhecido.

No meu coração, eu me perdoo pelas vezes em que dei tanto poder ao outro e esqueci o meu. Por deixar roubarem, sem compaixão, os meus lápis de cor preferidos. Por chamar de amor o que contraria a essência dele. A cara dele. A luz que ele tem.

No meu coração, eu me perdoo por não ter dito o que certamente hoje eu diria. Por não ter tido sensibilidade para compreender preciosidades que me foram ditas sem palavras. Por me faltar em instantes em que precisei tanto de mim. Por, às vezes, faltar ao outro quando ele mais precisava.

No meu coração, eu me perdoo por demorar tanto a descobrir o que mais me importava. Por em tantos momentos dar prioridade ao que não merecia. Pelas vezes em que agi de modo tão contraditório às minhas próprias crenças.
Pelos momentos em que permiti que fizessem bagunça com o que era tão precioso.

Foi por medo. Ingenuidade. Ignorância. Confusão. Lá, era tudo que eu sabia. Lá, era tudo que eu podia.

Aprendiz, eu me abençoo, no meu coração.

- Ana Jácomo -

Câmara de Ecos

Cresci sob um teto sossegado, meu sonho era um pequenino sonho meu.
Na ciência dos cuidados fui treinado.
Agora, entre meu ser e o ser alheio, a linha de fronteira se rompeu.

Me dê algum conforto, meu
coração está precisando disso.

Se fosse mulher feia tava tudo certo, mulher bonita mexe com meu coração.

Então, quando é que isso termina, Frank? Porque eu olho para você, e meu coração quebra, porque tudo o que consigo ver é essa solidão interminável, ecoando.

Sim eu me aproximo
cada vez mais de meu ascendente
enquando faço pazes com meu sol
Reconheço meus heróis
aqueles que vieram antes
e os que virão mais tarde
Recorto suas descobertas
mas pelo sim pelo não
ainda guardo em meu bolso
a nota de cinco dólares
que me ofereceu o nômade
que cantava no deserto.

Te amo e te odeio
A ambiguidade do meu ser.

Te amo com o mais profundo da minha alma
Te odeio com todas as minhas forças
Te amo com o meu coração que bate somente quando penso em você
Te odeio com minha mente que se lembra de teus pecados
Te amo pela segurança que me destes durante anos
Te odeio pela insegurança que deste ultimamente
Te amo pela tua presença sempre constante ao meu lado
Te odeio pela tua ausência momentânea e urgente
Te amo porque meu mundo só tem nexo com você
Te odeio porque meu mundo só tem nexo com você
Te amo por sempre saber o que é melhor pra mim
Te odeio por achar que sempre sabe o que é melhor pra mim
Te amo porque estás comigo em todo instante
Te odeio porque não estás comigo agora
Te amo porque nunca me abandonastes
Te odeio porque agora me abandonastes
Te amo pela tua alegria, tua energia, pela tua beleza
Te odeio por me privar dos mesmos
Amo teu sorriso ingênuo e tua gargalhada despreocupada
Te odeio por me privar deles
Amo teu cheiro, e cheirar tua nuca é um prazer indescritível
Te odeio por me privar disso também
Te amo tanto e sinto tanto sua falta
Te odeio tanto e não te quero mais
Não te quero mais
Sim, não... não te quero mais
Ta decidido
Não te quero mais
Nem menos
Talvez não seja possível te querer mais
Com certeza não é possível te querer menos
Nem não te querer
Eu te odeio
Odeio mais ainda te amar desse jeito
De um jeito sem escolha
De um jeito sem jeito
Sem começo e nem fim
Ah, como te odeio
Detesto saber que te amarei para sempre
Com ou sem você ao meu lado
Odeio seu sorriso a todo instante em minha mente
Você é má! Te odeio com todas as minhas forças
Por que me manter subjugado?
Por mais longe que de ti eu esteja
Permaneço conectado contigo
E eu te odeio por isso
Por que não me deixas ir?
Por que não me libertas?
Se fizer isso... te odiarei ainda mais
E morrerei longe de ti
Longe do teu espírito
Teu espírito me persegue
A única saída seria eu deixar de ser
Mas isso não é escolha minha
E parece que o universo compactuado com você
Não me libertará também tão cedo
Te odeio por isso
Te odeio por me fazer te odiar
Te odeio por me fazer te amar
Eu te amo com toda minha alma
Mas te odeio com todo meu... meu...meu...
Não sobrou nada em mim que possa te odiar
Mas eu te odeio com alguma parte de mim
Ou de ti
Não sei odiar
Não consigo
Fraco
Isso que sou
Fraco
Vencido por um sentimento
Que nem da pra provar que existe
A não ser quando se está prostrado diante dele
Totalmente vencido
Te amo porque esse é o único sentimento
Que consigo ter por você
E te odeio por isso
Eu te odeio
Eu te odeio
Eu te odeio...
Meu amor
Minha vida
Eu te amo
Eu te odeio
Vou te amar desesperadamente por toda a minha vida!

Amo ser má... e sei que vc gosta desse meu lado malvado...
amor demais estraga... ser doce demais enjoa....
maldades deliciosas tem lá suas vantagens... é bom pra quem faz... gostoso pra quem recebe...

Volta pra mim meu amor, a vida não é a mesma sem você, eu te amo demais e ninguém serve em seu lugar.

