Homem Valoroso
“Dizemos que a metafísica consiste em o homem buscar uma orientação radical em sua situação. Mas isso supõe que a situação do homem — isto é, sua vida — consiste numa radical desorientação. Não dizemos, pois, que o homem, dentro de sua vida, se encontre desorientado parcialmente nesta ou noutra ordem, em seus negócios ou em seu caminhar por uma paisagem, ou na política. Aquele que se desorienta no campo busca um mapa ou uma bússola, ou pergunta a um transeunte, e isso lhe basta para se orientar. Mas nossa definição pressupõe uma desorientação total, radical; ou seja, não que aconteça ao homem de se desorientar, de se perder em sua vida, mas sim que a situação do homem, a vida, é desorientação, é estar perdido — e por isso existe a metafísica”.
Homem que é homem, sabe como tratar uma mulher.
Não pensa só nele, e não quer levar apenas para o motel. Leva para dar uma volta num teatro, numa praia, num shopping, ou até em uma festinha.
Ele pensa em fazê-la feliz, em ser uma ótima companhia, e até mesmo em levar para lugares tranquilos, onde possam estar sozinhos e felizes somente com a companhia, um do outro.
Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris. (Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó voltarás.)
Não conheço nenhum fato mais animador do que a incontestável capacidade do homem de elevar sua vida pelo esforço consciente.
O homem não precisa ser bonito. Precisa ter charme. Um olhar, um sorriso, um mistério. É uma hipnose que queremos.
O único inimigo mais perigoso do que um homem com recursos ilimitados é aquele que não tem nada a perder.
Ir para além do viés do aparentemente possível é o que nos faz humanos, nenhum homem brilhou, nenhum homem inovou por fazer aquilo que o status quo dizia que era possível. Só aqueles que acreditaram poder fazer o impossível, é que foram além disso e inovaram.
O homem normal gradua o medo pelo tamanho do perigo. O histérico avalia o perigo pela intensidade do medo que sente.
Se um homem não foi escolhido ele nunca virá. Quando ele vem é uma prova segura de que foi escolhido.
Gosto de homem que gruda que nem chiclete.. porque quando acaba o gosto... não penso duas vezes.. em abrir um chiclete novo..
A pior raça de homem não é o galinha, nem o atirador, nem o que não liga no outro dia, muito menos o mole, e sim o "FALADOR", fala o que fez quando faz, e inventa o que não faz sem ter feito.
