Homem Perfeito Texto de Arnaldo Jabor
Nada é estável.
E quando um homem coloca a própria paz nas mãos de outras pessoas, a conta sempre chega.
Quem já passou por histórias desastrosas sabe, depender dos outros é pedir para cair de novo.
É como construir no terreno errado qualquer vento derruba, qualquer ausência pesa, qualquer traição destrói o que levou tempo pra levantar.
Com o tempo, a gente aprende que estabilidade não se recebe, se constrói.
E ela não vem de ninguém lá fora.
Vem da forma como a gente reage, da força que a gente segura mesmo machucado, da disciplina de continuar mesmo cansado.
Homem que leva cicatriz no peito não volta a ser o mesmo.
Mas pode se tornar mais forte, mais consciente, mais inteiro.
Ele para de mendigar presença, de buscar validação, de aceitar migalhas emocionais.
A real é simples
Confiar nos outros é bonito, mas confiar em si mesmo é o que mantém de pé.
No fim, o maior risco não é perder alguém.
É perder a si mesmo tentando sustentar o que já estava desmoronando.
O homem é aquilo que pensa.
Cada pensamento é uma semente que cresce dentro de você.
O que você alimenta na mente se reflete no seu dia, nas suas escolhas, na sua vida.
Pensar é agir antes da ação.
O que você acredita molda a realidade que você vive.
Cuidar da mente é cuidar do destino.
Quem domina os próprios pensamentos, domina a própria vida.
–Purificação
FRASES QUASE SOLTAS
Uma vida alegre e bela é melhor que uma morte empoeirada.
O bom homem suporta a dor do amor, mas não a causa;
ateia fogo em seu próprio coração, contudo, não apaga suas lágrimas.
“Meu instrutor é caro para mim, todavia, a verdade é ainda mais cara” —
assim disse Platão à língua que o criticava.
A verdade pode ser o componente mais importante na música;
entretanto, a música é arte.
Então, depois que te tornares um artista,
precisas aprender que aceitar as críticas faz parte.
Oh, música! Tuas melodias encantadoras
tornam toda impotência suportável.
A cenestesia exposta à melodia romântica
emerge das decisões irracionais e, depois, do ranger dos dentes.
Nos voe — para onde quisermos!
Assim, a melodia sai pela janela à procura do vento.
Tu giras em uma valsa febril,
cais em uma enorme cachoeira
e lanças-te rio abaixo.
Em teus ritmos, as histórias de amor começam e terminam
na fuga e na esperança, na paixão e no significado.
Rosimara Saraiva Caparroz
Trono de areia
Dizem que um homem ergueu torres de vento,
coroou-se com ouro que cega o próprio sol,
e acreditou que as marés lhe obedeciam
como cães adestrados na praia.
Ele marcha sobre desertos férteis,
semeando cinzas como se fossem trigo,
e chama isso de vitória.
Enquanto isso, os rios sussurram em segredo:
“a água não bebe mentira,
a justiça sempre chega até o mar.”
O céu, paciente, ri em trovões contidos,
porque sabe que nenhuma coroa de barro
sobrevive ao sopro que molda tempestades.
Ele, vaidoso, conversa com seu reflexo,
e o espelho, cansado, quebra-se em silêncio.
As estrelas, de tão antigas,
olham para sua altivez como se fosse brinquedo
de criança distraída.
Pois quem pensa mover o mundo
com os punhos fechados,
acaba esmagado pela própria sombra.
E no tribunal secreto das montanhas,
onde a neve é juíza e o tempo é escriba,
ficará registrado:
nenhum homem jamais dançou acima da Verdade,
pois a Criação não se curva
a quem acredita ser maior que o Criador.
Seria eu a errada de te amar como mulher ama homem?
Eu te amo mesmo que as vezes não perceba e te odeio em meu secreto; mas desta vil couraça meus olhos partem para algo mais claro e que pareça justo.
