Homem Destroi Mundo
Rezo aos anjos que te protejam mesmo quando sei que governas o mundo dos anjos por seres a rainha angelical do meu coração.
Quando sinto os teus lábios sobre os meus, tenho a sensação que o mundo é eterno, pois, sinto como se fosse a primeira vez que recebo um beijo tão estridente.
Encho a minha mão de bondade e tiram-me o sentido de bem fazer, pois, preferem espalhar pelo mundo fora o veneno da maldade contra mim.
Nunca marcaremos passos firmes pelo mundo dos quais não nos arrependeremos por segundos, por seres meros mortais e ensaiamos amar sem errar.
O mundo está a perder para a guerra, não porque o material bélico tenha melhor expressão, mas, porque os humanos perderam a sua essência de bondade.
Depois do mundo assistir impávido e sereno a destruição da Líbia e do Iraque, hoje a nossa estupidez intelectual enquanto humanos nos leva a aceitar que seja igualmente destruído Israel.
O mundo deixou de ser governado por políticos vocacionados e passou a ser gerido por populistas radicais e oportunistas insensíveis que têm levado as Nações ao declínio profundo.
As Nações no mundo actual já não sabem qual é a sua verdadeira função, por essa razão, sequer se importam com as guerras que deflagram em certas latitudes do planeta terra.
A missão de todos os seres no mundo é trabalhar para que a sociedade em vivem e o planeta em que habitam estejam livres da fome de toda miséria.
O mundo sente-se coroado pelas chamas das guerras que invadem a vida dos homens e mulheres deste planeta, mas, nenhum ser se consegue lembrar que as guerras podem terminar se deixarem de parte a ganância.
Somos seres ocasionalmente divinos, que acreditam que o nosso tempo no mundo é limitado sem que nunca alguém tenha confirmado.
Muitas vezes abrimos a janela da nossa vida para o mundo que nos rodeia e, num instante somos odiados por muitos por se aperceberem que temos uma vida pautada pela honestidade.
Gastamos tempo para nos identificarmos com o mundo, mas, o mundo não nos reconhece como seres ligados a si, por isso, morremos em busca do meio em que pertencemos.
Deixamos o mundo invadir a nossa vida por excesso de confiança e logo de seguida, descobrimos que somos seres abandonados dentro do nosso próprio eu.
O dia em que nascemos, deveria ser acompanhado da certeza que existiriam seres no mundo dispostos a nos ajudarem a caminhar pelas calçadas da vida.
Somos marcados por desejos infinitos, mas, a nossa vida no mundo, não nos permite realizá-los a todos, por pura indecisão de nossa parte.
