Homenagem a Alguém que Amamos e Morreu

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O tempo não nos vence quando leva aquilo que amamos. Vence-nos apenas quando permitimos que a ausência de ontem nos roube a coragem de viver amanhã.

⁠Somos naturalmente responsáveis por quem amamos.

Amamos frases de efeito, versículos bíblicos e discursos eloquentes. Entretanto não vivemos o que lemos e tampouco o que ouvimos, somos contraditórios e urgentes.

Hoje em dia passamos muito mais tempo digitalmente com as pessoas que amamos, mas isso não quer dizer que as amamos menos. Na verdade, apenas significa que a tecnologia serve como uma ponte para podermos estar sempre perto do que é realmente importante em nossas vidas. Agradeço a todos que vieram a minha página para me desejar feliz aniversário. Amei cada segundo, cada palavra e cada gesto. Mas, principalmente, amei que as minhas pessoas preferidas do mundo inteiro se tenham reunido no mesmo dia e espaço para me fazerem uma surpresa. Amei as homenagens. Que Deus abençoe sua vida com chuva de bênçãos.

"Às vezes a maior distância que nos separa de quem amamos é menos de 1 metro e mais de uma tela. Enquanto damos atenção para o mundo esquecemos de quem realmente nos importa."


—By Coelhinha

meu maior desejo é que fosse possível nos amarmos como em pensamento nos amamos (quando não nos profanamos, nem nos odiamos).


meu maior desejo é que meu amor conseguisse ser meu como eu gostaria de ser dele.


e não nos somos. e penso em quanto nos amamos, e se é que nos amamos.


que é o amor, meu Deus?


e por que este amor se torna tão impossível.


não há nada que nos impeça (senão o querer pleno e deciso) e ninguém entre nós (senão nós mesmos), e sei de longe que esta é a ruína da minha vida.


quantos mais casais vivem o inferno na terra, se amando? me pergunto.


nós dois.


muitos corações destruídos por pura culpa de nossa trama. E quantos mais serão abalados até que seja sim, ou não..

Muitas vezes porque os amamos, é ainda maior a nossa dor quando a mágoa é causada por aqueles de quem não esperamos nada de mal.

A mimosidade é o gesto do afeto que revela aos que amamos o quanto lhes queremos bem.

"Me atacam só porque nos amamos, mesmo ela estando noiva de outra pessoa e querendo ficar comigo."

"A família é o nosso primeiro refúgio e a nossa maior fortaleza; proteger quem amamos é o dever mais nobre de um ser humano."

O tempo não leva apenas aquilo que amamos; leva também a pessoa que éramos quando aprendemos a amar.

Nos afastamos sem querer daquilo que amamos. É a alma se defendendo de uma dor que ainda não sabe nomear.

1 João 4:19
Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.

Deus nos amou quando ainda éramos indignos; amá-Lo hoje é a resposta de um coração alcançado pela graça

Garantias no amor

Como é fácil destruir o que amamos! Com que rapidez surge uma barreira entre nós, uma palavra, um gesto, um sorriso! A saúde, o humor e o desejo nos entristecem e o que era maravilhoso torna-se insípido e opressivo. Pelo uso, nós nos desgastamos, e aquilo quer era vivo e claro torna-se cansativo e confuso. Por meio de constantes atritos, esperanças e frustrações, aquilo que era belo e simples torna-se terrível e cheio de expectativas.

Relacionamentos são complexos e difíceis, e poucos conseguem sair deles ilesos. Embora quiséssemos que fosse estático, duradouro e contínuo, o relacionamento é um movimento, um processo que deve ser profunda e completamente entendido, e não forçado a se conformar a um padrão interno ou externo. A conformidade, que é a estrutura social, perde seu peso e autoridade somente quando há amor. O amor no relacionamento é um processo purificador, pois revela os mecanismos do Eu. Sem essa revelação, o relacionamento tem pouca importância.

Mas como lutamos contra essa revelação! A luta assume muitas formas: controle ou submissão, medo ou esperança, ciúme ou aceitação e assim por diante. A dificuldade é que nós não amamos; e se nós de fato amamos, queremos que isso funcione de uma forma particular, não lhe damos liberdade. Nós amamos com nossas mentes e não com nossos corações. A mente pode se modificar, mas o amor, não. A mente pode se tornar invulnerável, mas o amor não; a mente pode sempre se retrair, ser exclusivista, tornar-se pessoal ou impessoal. O amor não é para ser comparado e tolhido. Nossa dificuldade está naquilo que chamamos de amor, que é realmente da mente.