Te escrevo linhas que não entenderia. Sobre essa abrasadora paixão porém antiquíssima e madura, te deixei meu coração, que deveria fazer? Perder aquilo que amo por um mero instinto — que se bem analisado, não é certo ser descrito como tão pacato e indiferente — de certeza, parece-me verdade, mas quando é que foi que esta se tornou tão incerta e inflexível — critico à mim mesma por pensar assim. Divido então, amor e razão. Razão essa qual não me é sólida, que força-me a olhar tudo que não pedi para ver, como te deixar ir com um embolo de mil linhas no estômago, os olhos lacrimejando, os passos como em uma melodia dramática trançando e o peito ardendo em pranto.
Aí vem ele, o último homem.
Cheio de si, tem tudo à mão,
sem perceber, depressa os dias correm.
Veja! O algoritmo esconde sua solidão!
Pensa ser o centro do universo,
uma dose de ignorância, para lhe cegar.
Venenos em papéis bonitos, para lhe saciar,
Outro veneno para lhe curar,
e muito veneno finalmente para lhe matar!
Sem tempo para adoecer,
sem tempo para desconfiar,
e muito menos para pensar,
sem luz própria, não pode se isolar!
Essência perdida, alma ferida!
Sua alma morreu, antes do corpo!
Sem alma, virou um animal, ensinado a dançar
em troca de atenção e comida!
Acredita em igualdade e liberdade,
mas, pode alguém ser livre e igual?
Se todos são iguais, não existe liberdade!
Se todos são livres, não existe igualdade!
Isso é um beco sem saída,
nosso rebanho, não tem pastor!
A ignorância é atrevida,
tem gurus ensinando sobre a vida!
"Essência"
A mulher é movida pelo momento. Ela não ama o homem que está com ela, ama o que sente ao lado dele.
Mulher não tem caráter, é pura adaptação: muda de opinião como muda de roupa.
É um camaleão pintado de maquiagem. O homem que busca firmeza numa mulher se afoga em areia movediça.
Ela se molda ao homem, ao instante, e no fundo nunca teve essência.
ANGOLA, A MÃE DESALOJADA
Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.
O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.
A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.
O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.
Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.
Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.
Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.
Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.
O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.
Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.
Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.
Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.
Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.
Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.
Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.
É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.
Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.
Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.
Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.
Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.
Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.
Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...
Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.
Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.
Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:
"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."
Autor: Jack Indelével Wistaffyna
O homem lindo que encontrei
Tinha em seu olhar a esperança
de viver o amor,
como quem espera a chuva
numa tarde seca.
O homem lindo que encontrei
tinha em sua casa plantas
e muita cor,
como se cada folha verde
fosse um pedaço do seu coração
tentando brotar de novo.
O homem lindo que encontrei
tinha um sorriso meigo
pra esconder sua dor,
e eu vi, no canto da boca,
o peso de histórias
que ele nunca contou.
O homem lindo que encontrei
usava óculos iguais aos do Harry Potter,
e talvez, como o bruxo,
carregasse cicatrizes invisíveis
que o tornavam ainda mais mágico.
O homem lindo que encontrei
me ensinou que beleza de verdade
não mora na pele,
mas no jeito tímido
de oferecer ao mundo
um amor que ainda acredita
em recomeços.
Morte do Artista
Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.
Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.
E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.
Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.
Modelo de homem do século XXI sutilmente imposto ou transmitido culturalmente: falar sempre de modo
fofinho, sorrir de modo bobo aprovando o que fere a virilidade,apoiar qualquer causa individualista, ideológica, partidária em prol de minorias
Minha resposta: estou e me sinto bem fora desse modelo!
Quanto ao que a minoria precisa não é de ideologia partidária, mas sim, de direitos humanos de verdade e da Graça Divina!
“Sou o tipo de homem que não conquista… implanta dúvida. E a dúvida faz mais estrago que qualquer charme.”
“Minha frieza não afasta ninguém… só seleciona quem vale a pena.”
