Homenagem de Elogio ao Profissional

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Mas a natureza não os fez um para o outro. São duas almas excelentes que seriam infelizes unidas.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

O namoro entre duas pessoas cristãs deve antes de tudo glorificar o nome de Deus com o bom testemunho do casal. Se o relacionamento de um casal cristão não glorifica a Deus com o bom testemunho das duas partes envolvidas, não tem que se falar em casamento, mas sim, em arrependimento e mudança de vida.

Reflexões. Resende, 18 de julho de 2017.

"Não perca seu tempo tentando se vingar de alguém que te fez alguma maldade, pois o que é ruim se destrói sozinho"

Famintos de amor, Deus olha por vocês. Sedentos de amabilidade, Ele pede por vocês. Privado de lealdade, Ele espera em vocês. Desabrigados de asilo em seu coração, Ele procura por vocês. Você será esse alguém para Ele?

Quando vejo que já se passou um ano, me sinto triste por não ter mudado nada na minha vida.
Continuo sendo a mesma, com os mesmos ideais e as mesmas dores.

"Os ignorantes pensam que já sabem tudo. Os espertos aprendem com os próprios erros. Os inteligentes aprendem na escola e nos livros. E os sábios, cientes que nada sabem, aprendem muito mais com a experiência e os erros alheios”. (J. M. Jardim)

Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.

E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.

Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.

Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.

Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.

Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.

Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?

Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas

do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.

Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.

E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.

O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.

Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.

Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,

eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.

Eu me lembro que ainda muito jovem li as memórias de Goethe. Goethe era um sujeito que achava que nós deveríamos cumprir todas as nossas obrigações para com a sociedade. Porque nós temos de ser superiores a ela, não inferiores. Se nós consentimos que a sociedade nos marginalize e nos derrube, então nós seremos seus escravos.

Eu tinha muita amizade com o doutor Juan Alfredo César Müller. Ele era um sujeito goetheano. A ética que ele seguia era a do Goethe, baseada em três coisas: o homem deve ser digno, prestativo e bom. O dr. Müller era a encarnação dessas três coisas, era digno, prestativo e bom. Você não pode fugir das suas obrigações sociais. Claro que, às vezes, você as cumpre imperfeitamente. Mas você não pode fugir delas, porque se você fugir, você se enfraquece. E se você se enfraquece, você torna-se uma vítima inerme da pressão. Você tem de se esforçar, tentar fazer o máximo para que seja mais forte do que a pressão da sociedade, não mais fraco, jamais uma vítima.

Goethe fala de sua ética do trabalho em seu livro de memórias "Poesia e Verdade" e nas "Conversações com Goethe", escrito por seu secretário, que teve a prudência de anotar os diálogos que tinha com Goethe nas conversações do dia-a-dia e que eram jóias.

As palavras simpáticas dos amigos podem ser curtas e fáceis de dizer, mas os seus ecos não tem fim.

Carrego meus mortos do lado esquerdo...por isso caminho meio de banda.

Não lutar pelo que você quer tem nome. Fracasso.

"E se eu despir minha alma? Você se excita?”

Quanta saudades de você, meu amor!
Tanta dor você deixou
Quanto tempo mais
Vou ter que esperar
Pra que você volte pra mim?
Não me deixe assim
Sofrendo tanto por seu amor
Ninguém vai te amar
Da mesma forma do que eu te amo
Volte, estou te esperando!

Os homens só desdenham a liberdade, ao que parece, porque a teriam se a desejassem, como se se recusassem a fazer essa bela aquisição somente porque ela é fácil demais

Ele tem mente de peste, mas alma de artista.

Já parou pra pensar que você pode abrir 10 portas fechando apenas uma?

Quero ser livre

Sei que você me magoou...
Sei que você me machucou...
Sei que você me traiu...
Sei que você mentiu para mim...
Sei que você foi falsa comigo...
Sei que nada representei em sua vida...
Sei que riu muito das minhas fraquezas...
Sei que nunca partilhou verdadeiramente de meus sonhos,
Mas eu te perdoo...
Te perdoo, porque quero ser livre...
Livre como as borboletas...
Livre como os passarinhos...
Livre como os rios...
Livre de sua imagem em meus pensamentos...
Liberando espaço em mim para a entrada de outro alguém
Com quem possa ser feliz de verdade.
Leve
Intenso
Verdadeiro
Radiante
Especial

Curiosidade e gratidão; – veja se há duas asas mais próprias para arrojar uma alma no seio de outra alma, – ou de um abismo, que é às vezes a mesma coisa.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Remova as dores da alma, as incertezas,
dê um colorido a tua vida, sinta a leveza.
Busque onde deixou tua alegria e o teu riso de volta.
Renove, reconstrua e acredite nos teus sonhos.

Feliz é aquele que consegue enxergar na alegria dos outros o resultado de suas ações.