Enchemos nossos corações com as coisas da mente e mantemos nossos corações sempre vazios e cheios de expectativas. É a mente que se apega, que é ciumenta, que controla e destrói. Nossa vida é dominada pelos centros físicos e pela mente. Nós não amamos e deixamos em paz, mas ansiamos por ser amados; nós damos a fim de receber, que é a generosidade da mente, não do coração. A mente está sempre buscando garantia, segurança; e pode o amor ser garantido pela mente? Pode a mente, cuja própria essência é temporal, perceber o amor, que é sua própria eternidade?

Mas mesmo o amor do coração tem seus próprios truques; pois corrompemos tanto nosso coração que ele é hesitante e confuso. É isso que torna a vida tão dolorosa e cansativa. Em um momento nós achamos que temos amor e no próximo ele é perdido. Aí entra uma força imponderável, que não é da mente, cujas fontes não podem ser sondadas. Essa força é mais uma vez destruída pela mente; pois nessa batalha a mente, invariavelmente, parece ser a vitoriosa. Esse conflito dentro de nós mesmos não será resolvido pela mente astuta ou pelo coração hesitante. Não há um meio, uma maneira de fazer esse conflito terminar. A própria busca por um meio é outro anseio da mente por domínio, para livrar-se do conflito e ficar tranquila, para ter amor, para tornar-se algo.

Nossa maior dificuldade é estar ampla e profundamente atentos ao fato de que não existem meios para o amor como um objetivo desejável da mente. Quando entendemos isso real e profundamente, há uma possibilidade de receber algo que não é desse mundo. Sem o toque desse algo, façamos o que quisermos, não poderá haver felicidade duradoura no relacionamento. Se você receber essa graça e eu não, naturalmente estaremos em conflito. Você pode não estar em conflito, mas eu estarei; e em minha dor e tristeza eu me desligarei. A dor é tão exclusiva quanto o prazer, e até que exista aquele amor que não seja uma construção minha o relacionamento será dor. Se houver a bênção daquele amor, você nada poderá fazer a não ser me amar pelo que sou, pois então não moldará o amor segundo o meu comportamento.

Quaisquer que sejam os truques da mente, somos independentes; embora possamos estar em contato um com o outro em alguns pontos, a integração não é com você, mas dentro de mim. Essa integração não é resultado da mente em nenhum momento; ela forma somente quando a mente está inteiramente silenciosa, tendo alcançado o limite de suas forças. Somente assim não existe dor no relacionamento.

Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.

⁠Se a Partida dos que amamos não fosse tão Dolorosa, talvez quiséssemos fazer baderna no céu.


Talvez quiséssemos habitá-lo antes do Tempo de Deus — e sem ao menos nos dar ao trabalho de construí-lo.


Mas a dor existe — e não por crueldade.


Ela é o limite que nos ensina reverência.


É o peso que desacelera a alma para que ela atravesse o mistério com humildade, não com euforia inconsequente.


A Saudade, o Choro e o Silêncio que ficam nos que permanecem, são parte desse rito.


A morte não é um convite à festa, é um chamado ao recolhimento.


Se fosse fácil demais, talvez banalizássemos o Sagrado, transformando o eterno em continuação do ruído que fazemos por aqui.


A dor nos lembra que a passagem é muito séria, que algo imenso está acontecendo.


Ela organiza o caos interior, cala a pressa e quebra o orgulho.


Ensina que não se entra no céu como quem invade um lugar, mas como quem é recebido — desarmado, despido de excessos, sem baderna, sem aplausos.


Talvez seja por isso que dói tanto: para a Eternidade começar em profundo e reflexivo silêncio.

Existem vários tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que não veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores é aquele que não vivemos, não brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)

O universo não significaria nada se as pessoas que amamos não vivessem nele.

Dói mais quando vem de quem amamos, mas se afastar também é um ato de amor próprio.

El Fuego


"Amamos para ahorrar, y el fervor mismo de ese sentimiento es razón suficiente para hacerlo."


Castaneda Vignom, "O espanhol"