Homem Destroi Mundo
Não renunciamos a nossa existência, com medo de nunca mais voltarmos a conhecer o mundo tal como ele nos parece ser hoje.
Vivemos no mundo em busca de felicidade, mas, no nosso dia a dia caminhamos pela vida como meros peregrinos em busca de prazer sem sentido.
O difícil no mundo não consiste em vivermos, consiste antes, em sabermos quem somos e, qual é o fundamento da nossa existência.
Os passos dados com honestidade, num mundo onde todos gladeiam contra todos, muitas vezes parece não se justificar, mas, a nossa persistência no bem fazer, nos torna diferentes entre os diferentes.
O mundo que se fecha em nós, nunca esteve aberto nas nossas cabeças, pois, somos a realidade do mundo que exteriorizamos e que todas as outras pessoas pouco ou nada conhecem.
A pandemia que assola o mundo, tem servido de barómetro para avaliar a capacidade dos Governos agirem com eficácia em favor do povo que neles confiaram.
A certeza de continuidade do mundo pós-Covid passa hoje, pela troca de vida por vida, que numa linguagem aberta, significa que alguns serão sacrificados para que o mundo continue a existir.
Somos responsáveis pelo mundo, mas, não queremos nos responsabilizar pelas mudanças que impomos ao universo, quando nós nem sequer aceitamos alterar alguns dos nossos comportamentos na terra.
A maior de todas alegrias da nossa vida, passa por vivermos preenchidos em nós, quando o mundo que nos rodeia nos aprecia, não pelo que temos, mas, pelo que somos.
Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a canalização de fundos para garantir a sobrevivência de um todo.
Por mais que busquemos entender o mundo, nunca encontremos uma explicação cabal que nos leve a perceber em concreto o motivo da nossa real existência.
A lógica alcançada pelo nosso pensamento acerca do mundo, nunca será suficiente para entendermos os fenômenos que abalam a natureza humana.
Nascemos para encontrar a nossa liberdade espiritual, mas, depois que nos envolvemos com o mundo material, deixamos de parte a convicção de continuarmos a caminhada em busca de satisfação imaterial e nos tornamos em instrumentos atípicos do mundo.
O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.
Fornecer energia e água ao povo é um dever básico dos governos pelo mundo, porém, se estes bens elementares não chegam a população em tempos normais, que garantia tem o povo, que agora com a pandemia e sob pressão do reinício das aulas a água jorrará em abundância nas escolas?!
A melhor fórmula para vivermos as alegrias ínfimas do mundo, passa por sabermos falar mais de nós e da nossa curta metragem que é a nossa vida, porque muitos irão nos julgar por sermos bons e outros nos irão julgar por sermos maus, daí que, no final de tudo, o que mais importa é termos um carácter digno.
Cravamos os mistérios sobre a nossa passagem pelo mundo, como se de um teatro se tratasse, onde a certeza sobre o final previsto no guião da vida, encontra-se secretamente escondido na mente do seu director de produção, que no teatro real da nossa vida chama-se DEUS.
Santificamos o dia em que nascemos sob o mérito do esforço da mulher que nos trouxe ao mundo, como guerreiros altivos e destacados, aprendemos a lutar pela vida, num campo de batalha cujo inimigo são apenas expressões nostálgicas da nossa mente.
Há geração COVID irá revolucionar o mundo, pois, a forma como os países se estão a preparar para formar os seus cidadãos, mostra que a filosofia do ensino presencial e as relações interpessoais físicas, estarão ultrapassadas no tempo e no espaço.
Poucos sabem manejar a banca e, muitos dos que sabem, não se predispõem a ensinar, daí que, o mundo apenas sorri para quem torna a banca a sua empregada, que mesmo dormindo, muitos ganham na proporção justa em que uma instituição financeira bancária ganha.
