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Homenagem para meu irmão

Cerca de 3734 frases e pensamentos: Homenagem para meu irmão

Solteiras, não sem dono: pai, irmão, ex, patrão, todos se consideram. Muitas os exploram.

Fingimento, omissão e mentira são irmãos japoneses. Não existe muita diferença entre eles.

Canto de pássaros engaiolados ,não é canto ,e pedido de socorro aos irmãos que estão soltos !

Como seguir sem sua alegria, sem sua companhia e sem sua presença...ontem levei o seu irmão na final da copinha, ele tem grande alegria, é um menino de ouro e precisa de nós para continuar. Más em momento nenhum á esquecemos, levamos sua camisa com seu nome pra te representar, seu irmão até gritou; "Irmã esse gol e pra vc...te amo Lá". Dói saber que nesse mundo tão grande não te encontraremos em lugar nenhum, me pergunto...Porquê e também pra que meu Deus? E não sei ainda como conseguirei seguir, pois horas acho que não consigo continuar, e horas não quero! Só sei que necessitamos muito de você conosco filha e de pensar que não tem como tê-la aqui...só sobra a dor, desespero e a escuridão! Te amamos nossa menina!❤❤❤❤❤❤

A sua vida não está fácil?
A minha também não, e tenha certeza
a do seu vizinho e a do seu irmão, todas
elas têm problemas, em alguma questão:
Seja financeira, sentimental,
de saúde ou emocional! O primeiro passo,
para livrar-se dos problemas, é aceitá-los e tentar
resolvê-los, deixar de se sentir vítima...
Batalhar e acreditar que dias melhores virão!

Colaboração e união: isso é o que nos torna irmãos.

⁠Querido irmãozinho,

Desde o momento em que soube que você estava a caminho, minha vida mudou de uma maneira que eu nunca poderia ter imaginado. Lembro-me da ansiedade e da expectativa, das conversas sobre como seria ter um irmão mais novo, e de como tudo isso encheu minha vida de uma alegria antecipada. Quando finalmente você chegou, foi como se um raio de sol tivesse iluminado todos os cantos da minha existência.

Embora eu não esteja presente fisicamente para acompanhar seu crescimento de perto, saiba que meu amor por você é incondicional e eterno. Cada riso seu, cada nova descoberta, mesmo à distância, enche meu coração de uma felicidade indescritível. Você é um presente inestimável, um presente que trouxe consigo uma alegria pura e genuína, mesmo quando estou longe.

Tudo o que faço é por você. Cada esforço, cada desafio que enfrento, cada decisão que tomo, tem você em mente. Quero que você tenha a melhor vida possível, que cresça feliz, saudável e cheio de sonhos. Meu maior desejo é que você saiba que, mesmo não estando presente fisicamente, estou sempre ao seu lado em pensamento e coração.

Você é minha inspiração, meu motivo para seguir em frente e lutar por um futuro melhor. Sua presença, mesmo que distante, me dá forças para superar qualquer obstáculo. O amor que sinto por você me faz querer ser a melhor pessoa que posso ser, para que você tenha alguém em quem confiar, alguém para quem olhar com orgulho.

Sinto falta de ver você crescer, de compartilhar momentos simples e especiais, mas saiba que estou torcendo por você a cada passo do caminho. Quero que você explore o mundo com sua curiosidade infinita e seu espírito aventureiro, e que encontre felicidade em cada pequena coisa. Sua alegria é minha alegria, e sua felicidade é meu maior desejo.

Obrigado por ser você, por iluminar minha vida com seu amor e sua alegria, mesmo à distância. Eu te amo mais do que qualquer coisa, e estarei sempre aqui para você, de longe, mas sempre perto em coração e alma.

O amor entre irmãos não deve ser imposto como obrigação pelos pais. O amor de irmão é um elo natural que se manifesta através da vivência de amor entre os genitores, assim pelo exemplo estará pronto a se reproduzir uns com os outros.

⁠Não seja o tipo de "cristão" que odeia o seu irmão, mas no púlpito pede para os irmãos se amarem.

Amigo

Amigo é como irmãos, brigam, se xingam, se pegam na porrada e ainda você é obrigado a aturar a falta de neurônios deles, mas cada momento junto com eles é especial, cada história compartilhada é única, cada conversa é única.
Eu não trocaria os amigos que tenho por nada dessa vida, mas tem uma coisa q eu quero dizer.

