Homem Destroi Mundo
Oportuno faz os curiosos da oportunidade, suas portas para o mundo aberto, flores coloridas estão por trás dos portais, para ser entregue para quem enxerga as tais.
Grandes mudanças podem acontecer, o mundo pode estremecer, os monstros e os anjos estarão do seu lado, você terá que guiar sua espada, segurar seu escudo, decidir qual dos dois caminhos seguir, na paz ou no caos. Haverá a luz e escuridão, e no centro dos dois, a fé. Só ela manterá você no centro do seu caminho.
O nosso pior inimigo! Não é o mundo! Nem ás pessoas! Nem às instituições! Somos nós mesmos contra nós mesmos!
Plante sonhos, como sementes, deixe germinar, enriqueça a terra, afinal tudo que existe no mundo, seja qualquer prédio emergido do chão, foi um sonho!
Por horas quer matar o mundo, outras afogá-lo, mas por um instante para, percebe-se que não se é lá grande coisa... deixa e passa, tudo realmente passa!
E o mundo... o mundo tá aí pra se jogar... pra se quebrar... pra levantar... pra gargalhar... pra amar... pra viver!
Na universidade, um mundo sem cor,
O caminhar solitário, um triste labor.
Mas o conhecimento, pode ser gerado,
Sem que a dor seja sempre seu fado.
A alma perdida, buscando seu lugar,
A solidão, difícil de suportar.
Mas no desafio, há uma luz a brilhar,
No encontro de mentes, o saber a desvendar.
A universidade, sem alma aparente,
Esconde segredos, saberes latentes.
O conhecimento, não precisa ser penoso,
Pode ser uma jornada de prazer generoso.
Encontre camaradas no mesmo intento,
Descubra juntos o sentido do aprendimento.
No diálogo, nas trocas construtivas,
Encontre alegria em novas perspectivas.
Que a universidade se revista de calor,
Que o conhecimento seja um manancial de amor.
No encontro de mentes, em harmonia,
Que o caminhar solitário se dissipe um dia.
Que o saber seja um processo compartilhado,
Onde a solidão se transforme em abraço afetado.
E que a universidade, com alma e sinfonia,
Seja um lugar de trocas, de amor e poesia.
No vasto mundo do saber a fluir,
Não tema o conhecimento, deixe-o surgir.
A ignorância, também, não tema enfrentar,
Na busca da verdade, sempre avançar.
Sem ideologias, em busca da união,
Abra-se ao diálogo, de coração.
Troque ideias, sem restrição,
Aprendendo com a diversidade em ação.
Em cada livro, um universo a desvelar,
Olhos atentos, prontos a explorar.
A origem não importa, o que vale é aprender,
O conhecimento espera por você.
Curiosidade, guie-nos com fervor,
Descobrindo mistérios, a todo vapor.
Deixe o medo de lado, vença o receio,
No saber reside o poder que almejo.
Então, abrace o conhecimento em harmonia,
Encontrando sabedoria a cada dia.
Na troca e no respeito, erga seu canto,
Rimando versos, celebrando o encanto.
O engasgo
Do grito que sou silenciado,
Das ideologias enraizadas,
Das maldades do mundo,
Das trocas ineficazes,
Das pessoas frias, secas e sem brilho.
A palavra nos diz que Deus escolheu para ele antes da fundação do mundo um povo. Esta escolha não era por méritos ou algo bom, ele escolheu única e exclusivamente por sua soberana escolha.
Um mundo irreal
cujo olhar é felicidade,
choro tristeza
se a ambiguidade é desprezo,
o mundo é irreal, afinal
a hipocrisia é ápice do final
que abres o início
de um ciclo vicioso,
onde a verdade se mascara
e o sorriso é duvidoso,
em corações que se calam
quando a alma dispara.
E se o tempo é um espelho
que distorce o essencial,
caminho entre sombras
de um querer tão irreal,
tateando o incerto
em busca do que é vital.
Mas se o mundo é ilusão,
que reste então a poesia,
como farol da contradição
e abrigo da utopia.
O mundo é perverso, mas encantador.
