Homem Destroi Mundo
Quer ser uma grande líder? Mudar o mundo? Então precisa estar disposta a lidar com desmiolados e sedentos por poder.
Vou seguir no meu caminho. Vou agir de acordo com os fatos, me adaptar conforme o mundo se transforma.
O medo de amar
De todos os medos do mundo eu tenho um diferente, um medo que só descobri por esses dias e ainda estou me dando conta, é estranho, sabe ? Eu nunca me dei muito bem quando o assunto é amor, nunca fui acostumado com ele então confesso que tenho medo sim. Muitos não assumem, mas ter medo do amor é ter medo de ver tudo se desmanchar como um algodão doce quando toca a água, é o medo de não ser correspondido ou amado na mesma intensidade, de ser enganado ou traído. Só os ousados e corajosos se atrevem a se jogar de cabeça no mar extenso que é o amor. E você aí, você mesmo que diz não ter medo do amor, aquele frio na barriga de não dar certo e você sofrer também é um medo e acredito que quando expressamos nossos medos e dores é como colocar um remédio na ferida afinal, ninguém tem medo de andar de bicicleta se nunca caiu dela, se tem medo é porque já tentou e se machucou. Por outro lado os que tem medo de amar dizem que estão protegidos, ou seja , se tem medo de nadar nunca morrerá afogado, o medo te protege porém te prende num ninho e você nunca percebe. Se livrar do medo é igual quando crescemos e percebemos que não existe o bicho papão. Se livrar do medo é libertador, e outra , medo de amar?? Poxa.. que vida sem graça seria sem ficar trêmulo e suando as mãos por estar perto da tal pessoa , ou por exemplo ficar ansioso às 3 da tarde quando o encontro será às 8 da noite.
O amor é como uma montanha russa, você primeiro se arrisca pra depois perceber que foi incrível e até repete.
Ame! E se não for na mesma intensidade, o erro não está em você.
Ó alma nobre, por que te incumbes de suportar o fardo da dor em um mundo ímpio e manchar tuas mãos com as marcas da guerra, na esperança de que um dia, talvez, este mundo se torne um lugar melhor? É precisamente nesse sacrifício que encontras a verdadeira medida de tua grandeza e a oportunidade de transformar o caos em ordem, forjando o caminho da redenção através da coragem e da resiliência que se erguem em cada batalha.
Vivo no mundo da Lua,
meus pensamentos viajam pelo céu estrelado.
Nas profundezas do meu coração emaranhado,
o tempo é um oceano que me cura.
Edileine Priscila Hypoliti
(Página: Edí escritora)
Fico pensando...
O que será eu e o mundo na próxima década?
Pensamento simples se torna perplexo
Prever é opção de precaver
Melhor eu caminhar no tempo enquanto aconteça.
Não, espere: isso é perigoso!
Caminhar é preciso atitudes profícuas
Pelo simples ato que move a irrepreensibilidade...
... No eu e o mundo em busca de: a brisa da felicidade.
Gente que instiga a outra gente
Para o mundo da ilusão
É gente que vive
Na vingança do seu fracasso.
O que somos no mundo, além de um pedaço de matéria, animada por consciência? E o que seria a consciência? Corpo físico em projeção ilusória de si mesmo no mundo das ideias?
A inovação é uma força poderosa que impulsiona o progresso e molda o mundo ao nosso redor. Seus resultados, muitas vezes, são inquestionáveis, trazendo avanços palpáveis que revolucionam indústrias e transformam a vida das pessoa
No entanto, nem todos os seus frutos podem ser colhidos imediatamente. Alguns desses resultados permanecem intangíveis, ocultos nas entrelinhas do tempo, aguardando o momento certo para se revelarem por completo.
É no longo prazo que podemos testemunhar o verdadeiro impacto da inovação, quando as sementes plantadas hoje germinam e florescem, trazendo benefícios imprevistos e surpreendentes.
Portanto, é fundamental manter uma visão ampla e paciente, compreendendo que as melhores conquistas da inovação estão reservadas àqueles que têm a sabedoria de esperar e a coragem de persistir.
O que é você se não o conjunto de pensamentos reforçados pela sua percepção de si e do mundo influenciada pelos fatores internos e externos?
"A era digital abriu portas para artistas independentes alcançarem o mundo, mas a conquista do público depende de estratégia e esforço contínuo."
No mundo contemporâneo, é intrigante observar como discutimos incessantemente sobre diversidade, inclusão e justiça social. Essas temáticas têm sido constantemente debatidas em todas as esferas da sociedade, desde os meios acadêmicos até os espaços de convívio cotidiano. No entanto, é preocupante constatar que mesmo dentro dessa pauta da inclusão, há uma exclusão flagrante de certos grupos, como se a discussão seletiva fosse a regra.
Um exemplo gritante dessa omissão reside no tema do envelhecimento. Enquanto a sociedade moderna se desdobra em esforços para garantir a igualdade de oportunidades a todos os indivíduos, independente de raça, gênero ou orientação sexual, pouco se fala sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos. Parece que, à medida que envelhecemos, nos tornamos invisíveis, relegados a segundo plano, como se não fossemos mais parte integrante da sociedade. O processo natural do envelhecimento é um fenômeno temido e ignorado, quando deveria ser abraçado e compreendido em toda a sua complexidade.
Além disso, a questão dos deficientes é outra área negligenciada na busca pela inclusão. Embora a sociedade se orgulhe de sua evolução em relação à aceitação de pessoas com deficiência, é inegável que ainda existem enormes obstáculos a serem superados. O acesso físico a espaços públicos e privados, a inclusão educacional e a oportunidade de emprego ainda são desafios que muitos deficientes enfrentam diariamente. É preocupante como a sociedade muitas vezes os esquece, relegando-os a uma condição de invisibilidade social.
Essas exclusões dentro da pauta da inclusão nos levam a questionar a sinceridade das discussões em torno desses temas. Será que estamos genuinamente comprometidos com a construção de uma sociedade justa e inclusiva? Ou será que estamos apenas buscando respostas fáceis e soluções convenientes, negligenciando aqueles cujas vozes são abafadas?
Talvez seja hora de refletirmos sobre o verdadeiro significado da inclusão e da diversidade. Precisamos ampliar nossos horizontes e abordar todas as formas de exclusão, independentemente de idade, capacidade ou qualquer outra característica. Somente assim poderemos criar uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todos os indivíduos sejam valorizados e respeitados.
É necessário quebrar os paradigmas e superar as limitações que nos impedem de enxergar a realidade de forma ampla. Devemos nos esforçar para incluir todas as vozes marginalizadas, independentemente de sua situação particular. Somente quando olharmos para além das aparências e das conveniências é que poderemos avançar em direção a uma sociedade que genuinamente abraça a diversidade e promove a justiça social.
Portanto, é chegada a hora de reconhecermos essas exclusões dentro da pauta da inclusão e trabalhar incansavelmente para corrigi-las. Somente quando todos os grupos marginalizados forem verdadeiramente considerados, teremos a chance de construir um futuro mais justo e igual