⁠Tem coisa melhor do que família? Família tem mãe, pai, irmãos, tios, avós, primos, sobrinhos...Tem cheiro de conforto, tem gosto de doce de leite, queijo com goiabada, pudim, manjar de coco, pão de queijo, coxinha, pão com mortadela, pamonha, bacon, lasanha, cachorro quente, pizza, torresmo, frango frito e pastel. Tem uma alma alongada que ilumina a todos. Família tem divisão de amor, adição de alegria, multiplicação de gratidão e subtração de tristezas. É o nosso melhor remédio à depressão. É a nossa tarja laranja. Sim, laranja. A cor da alegria, da vida. É nossa ponte de concreto "amado" que nos liga ao mundo. Que nos faz sentirmos vivos. É nossa arma pra vencer os inimigos que aparecem na sinuosa estrada da vida. É nosso semáforo: pare, você está errado!; atenção, você precisa ter cuidado com o que fala e faz; siga em frente, vá ser feliz. Família é a extensão da morada de Deus aqui na terra. Por isso, mantenha-a viva. Cerque-a, limpe-a, pinte-a. Não bagunce a casa do Pai. Trate-a com carinho e agradeça todos os dias por Deus lhe dar essa residência, que você aprendeu a chamar de família.

“Eu nunca tive um irmão ou uma irmã, mas meus pais tiveram outros filhos”

⁠Fazemos caridade pra nós mesmos quando auxiliamos a evolução de um irmão. Fora da caridade não há elevação moral!

Se não formos inteligentes, ninguém chegará até o seu irmão.

Irmãozinho

Quer ser dono da razão
Com o melhor sempre fica
Pequenino e brigão
Dias e noites só brinca

Não leva lixo no portão
Tempo todo comigo implica
Sou mais velho meu irmão
Então vê se não critica

Ma s se quiser voar
O vento eu vou ser
Vou contigo brincar
Para sempre te proteger.

Enide Santos 14/01/14

Ideal seria se o amor pelo irmão fosse recíproco ao nosso amor ao sábado!

Cuidado com certos amigos que te chamam de "irmão" e paquera sua mulher.

Ler livros, os meus irmãos, a minha família, o mundo pela forma que foi criado, deus também é a minha fonte de inspiração

"A Falta de Entendimento dos Irmãos Mais Velhos e Mais Novos”


Entre irmãos existe um laço que parece inquebrável, feito de sangue, infância e lembranças. Mas, ao mesmo tempo, esse laço é atravessado por diferenças que tornam o convívio um território delicado. O mais velho sente o peso da responsabilidade, como se fosse chamado a ser exemplo, guia, quase uma extensão dos pais. Já o mais novo cresce à sombra desse exemplo, desejando liberdade, querendo ser visto por si mesmo, e não apenas comparado.
Daí nasce a falta de entendimento. O irmão mais velho olha para o caçula e o vê como imaturo, irresponsável, sem a seriedade que a vida exige. O mais novo, por sua vez, enxerga no mais velho alguém duro, exigente, que parece ter esquecido o que é sonhar e brincar. Ambos se cobram, ambos se julgam — e pouco se escutam.
Essa distância não é apenas de idade, mas de percepção do mundo. O filósofo diria que cada um vive em sua própria temporalidade: o mais velho já se preocupa com o futuro, enquanto o mais novo ainda se agarra ao presente. É como se olhassem a mesma estrada por ângulos diferentes.
O problema é que, nessa falta de entendimento, se perde algo precioso: a possibilidade de aprender um com o outro. O mais velho poderia ensinar paciência e prudência; o mais novo, leveza e espontaneidade. Mas muitas vezes ambos preferem se proteger em suas certezas, em vez de abrir espaço para a escuta.
No fundo, irmãos se amam, mas também se estranham. Talvez a verdade seja que esse estranhamento é inevitável — e, paradoxalmente, é nele que mora a chance de crescimento. Porque compreender o outro, quando ele é tão diferente, é também compreender melhor a si mesmo.
Assim, a falta de entendimento entre irmãos é uma escola silenciosa: ensina que o amor não é feito de iguais, mas de diferenças que precisam ser acolhidas.

Poema - Carta de Carlos Barbosa.


Querido irmão José,


Escrevo-te aqui do solo sagrado da nossa fronteira, onde tiveste o privilégio de nascer — graça que não me foi dada, embora me sinta jaguarense de alma e coração. Hoje recebi, com grande preocupação, a medida tomada por Vargas de dissolver todos os parlamentos; sei da tua atuação como deputado na nossa Capital do Brasil, cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, e imagino o que estás a sentir neste momento.


