A Natureza e o Homem
Cada vez mais o Homem recusa a sua conexão com a Natureza; indubitavelmente está a distanciar-se de si próprio.
Enquanto o homem continuar a desconstruir a Natureza e continuar a construir a busca incessante pelo lucro, seremos somente árvores que não caem folhas.
A natureza transparece tantas belezas sem nenhum esforço, mas às vezes, a única arte que o homem admira nela é a destruição!
Para amar a Deus não foi preciso o homem ter uma religião, bastou olhar a natureza e ter noção da imensidão do universo para perceber que acima de nós existe uma força suprema, inteligente que está no comando e que nos concedeu a dom de viver.
Não conheço melhor definição da palavra arte que esta: “A arte é o homem acrescentado à natureza”.
Deus deixou a natureza e a ciência moderna para o homem se beneficiar delas sem ele ter que intervir com milagres e curas.
Rousseau e Pelágio afirmaram que: "O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe".
Contudo, a realidade é esta: O homem é mau por natureza. A sociedade é apenas um reflexo, em larga escala, do que sua natureza corrompida é capaz de fazer.
O Evangelho de Cristo não muda o homem de religião ,mais sim muda a sua natureza para ser um cidadão do Reino dos Céus.
O homem contemporâneo não apenas vive no mundo da natureza e no mundo social, mas igualmente, no mundo das invenções técnicas. A ideia de que as invenções técnicas são uma parte do mundo da natureza pareceu justificar-se durante todo o tempo em que foram um elemento bastante modesto da realidade.
Segurança é uma superstição. Ela não existe na natureza nem na forma que os filhos do homem a vivenciam. (...) Evitar o perigo não é o mais seguro do que se expor às intempéries. (...) Ou a vida é uma aventura cheia de ousadia ou não é nada.