É triste perceber que o antes se passou,
mas um novo amanhecer nasce,
jogando fora o que passou.
Apesar de utopia e invisível ao olho nu,
ainda permanece o ontem enquanto o hoje se faz presente,
mas o futuro já passou e também é futuro agora.
Tudo está entrelaçado e sufocante,
como as amarras da jiboia na presa,
que vê a última imagem do fim.
Mas também é lindo,
pois foi uma experiência única.
Nada pode ser jogado fora.
O mundo é feito disso:
entre desastres de cataclismo e de criação.
E a lição que vem em meio a tudo é:
tudo vai passar
e será uma parte do que virá.
Mas os rostos, os sacrifícios,
as alegrias, os costumes... passaram.
E talvez o fim de tudo já tenha acontecido,
pois o mundo é cíclico.
Civilizações desapareceram
e você desaparecerá.
Então, seja o ser único que veio ao mundo
entre tantas possibilidades.
Traga a unificidade
que a presa, nas garras da jiboia,
viu ao encarar seu último dia.
Relembre, entre suas memórias,
o momento de euforia
que teve ao sobreviver
em um belo dia.
Poesias jogadas ao vento, rostos revirados pelo ego.
Países em desafensa, mundo em caos, leis e princípios desorientados.
Mas por quê?
Por que o certo, dando certo, torna-se errado como uma criança
que corre desafreadamente pelos pais ao se distanciarem,
pelo medo do desconhecido.
Triste considerar, mas o “não” precisa surgir.
Triste reconsiderar, mas o “sim” precisa surgir.
Lamentável dizer que ouvidos tampados não fazem sumir os gritos —
as dores do esquecimento de um povo, de uma luta em comum.
O progresso...
Extermínio de valores que se perderam com aqueles que os fizeram surgir.
Não precisa de palavras — precisa de ações.
Precisa destampar ouvidos,
para que as mãos possam ajudar quem precisa levantar.
A criança que corre desfreadamente
não consegue acompanhar aqueles que, em direção contrária, se vão.
Mas nutre, a cada passo,
a coragem que não sonhava ter.
Assim é possível que países em desafensa façam o impossível acontecer —
como a poesia que dá luz ao impensável.
Basta soltar os óculos escuros
e ajudar tudo que venha ao seu caminho.
Vivemos num mundo de sorrisos ensaiados, forjados pela hipocrisia, que brota do esquecimento do que é ser, de fato, feliz.
O mundo é feito de escolhas,
compreendê-las nem sempre alivia o peso.
Mas o tempo, com paciência,
ensina a suavizá-las.
E no fim, até as mais duras
encontram seu lugar no entendimento.
Escolhas, mesmo compreendidas,
nem sempre serão aceitas.
Seguir em frente é o curso da vida,
rever o caminho nem sempre é a solução.
Contemplar, sim,
é o combustível do que ainda virá.
Siga, meu caro aventureiro,
e, na dúvida, confie:
a paisagem é linda do topo.
Viver em um mundo onde o ódio é o que mais existe é difícil. É difícil saber que nem todos aceitam a imperfeição e a felicidade das outras pessoas. Machuca. Mas, sabe, machuca principalmente aqueles que, em algum momento, não se curaram de algo causado em algum momento de sua vida, por outros ou por eles mesmos. E viver nessa infelicidade, onde não se agrada a ninguém, e o fato é que, se é vivido, é vivido pelos outros e não por si mesma, isso é o que mais machuca.
Ninguém está feliz, e, ao estar infeliz, a infelicidade deixa os outros infelizes.
Então, que vivemos, no fim, em um mundo onde nossa própria felicidade importe mais do que a dos outros, porque, no final mesmo, é sobre a gente, e, ao sermos felizes e nós mesmos, os outros passam a ser também.
O mal e o bem existem no mundo porque o mundo está cheio de homens bons e de homens maus. O grande segredo em curar a humanidade de seus males reside justamente no fato de que é necessário educar os homens para a prática do bem, e não do mal. É necessário cavar masmorras aos vícios, erguer templos às virtudes e viver com dignidade. Não são muitos os que assim o fazem, mas eles existem, e estão em todos os lugares .'.
