Homem Elegante
Pecado
Ato ou ação
Ainda errado
Pasto
Gado abalado
Pelo homem
Pede perdão
Homem com ganancia
Não se sente amado
"sentiu apenas solidão
Ja fechou teu coração "E.V
Acabado pela gula
Viciado em pecado
Um pastor de ovelhas
Ovelhas negras
o Homem ao ver as belezas que a natureza consegue escupir, deveria enxergá-la como um organismo vivo, para então, quando fosse agir sobre ela com o único propósito de satisfazer seus desejos, percebesse o quão ele nega a sua propria racionalidade, destruindo-a e se destruindo recíprocamente.
"Em épocas decadentes, o homem medíocre transforma-se em herói; o imoral, em arquétipo; e o poderoso da vez, em mito".
É o homem cocriador da sua realidade, são os pensamentos a magistral bússola que guia a existência dos seres. Quod enmim est erit semper (Pois o que é, sempre será) Disse Hermes o sábio. Sois como a sombra que imita o que está em oculto na mente ou como o espelho que reflete no exterior as verdades presentes no interior. Se dentro de ti há trevas, trata logo de fazer delas luz, pois aquele que não transforma perece, e aquele que não nasce morre.
A vida de um homem não é um enigma, apenas reescrita várias vezes por outros que nada tem a ver com ele.
Estar vivo literalmente para o homem, resume-se no processo de inspiração e expiração espontânea, mas o responsável ainda por isso ainda é o O2, diga não a soberba.
A cerca de 2.000 anos,
um homem inocente foi condenado, preso, torturado e crucificado
por um erro do Poder Judiciário.
Passados todos esses anos,
ainda temos esperança
de que o Judiciário não continue errando.
Quando o homem pecou transgrediu a justiça divina e humana. As folhas de figueira cobriu a nudez e atendeu a justiça humana, mas a transgressão divina só podia ser paga com sangue, pois a sentença era morte; então Deus os cobre com pele de animal. Mostrava assim, que no futuro, o Cordeiro cumpriria a justiça divina.
Uma das maiores dificuldades da vida de um homem que ama, e fazer alguma coisa em pleno juízo pensando na mulher amada
Não confunda a fase boa de homem com o direito de machucar alguém, lembre-se o presente é a consistência do futuro e a Lei do retorno é a pedra que vai morar no seu travesseiro.
Mulher, sintetizando a natureza virgem, o santuário e a companhia espiritual, é para o homem o que há de mais amável. Em certo aspecto, ela representa a projeção da interioridade misericordiosa na exterioridade estéril e, a este respeito, assume uma função sacramental ou quase divina.
"A identidade de um homem revela-se com peculiar ênfase nas suas lembranças, quando ele olha para trás e se vê nas próprias pegadas, as quais lhe dão a perspectiva do caminho percorrido. Este, por mais acidentado e permeado de mudanças que tenha sido, é uno, ou, noutras palavras, possui a unidade das coisas irrepetíveis, jazentes na memória.
Envelhecer bem é tornar-se capaz de contemplar a própria identidade. Infelizmente, isto não é para muitos, visto que, em todos os tempos, a maioria dos homens se afoga na superfície duma vida medíocre. Acresça-se o seguinte, ainda neste contexto: envelhecer bem é estar em paz com o passado, aceitando-lhe os sofrimentos e as alegrias, os erros e os acertos, as boas e as más escolhas, algo impossível para quem se recusa a vê-lo e, nele, ver-se.
Em contrapartida, envelhecer mal é estar em litígio com os vestígios do passado, sinal de que o medo ou a covardia de olhar para a própria história venceu. Trata-se duma vitória funestamente enganosa, com certeza, porque ninguém aborta um remorso, nem mesmo os covardes. Não adianta, pois, a pessoa mentir com a imaginação para apaziguar-se com lembranças falsas: a dor virá, e será tanto maior quanto mais adiada tiver sido.
Só dá testemunho da própria identidade quem amadurece, e só amadurece quem tem a coragem de amar. É a maturidade esse estado psíquico acidentalmente cronológico que dá sentido a uma vida humana.
Quem não se liberta na plenitude duma vocação realizada, conhece-se muito pouco, quase nada. Não consegue enxergar as suas impressões digitais anímicas, e, portanto, mal tem o vislumbre da própria identidade. Vive de saudades sabotadas, pois precisa inventar o passado para suportar o presente e, então, amoldar tudo a um futuro amesquinhado.
O passado renegado é uma herança maldita. Por isso, é livre quem aceita estes ossos lascados que pulsam de dor".
A questão é: Quem foi o primeiro homem a testemunhar a vinda do primeiro homem? Se na regressão do último ao primeiro, a verdade se esbarra no dogma e cai no precipício que a separa do além, onde está o veredicto na História?