Somos republicanos, meu caríssimo irmão, e a liberdade nos norteia. Nestes dias lembro tanto da nossa infância nos campos de Jaguarão, quando nossa mãe Maria e nosso pai Antônio contavam as histórias da revolução à beira do fogo de chão, falando do nosso avô Manoel e do nosso tio-avô Bento. Lembro que todas essas histórias mais tarde vim a dividir com meu mestre José Francisco Diana.


Antes que me esqueça: sinto saudades da cunhada Arlinda e da bela Maria. Não pude ir ao casamento dela com o Luiz, e sempre me cobro por esse impedimento — coisas de política e compromissos que, ao colocarmos à frente de tudo, muitas vezes nos causam remorso. Mas, como estava a escrever, são muitas recordações. Ainda me lembro de ti pequenote, guri tentando montar nas ovelhas, e eu naquela época com as malas prontas para cumprir a vontade dos nossos pais e ir estudar no Rio de Janeiro. Não foi fácil, meu querido irmão: o Colégio Dom Pedro II era enorme, mas não maior que a faculdade de Medicina. Lembra-te que foram quase dez anos na capital da nossa República Federativa para finalmente realizar meu sonho de conhecer Paris — e lá passei longos quatro anos.


Como bem sabes, também era um sonho voltar para nossa Jaguarão e aqui exercer tudo o que aprendera. A sorte me sorriu quando tive o privilégio de conhecer meu grande amor, Carolina. Tivemos uma vida repleta de aventuras e, naturalmente, momentos de sofrimento com a perda de alguns de nossos amados filhos — dor amenizada pelo amor de Euribíades, Eudóxia e Branca.


Querido irmão, ao leres esta carta deves perguntar-te por que hoje me mostro tão narrativo e saudosista: a vida passou tão rápido. A política, depois de 1882, quando fundei o partido republicano em Jaguarão, nunca mais se apartou de mim. Veio o mandato na Câmara — onde jamais se pensara em um republicano — depois fui deputado da província e, para completar, participei como constituinte naquele ano de 1891. Depois veio o Júlio, como primeiro presidente constitucional do Rio Grande; quase me obrigou a aceitar sua imposição para eu ser seu vice-presidente. Tu conheceste o Júlio: não aceitava recusas e era deveras convincente. E assim tive de me desdobrar entre a Vice-Presidência e a presidência da Assembleia dos Representantes do Estado. Lembra-te que, em virtude disso, recusei disputar uma vaga ao Senado — por nossos ideais republicanos, meu querido irmão.


O que parecia inimaginável aconteceu: tu muitas vezes me disseste que era um caminho natural — e lá estava eu, presidente do Estado do Rio Grande do Sul, com larga margem de vantagem, três vezes mais votos que o meu oponente. E olha que sequer andei pelas outras querências de São Pedro; fiz-me vitorioso sem sair da nossa fronteira.


Por fim, acho que tudo valeu a pena, e consegui fazer muitas coisas. Tu, que por muitas vezes estiveste à frente de governos, sabes que os desafios eram grandes. Dei início à obra do Palácio Piratini; pude homenagear meu amigo Júlio erguendo-lhe um monumento; realizei a obra do cais do porto em Porto Alegre; ajudei a nossa Faculdade de Medicina; criei a colônia de Erechim e finalmente elevei a vila de Caxias à categoria de cidade; ratifiquei as questões da fronteira com o Uruguai; fui incansável nas questões agrícolas e pecuárias e tratei da saúde com todo o meu conhecimento.


Mas, depois de tantos feitos, meu irmão, precisava voltar para a minha terra de coração, e entreguei o governo ao Borges e vim para a fronteira. Lembras quando te disse que iria descansar e voltar ao meu ofício de medicina? Tu duvidaste — e hoje sabemos que tinhas razão: não deram nem seis anos de descanso e a política me reencontrou, para cumprir aquilo de que havia declinado anteriormente por motivos republicanos. Lá fui eu para o Senado Federal. Foram dez anos na Câmara Alta, mas minha saúde convenceu-me, mais uma vez, a voltar para nossa terra.


Depois de todas estas linhas, saberás a razão da minha carta repleta de saudades e lembranças: tua querida cunhada, que tanto te admirava, fez sua passagem, deixando meu coração com um vazio enorme — foi-se minha Carolina. E eu estou aqui, na terra onde tu nasceste, à espera da minha vez para ir ao encontro dela.


Abraços do teu querido irmão,
Carlos.


Autor Renato Jaguarão.