“Não prometo nada. Só deixo você imaginar o que pode acontecer — imaginação sempre seduz mais que toque.”
Dizer que eu sou o homem da relação... e não deixo vc ser... mentira!
O homem da relação provê a casa... coloca todo dinheiro no lar... e troca ideias com a mulher sobre como guardar uma parte e usar pra laser e necessidades futuras... *e eu não te impeço disso.*
O homem da relação para de desculpas e se entrega pra mulher que ama e a recebe na mesma proporção... *e eu não te impeço disso.*
O homem da relação sabe cada melhoria que precisa ser feita no lar, e faz o quanto antes possível, resolve esses problemas, pinta a casa, conserta o que for necessário, sem mais delongas... *e eu não te impeço disso.*
O homem da relação chama a família pra orar, lê a palavra, anda no caminho de Deus e é o exemplo a ser seguido para seus filhos... *e eu não te impeço disso.*
Então para de jogar palavras ao vento sem embasamento nenhum, e começa a dizer o que realmente faz sentido!!!
A grandeza de um homem não se pesa em ouro ou títulos, nem se mede em centímetros ou reconhecimento.
Ela floresce na integridade de suas escolhas, na fidelidade silenciosa aos princípios que carrega.
Não somos lembrados apenas pelo que falamos, mas pelo rastro que deixamos na vida alheia, pelas ações que tocam sem alarde o cotidiano dos que nos cercam.
Ser grande é agir com honestidade quando ninguém observa, é defender o justo mesmo quando isso desafia o consenso, é oferecer respeito a todos sem esperar retorno.
O espelho do mundo não reflete palavras, mas gestos; não avalia intenções, mas revela o caráter. E é nesse reflexo silencioso que se mede a verdadeira estatura de uma alma.
Tão linda como as mais belas rosas
Sua essência exala o calor
Tudo o que um homem precisa
Eu encontrei em seu amor
Como uma semente que germina
Através de um puro e intenso olhar
Como uma raiz que se edifica
Eu me vejo em teu caminhar
Uma voz doce que encanta a quem ouve
Um sorriso belo que alegra a quem vê
Foram tantos dias de espera
Para que enfim eu pudesse ter você
Uma busca incessante por me aproximar
Um valor raro de se encontrar
Pois onde está a minha amada
Meu coração ali também está
Não somente como a chama de quem ama
Porém a chama de quem vive
E tudo que contigo hei de viver
Nenhum mal me reprime
Na minha imensidão você é minha luz
Mesmo que para ter a ti, eu carregue uma cruz
Pois em ti encontro a minha prece
Onde no meu jardim, a paixão em mim floresce.
Soneto “Meus pais”
Alonso e Eunice (em memória)
Seu Alonso, meu pai conselheiro
Homem trabalhador, conhecido por “Meus Amigos”
Ajuda a todos, chama-os de queridos
Sustentou os filhos com o suor de pedreiro.
Dona Eunice, minha mãe educadora
Mulher persistente, intitulada “Minha Amada”
Orientou a tantos, pela educação foi obstinada
Sustentou os filhos com a função de professora.
Ele, eterno “vizinho”, sereno, flamenguista animado
Da família Tavares, cresceu no Acai do Lago Grande
Pai amável, tio carinhoso, esposo apaixonado.
Ela, eterna “diretora”, resiliente, franciscana empenhada
Da família Ferreira, cresceu no Atumã de Alenquer
Mãe incansável, tia inspiradora, esposa dedicada.
Santarém - Pará, 26/08/25.
Servir
Em momentos de infortúnio a postura se revela.
O caráter de um homem só se prova em meio a guerra.
Há um fardo sobre a jura da defesa da nação
Esse fardo custa sangue e muita determinação
Quem o porta não lamenta e rejeita monotonia,
Premeditando o caos em momentos de calmaria.
Alter ego que anseia o conforto de seu lar,
Mas prepara-se no aguardo das missões que irá herdar.
