Homem Palavra
A Palavra Permanece
A minha arte incomoda. Incomoda tanto que fui banido dos serviços da META. Incomoda a extrema-direita. Ainda assim, minhas palavras continuam encontrando outros caminhos. Já enfrentei censura em jornais impressos e sobrevivi. Não será a censura de uma empresa que transformará minha escrita em silêncio.
A META passará. O que escrevo permanecerá. De alguma forma.
Há muito tempo desafio a extrema-direita, e nunca conseguiram me apagar por completo. Sempre ressurjo. Pela minha própria escrita ou pela lembrança deixada na escrita de outros. Às vezes, por uma citação. Outras vezes, apenas por uma ideia que segue circulando sem que sua origem seja lembrada.
E mesmo quando não houver redes para me citar, estarei presente no pensamento que ajudei a provocar. A empresa hoje poderosa será apenas mais uma empresa na história. A palavra, a ideia e a arte lançadas por mim e por tantos outros artistas perseguidos continuarão seu percurso.
Empresas podem falir. Plataformas podem desaparecer. Impérios econômicos podem ser substituídos. Mas as ideias atravessam o tempo. E a arte, quando encontra eco, permanece.
O texto reforça a permanência das ideias em contraste com o caráter transitório das empresas e instituições, mantendo o tom combativo associado à voz ensaística de William Contraponto.
Sigo na rede: Aqui no blog oficial, em inúmeros outros site nos quais sou citado. Em outras redes não associadas a empresa citada. Ou seja: YouTube, TikTok, X (twitter), nos meus livros publicados no que podem ser adquiridos aqui (em breve gratuitamente), no Clube de Autores ou no Google Livros do PlayStore em português em versões escritas ou adaptadas em espanhol. Etc. Etc...
William Contraponto
O amor é único, como uma palavra ele não falta para quem procura. Mas, parece sinico, porque ele não ju
"Existem pessoas que usam a palavra para construir pontes e outras que a usam só para espalhar ruído, porque a paz dos outros incomoda quem vive em permanente desassossego. Há quem prefira se recolher à própria maturidade a se rebaixar a responder provocações que não agregam absolutamente nada."
"Domino a arte da reciprocidade com maestria. Cada gesto, cada palavra, cada ação é uma pincelada na tela
da minha resposta."
"Nenhuma marca no corpo substitui a proclamação do evangelho, o ensino da Palavra e uma vida moldada pela cruz."
“Quando alguém afirma que a Bíblia apenas contém a Palavra de Deus, mas não é a Palavra de Deus, o objetivo quase sempre é reduzir sua autoridade para não se submeter ao que ela ordena.”
“Negar que a Bíblia é a Palavra de Deus geralmente é o primeiro passo para rejeitar sua autoridade.”
As pessoas do bem curam com um olhar, com um sorriso, com uma palavra, já as pessoas maldosas tem uma energia tão ruim, que até seus pensamentos nos machucam!!!
Pernambucanidade!
Palavra de identidade!
Gilberto Freyre lhe deu nome,
Pernambuco lhe deu verdade;
E o povo segue escrevendo
Por toda sua eternidade.
Admiro quem espalha amor e cuidado nos pequenos gestos. Às vezes, um sorriso, uma palavra doce ou um simples gesto de carinho basta para transformar um dia difícil e aquecer uma alma.
Há um só Deus soberano, eterno e imortal, mas as pessoas que ouvem e praticam a Palavra de Deus são consideradas - deuses; fisicamente mortais, mas espiritualmente eternas.
(Confira: Jesus - João 10.34,35; Salmos 82.6)
F. Meirinho
“Toda palavra tem um destino: a dita encontra o outro, a maldita o fere, e a não dita permanece em quem se calou.” — Leonardo Azevedo. A frase constrói uma reflexão sobre a palavra não apenas como expressão, mas como acontecimento, atribuindo a cada forma de dizer ou de silenciar uma consequência própria. Ao afirmar que “toda palavra tem um destino”, ela sugere que aquilo que formulamos nunca é inteiramente neutro, pois mesmo antes de alcançar alguém já carrega intenção, afeto e possibilidade de transformação. A palavra dita “encontra o outro” porque abandona o território íntimo e passa a existir também naquele que a recebe, podendo aproximar, esclarecer, consolar ou modificar uma relação. A palavra maldita, em contraste, representa aquela que atravessa esse encontro como ferida, revelando que a linguagem também possui poder destrutivo e que certas palavras sobrevivem ao instante em que foram pronunciadas justamente pelas marcas que deixam. O movimento mais profundo, porém, ocorre na palavra não dita, porque seu destino não está no outro, mas naquele que escolheu ou precisou silenciá-la. Ela permanece como possibilidade interrompida, confissão adiada, perdão recusado, amor oculto ou verdade contida, adquirindo paradoxalmente existência pela própria ausência. Assim, a frase estabelece uma gradação entre comunicação, ferida e silêncio, para concluir que nem sempre aquilo que não pronunciamos desaparece; algumas palavras deixam de alcançar o mundo justamente para permanecer, talvez por muito mais tempo, dentro de nós.
