Homenagem ao Filho
Se queres que um filho seja teu orgulho, cabe a ti dar o exemplo a ele para que ele possa te seguir...
A sensação de ter um filho autista, é que o corpo saiu para o mundo mas a alma ficou em posição fetal protegida dentro da gente.
"Não acho o caminho"
(frase dita ontem pelo meu filho autista em uma de suas crises)
As vezes por mais forças que eu peço, que eu receba ou que tenho, me deixam sem forças. E olhar um filho assim com um olhar perdido no vazio, é como se eu morresse a cada dia e ressuscitasse a cada amanhecer e sem saber se esse olhar perdido vai se encontrar um dia. E assim, a gente segue até encontrar o caminho.
Então... abro a porta do quarto e observo meu filho autista que adormece no auge de seus 21 anos de puro vigor, exuberância e beleza tanto externa quanto na pureza de sua alma perdida, avulsa e flutuante e digo em pensamento: - Obrigada meu Deus, estou me esforçando... e aí ele dá um suspiro profundo como quem diz: - Eu sei mãe! E seu corpo estremece..
O meu filho autista me ensina a cada dia a valorizar mais e mais a simplicidade e a beleza em cada detalhe por mais tolo e insignificante que possa parecer aos olhos humanos...e com ele aprendi o que é ser resiliente em todos os aspectos da vida e o outro que é neurotípico me ensina a todo instante que crer em Deus é essencial e o privilégio de gerar vidas independente de suas diferenças é um dom...
Mundo Azul
Ter um filho autista é ficar noites e madrugadas sem dormir, tentando sincronizar as batidas do coração com os passos agitados num descontrole sensorial interligados numa estereotipia confusa e irreal e também das crises repentinas que desaba num mundo de ilusão, da mãe que fica sem teto e sem chão…e mais uma vez a noite passou e o dia recém começou nessa vida que segue por um caminho que o destino traçou...
nesse mundo azul que gira sem parar que deixa sempre esse enigma no ar...
PARANÁ -Brasil
FEV 2019
( Poetizando com o português)
QUANDO UM FILHO SE VAI...
Com ele se vai a fome do gritar pelo prato de feijão;
Se vão os chinelos virados do avesso;
Se vão as roupas que andavam pelo chão;
Se vai o tubo de pasta amassado sem tampa;
Se vai o restinho de shampoo ;
Se vai o ciúme pela mãe;
Se vai o pedido da esfirra do Habib's;
Se vai o cheiro de suor do lençol da cama;
Se vão os questionamentos ;
Se vai o aonde vai ?
Se vai o com quem vai ?
Se vai o tá lá aonde ?
Se vai qual Uber ?
Se vai me mande a localização;
Se vai a que horas vai chegar?
Se vai o tu tá pensando o que ?
Se vai eu não sou todo mundo !
Se vai me respeita !eu sou sua mãe, não sou sua parceira!
Se vai o tá pensando o que ?
Se vai vou contar até três...
Se vai o despertar para buscar-lo no curso;
Se vai o sermão ;
Se vai o deitar juntos,
Se vai o beijo matinal;
Se vai o leva o agasalho que tá frio!
Se vai o café sem açúcar;
Se vai o banheiro molhado;
Se vai o eco pela sala;
Se vai o traz a toalha e o sabonete,
Se vai o pedido para sair;
Se vai o barulho da chave ao abrir a porta quando chegava,
Se vão as aulas de direção;
Se vão as noites em que você o agasalha,
Se vão as louças sujas no quarto
Se vai o pega isso , leva daqui ,coloca acolá!
Se vai a cama desfeita,
Se vão as receitas gourmet;
Se vai o acorda que tá na hora !
Se vai o vai estudar menino!
Se vai o sermão da montanha;
Se vão as devocionais e a banda daqui de casa,
Porque o que fica é a vontade de prender o se vão, o se vai e se foi, para a mãe não morrer de dor e de tanta saudade...
( Ao meu filho que foi fazer faculdade)
Se os “justos juízes” de plantão, fossem pessoas desprovidas de pecados, como acreditam, o Filho do Homem já teria voltado.
Os que se precipitam no abismo das panelinhas não percebem que o Filho do Homem é especialista em vasos.
Que o Filho do Homem te favoreça com a Graça de poder ir sempre além, mas jamais além do alcance das mãos Dele.
No abismo das panelinhas só se precipitam os que ignoram que o Filho do Homem é Especialista em vasos.
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
A palavra do Senhor que veio a Joel, filho de Petuel.
Ouçam isto, anciãos; escutem, todos os habitantes do país. Já aconteceu algo assim nos seus dias? Ou nos dias dos seus antepassados?
Contem o que aconteceu aos seus filhos, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte.
O que o gafanhoto cortador deixou o gafanhoto peregrino comeu; o que o gafanhoto peregrino deixou o gafanhoto devastador comeu; o que o gafanhoto devastador deixou o gafanhoto devorador comeu.
Acordem, bêbados, e chorem! Lamentem todos vocês, bebedores de vinho; gritem por causa do vinho novo, pois ele foi tirado dos seus lábios.
Uma nação invadiu a minha terra, poderosa e inumerável; seus dentes são dentes de leão, suas presas são de leoa.
Arrasou as minhas videiras e arruinou as minhas figueiras. Arrancou-lhes a casca, e derrubou-as, deixando brancos os seus galhos.
Pranteiem como uma virgem em vestes de luto que lamenta pelo noivo da sua mocidade.
As ofertas de cereal e as ofertas derramadas foram eliminadas do templo do Senhor. Os sacerdotes, que ministram diante do Senhor, estão de luto.
Os campos estão arruinados, a terra está seca; o trigo está destruído, o vinho novo acabou, o azeite está em falta.
Desesperem-se, agricultores, chorem, produtores de vinho; fiquem aflitos pelo trigo e pela cevada, porque a colheita foi destruída.
A vinha está seca, e a figueira murchou; a romãzeira, a palmeira e a macieira, todas as árvores do campo secaram. Secou-se, mais ainda, a alegria dos homens.
Ponham vestes de luto, ó sacerdotes, e pranteiem; chorem alto, vocês que ministram perante o altar. Venham, passem a noite vestidos de luto, vocês que ministram perante o meu Deus; pois as ofertas de cereal e as ofertas derramadas foram suprimidas do templo do seu Deus.
Decretem um jejum santo; convoquem uma assembléia sagrada. Reúnam as autoridades e todos os habitantes do país no templo do Senhor, do seu Deus, e clamem ao Senhor.
Ah! Aquele dia! Sim, o dia do Senhor está próximo; como destruição poderosa da parte do Todo-poderoso, ele virá.
Não é verdade que a comida foi eliminada diante dos nossos próprios olhos, e que a alegria e a satisfação foram suprimidas, do templo do nosso Deus?
As sementes estão murchas debaixo dos torrões de terra. Os celeiros estão em ruínas, os depósitos de cereal foram derrubados, pois a colheita se perdeu.
Como está mugindo o gado! As manadas andam agitadas porque não têm pasto; até os rebanhos de ovelhas estão sendo castigados.
A ti, Senhor, eu clamo, pois o fogo devorou as pastagens e as chamas consumiram todas as árvores do campo.
Até os animais do campo clamam a ti, pois os canais de água se secaram e o fogo devorou as pastagens.
Filho do mundo
Sou filho do mundo e afirmo isto
Pois moro em uma cidade média
De pensamentos pequenos e não
Pertenço ao vão espaço de terra
Sou filho da Terra, mente aberta
Faço da pesquisa minha devoção
Tenho conterrâneos que se acham
E o que só busco é a informação.
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