Não acolhe elogios, nem reciprocidade,
Ele atua em prol da defesa da liberdade.
Quer conheça ou desconheça o semblante deste ser,
Ele sabe, não espera, apenas faz por merecer.
Não o veja com os olhos de alguém que sente pena,
Pois “lamento” é um fruto da árvore que ele condena.
Quando há adversidades seu dever é atuar,
Pois é isso o que se espera do indivíduo militar.
O seu mais sábio instrutor foi pregado em uma cruz,
E por trás da escuridão deixa um verbo em sua luz.
A palavra iluminada é a razão para o seguir,
O maior verbo da história, com certeza é SERVIR.
CONCEPÇÃO FILOSÓFICA DO HOMEM E QUALIDADE DA SAÚDE MENTAL
A Qualidade da Saúde Mental de um Homem depende sobretudo da Concepção Filosófica que o Homem tem sobre si mesmo!
Os Homens que se veem como sendo o Corpo tendem a viver à ritmo das modificações do Corpo e do Ambiente Social sofrendo com estresse, ansiedade, depressão e consumo de várias drogas!
Os Homens que se veem como sendo o Sujeito Gestor do seu Corpo tendem a viver desapegados das modificações do seu Corpo e do Ambiente Social adoptando estratégias de gestão do Corpo que previnem estresse, ansiedade, depressão e consumo de várias drogas!
Para isso, a Educação Mental é a base, e a Literacia em Saúde Mental deve incluir o conteúdo das diferentes concepções filosóficas do Homem e sua relação com a saúde mental!
Ele: Por que você me ama?
Ela: Por que eu te amo?? 🤔
Te amo pelo homem incrível que você é,
por ver que meu menino cresceu,
por ver o quanto evoluiu nesses anos que passamos juntos.
Te amo pela admiração que tenho por você
e pelo seu potencial.
Sei que seu futuro será brilhante,
sei o quanto você é merecedor,
e quero poder apoiar e ajudar você a evoluir
e ter sempre o melhor pra sua vida.
Te amo porque você desnuda sua alma pra mim
e me deixa à vontade pra fazer o mesmo.
Te amo porque meu coração dói quando penso
no quanto gosto de você,
porém é um “aperto” gostoso de felicidade,
um abraço com o coração,
um sorriso largo que nunca encontra limites.
Te amo porque, mesmo sabendo que poderia estar em qualquer lugar,
o único lugar em que eu gostaria de estar é ao seu lado.
E mesmo conhecendo você nos seus piores momentos,
eu te amei tanto, que aprendi a amar até seus defeitos.
Eu amo quando, olhando nos seus olhos,
consigo ver a sua alma,
e quero poder cuidar de você
pelo resto das nossas vidas.
E, mesmo sabendo que não preciso de você pra ser feliz,
quero dividir minha felicidade com você.
Só quero saber se você também quer…
Quer casar comigo? 💍
16/07/18 — 00h52
Karina Megiato
O homem que pensa sozinho assusta mais que um homem armado.
Imprevisível. Indomável. Livre.
Não segue dogmas.
Não se curva a partidos.
Não precisa de pastor ou político.
Ele decide. Ele age. Ele é perigoso.
Uma arma pode ser controlada.
Um homem armado pode ser vigiado.
Um homem livre no pensamento… ninguém prende.
Não pertence.
Não teme a solidão.
Vive com sua própria lucidez.
Não idolatra políticos.
Não ajoelha diante de líderes que vendem fé para comprar poder.
Sua força está no silêncio.
Na decisão.
Na mente que pensa, questiona e age por si mesma.
A mente independente é mais afiada que lâmina.
Mais perigosa que exército.
Mais libertadora que qualquer lei.
Não se dobra.
Não se compra.
Não se controla.
É por isso que incomoda.
Porque quem pensa de verdade não serve de massa.
Ele é a liberdade que eles temem.
— Purificação