Eu faria tudo pra te ter de volta por que eu te amo demais.

⁠Eu me prendo em um passado que passou, porém assombra o meu presente e não me deixa enxergar o meu futuro.

Meu amor é uma aquarela de alegria de emoção, tem as cores da esperança tem as notas da canção.

Se nunca mais me ver
Não se esqueça do meu rosto
Não se esqueça do meu gosto
Nem tampouco do desgosto
De eu ter sido o oposto
Que você sempre sonhou

Quem sou eu?
Pra que o Deus de toda terra
Se preocupe com meu nome
Se preocupe com minha dor

Quem sou eu?
Pra que a Estrela da manhã
Ilumine o caminho
Deste duro coração

Não apenas por quem sou
Mas porque Tu és fiel
Nem por tudo o que eu faça
Mas por tudo o que Tu és

Eu sou como um vento passageiro
Que aparece e vai embora
Como onda no oceano
Assim como o vapor

E ainda escutas quando eu chamo
Me sustentas quando eu clamo
Me dizendo quem eu sou

Eu sou teu
Eu sou teu

Quem sou eu?
Pra ser visto com amor
Mesmo em meio ao pecado
Tu me fazes levantar

Quem sou eu?
Pra que a voz que acalma o mar
E acaba com a tormenta
Que se faz dentro de mim

Jesus eu sou teu
Eu dependo de ti
Me abraça senhor
A quem temerei?
A quem temerei?
Se eu sou teu
Eu sou teu...

Não é RAIVA meu bem,é decepcionada por ter descoberto que és tão falsa,por ter visto que aproveitastes do meu ponto fraco,que para ti eu falei,e me atingistes. Ass Iêda Bandeira

Toma!
Te empresto meu sorriso por hoje!
Mas por favor, o devolva escancarado, escrachado, de orelha à orelha...
Nem pense em ousar ser meio termo!
Meu sorriso é coisa séria, e só aceito emprestar se prometer abusar!
Depois a gente resolve as ruguinhas que ficaram ao redor dos olhos...
As mais lindas e divertidas ruguinhas felizes!
Toma...leva!
Meu sorriso dobra de tamanho quando vai parar no sorriso de outro alguém!

Eu tenho orgulho da minha cor,
Do meu cabelo e do meu nariz.
Sou assim e sou feliz.
Índio, caboclo, cafuso, criolo! Sou brasileiro!

Criolo

Nota: Trecho da música Sucrilhos.

CHÁ DE MIL FOLHAS E A DISTÂNCIA QUE ME BEBE.
Meu chá de mil folhas é um segredo antigo.
Guardo-o como se guarda uma carta nunca enviada.
A erva que repousa na água quente é a mesma que repousa em mim, amarga e silenciosa.
A velha Achillea millefolium arde suave na xícara, como se cada folha fosse uma lembrança tua, fina, múltipla, impossível de reunir por completo. Dizem que cura feridas. Mas não dizem que algumas feridas preferem permanecer abertas para que não esqueçamos quem as causou com ternura.
Bebo devagar. Não por delicadeza, mas por temor.
Temo que o último gole seja também o último vestígio do que fomos.
O vapor sobe como se quisesse alcançar o que está longe demais.
Assim é o amor distante. Não toca. Não abraça. Apenas sobe, invisível, e se desfaz no ar frio da noite.
Há uma rusticidade nisso tudo. Nada de salões iluminados. Nada de promessas fáceis. Apenas madeira antiga, silêncio espesso e o som da água que já não ferve. O amor que não se possui torna-se disciplina. Aprende-se a amar sem tocar. Aprende-se a desejar sem pedir. Aprende-se a suportar o peso de uma ausência que não se resolve.
Cada folha dissolvida na infusão é um dia que passou entre nós.
Mil folhas. Mil dias. Mil silêncios.
E ainda assim continuo a preparar o chá.
Porque amar de longe é isso. Um ritual repetido mesmo quando a esperança já se fez austera.
No fundo da xícara, resta um sedimento escuro. Não o descarto. É ali que repousa o que não pôde ser dito. É ali que o amor se torna grave, quase fúnebre, mas verdadeiro.
E enquanto a noite avança, compreendo que não sou eu quem bebe o chá.
É a distância que me bebe, folha por folha, até que sobre apenas o gosto severo de ter amado com firmeza, mesmo sem presença.

Entrego a ti meu coração
Coração que muitas vezes ferido
Está curado por te amar
Coração que se alegra com seu sorriso
Que se encanta com sua beleza
Coração este, já enfeitiçado pela magia do seu olhar.

Não entendo o meu sorriso bobo toda vez que falo com você...
Será que é porque você me chama de linda?
Será que é porque sente saudades minhas?
Ou porque fica nervoso toda a vez que me vê?
Mais mesmo assim não entendo a palpitação acelerada toda vez que o vejo
Ou quando penso em nós...
Não entendo nada quando estou perto de você
Esqueço de tudo
Lembro do nada
Por não entender por que gosto tanto de você
Assim vou vivendo...
Querendo-te...
Esquecendo-te..
Assim vou vivendo...

Cresci, amadureci, tornei-me dona de mim mesma, senhora do meu destino; aprendi a transformar conhecimento em sabedoria, mas continuo cometendo alguns enganos que eu cometia aos 20 anos, só que agora sem o sentimento de culpa.