Homem e o Câncer de Próstata
Uma vez, visitando uma amiga que havia recebido um diagnóstico de câncer terminal,
ela parou no meio da conversa, me olhou nos olhos e disse:
— Bom, meu amigo, eu vou morrer.
Eu te pergunto: onde está Deus agora?
Eu engoli fundo, a alma pesada. Baixei a cabeça por alguns segundos.
Voltei a olhar nos olhos dela e respondi:
— Ele está no mesmo lugar que sempre esteve.
Ela sorriu ironicamente. Mas isso é compreensível, é humano.
E perguntou, com os olhos úmidos:
— Onde?
Eu disse:
— Te esperando em casa.
Aqui somos passageiros. Um dia todos teremos que voltar pra casa.
Temos uma família lá, um Pai amável nos esperando na porta.
Em memória de uma grande amiga
Por Marcio Melo
A verdade é um corte cirúrgico doloroso, mas a mentira é o câncer lento que necrosa a alma em prestações, prefira a dor aguda e limpa da revelação ao sofrimento crônico e paralisante da ilusão.
Câncer de mama
Helaine Machado
No silêncio de um susto,
o corpo fala o que a alma teme ouvir.
Um toque diferente, um sinal—
e a vida pede coragem para seguir.
Não é só dor…
é também luta, descoberta e união.
São mãos que acolhem,
abraços que fortalecem o coração.
Cada mulher carrega em si
uma força que o medo não vê,
porque mesmo em meio à incerteza
existe esperança pra florescer.
Cuidar de si é um ato de amor,
é se olhar com atenção e verdade—
porque a prevenção salva vidas
e transforma a realidade.
Helaine Machado
O câncer é a expressão biológica do egoísmo: células que só sabem crescer, mesmo destruindo o todo. O egoísta faz o mesmo na vida social.
O agronegócio é o câncer na agricultura!
Agri é cultura. É o Brasil com 'S'!
Agro é tóxico. É o Brasil com 'Z'!
Mulher de estilo se toca, faz exames clínicos e mamografia para detectar precocemente o câncer de mama, obtendo, assim, maior probabilidade de cura. Participe sempre da campanha contra o câncer de mama.
Talvez, quando descobrirem a cura do câncer, o ser humano descubra que terminal é a falta de senso coletivo.
Doenças são permissão divina, falta de bom senso é escolha humana.
Enquanto há doenças que acometem o corpo, existem outras que adoecem a convivência.
Em hospitais, lugares onde a fragilidade humana se apresenta sem máscaras, espera-se no mínimo encontrar compaixão, respeito e compreensão.
No entanto, não é raro presenciar situações nas quais o individualismo ocupa mais espaço do que a empatia.
Compartilhar um ambiente hospitalar é um exercício bastante silencioso de humanidade.
Ali, cada pessoa carrega sua própria dor, sua ansiedade, seus medos e suas esperanças.
Ninguém está ali por lazer.
Ainda assim, muitos parecem incapazes de perceber que o espaço, o silêncio, o descanso e até a atenção dos profissionais precisam ser divididos de forma equilibrada e respeitosa.
A dificuldade em compartilhar esses espaços revela algo bastante preocupante sobre nossa vida em sociedade.
Estamos cada vez mais acostumados a enxergar nossas necessidades como prioridade absoluta, esquecendo que ao nosso lado há alguém enfrentando uma batalha tão difícil quanto a nossa — ou talvez ainda mais dura.
Um quarto hospitalar, uma sala de espera ou um corredor não são apenas locais físicos; são territórios onde a solidariedade deveria ser tão presente quanto os medicamentos.
O senso coletivo não significa abrir mão da própria dor, mas reconhecer a dor do outro.
Significa compreender que pequenas atitudes — falar mais baixo, respeitar horários, preservar a privacidade alheia e a limpeza do ambiente, colaborar com as regras comuns — podem aliviar o peso de quem já está sobrecarregado pelo sofrimento.
Talvez a verdadeira evolução da humanidade não esteja apenas nos avanços da ciência, mas na capacidade de desenvolver uma consciência coletiva mais madura.
Afinal, de pouco adianta prolongar a vida, se continuarmos incapazes de conviver com respeito, consideração e empatia.
Porque, no fim, um hospital nos lembra daquilo que passamos a vida tentando esquecer: somos todos vulneráveis.
E justamente por isso, deveríamos ser também mais humanos uns com os outros.
A avareza humana é, sem dúvida, um dos maiores responsáveis pelo aumento do câncer no mundo. Por isso, eu alerto você de que, desde o café até o biscoito, da margarina ao pão e do pão ao refri, quase tudo está contaminado.
O Brasil não precisa de MAIS MÉDICOS, precisa de MENOS POLÍTICOS. O câncer da SAÚDE do Brasil é o excesso de políticos incompetentes e corruptos.
A alegria é o tônico da vida. Ser feliz e radiante reabastece as células destruidoras do câncer e do pessimismo.
Meu câncer está me matando...
Ele me mostra que viver já não tem a mesma função de outrora.
Que as pessoas não se importam mais como antigamente.
Com ele, estou aprendendo que não devemos esperar nada de ninguém, porque quando criamos expectativas em cima de grandes pessoas, em pouco tempo nos damos conta de que grandes eram apenas as expectativas, e não as pessoas.
O câncer pode me levar a morte... Ou como tenho percebido, me fazer viver dentro da realidade.
- Mas onde é o seu câncer?
- Na consciência!
Por mais que tentamos não há muitos resultados, o preconceito é como um câncer em meio a humanidade, as pessoas dizem não ter preconceito, por medo da opressão, quando na verdade em seus pensamentos vivem uma carnificina.
