Homem Destroi Mundo
Mãe, Estrada de Luz e Eternidade
Mãe, tua luz brotou da essência da terra,
antes que o mundo tivesse nome ou forma.
És raiz que resiste, mesmo quando a enxada fere,
és chão fecundo onde florescem sonhos e histórias.
Nos sulcos de tuas mãos, repousam auroras,
guerras silenciosas que o tempo não apagou.
Teu olhar é um poço sem fundo de ternura,
onde mergulho e, mesmo ferido, encontro abrigo.
Tua coragem não fez alarde, nem buscou aplausos.
Foi no feijão coado, no pão repartido,
na casa varrida de esperança nas manhãs frias,
que edificaste teu templo invisível.
Mãe, és lágrima que rega o impossível,
és palavra simples que transforma a pedra em flor.
Teu silêncio ensinou mais que mil livros,
e tua presença, mesmo ausente, ainda é farol.
Nas noites em que a vida pesa sobre os ombros,
é tua lembrança que me reconduz ao caminho.
Tua fé — não a dos altares altos,
mas a plantada no cotidiano — é o que me sustenta.
Mãe, és mais do que luz:
és a própria estrada, o próprio chão,
a lida e a poesia, a fome e o pão,
és a eternidade bordada em minhas mãos.
Num mundo repleto de respostas, extinguiu-se o "achar", encarcerou-se o criticismo; demasiadas fórmulas, nenhum resultado.
“Enquanto o mundo se transforma em ciclos que nem sempre entendo, só peço estar aqui para ver o que virá.”
O que mais me causa estranheza e chama minha atenção é descobrir e saber que chegamos neste mundo sem nada, pertences, movimentos ou falas. Lutamos por tudo, fazemos questão de tudo… rs e no final, partimos e deixamos tudo… partimos sem nada, movimentos ou falas…
Depois da tempestade
Estava em silêncio, descalça e sem defesas, perdida no mundo que construí para suportar o que não entendia. Demorei a enxergar, mas quando a sombra se projetou sobre mim, não tive mais como fingir. Me afastei com o pouco de força que ainda restava. No meio do vendaval que quase me arrancou de mim, vi o que era real. Quando já não havia mais nada entre eu e a verdade, você atravessou meu caminho. Foi no meio da rotina esquecida, entre dias vazios, que eu permiti. E mesmo com as defesas erguidas, mesmo atrás dos meus óculos cansados, eu via você. E você, de alguma forma, também me via. O tempo, sempre implacável, passou. E depois do silêncio, vieram palavras que atravessaram os muros que eu pensava serem intransponíveis. Você se abriu, e eu vi a sua essência nua, crua, sem filtros, imperfeita e humana. Eu amei você, não pelo que imaginei, mas exatamente por aquilo que nunca tive. Amei a sua verdade e a minha coragem de sentir. Hoje, em meio à ruína e à saudade, é por essa essência que eu espero. Mesmo que a tempestade leve tudo, ainda estarei aqui.
Agora é hora de alegria, vamos sorrir e cantar. Do mundo não se leva nada, vamos sorrir e cantar!!!
Quando você dedica tempo, amor e cuidado a alguém, está construindo um mundo onde a esperança é possível.
Não, não é que "todo mundo agora é autista".
É a sua mente que ficou estacionada no passado e não consegue acompanhar a evolução do planeta.
Se você diz isso, está apenas projetando, na sua opinião limitada, o seu atraso evolutivo.
o mundo gira, eu sei. existem bilhões de pessoas neste mundo, eu sei. e ainda assim, eu me sinto vazia.
Quando desse Mundo tu te fores, levarás todas as experiências, todos os sentimentos, todas as lembranças das coisas vividas e não vividas. Das vividas, não te arrependerás, das não vividas não há o que se fazer: deixaste de as viver. Quando em frente ao Portal Celestial chegares, a primeira e única pergunta que o Guardião fará para que tu entre, será: "Das coisas vividas e não vividas, fostes FELIZ?" Fazendo e deixando de fazer: sentistes FELICIDADES nisso? Como ainda estás nesse Mundo, aproveite! Ainda dá tempo: Não te preocupes com o juízo alheio, te preocupes em TE FAZER FELIZ.
Essa é uma das crueldades do mundo, você não se torna uma mulher sem filhos, você é para sempre algum tipo de mãe, porém de filho nenhum, a mãe que não deixou um filho existir.
Deus, somente o Criador faz a exata leitura das intenções verdadeiras do coração. O mundo só consegue ler os sofismas das redes sociais.
O aluno não vai à escola ensinar ou praticar o mundo que ele vive fora dela! Ele deve ir à escola aprender sobre o conhecimento acumulado durante a evolução da humanidade, para tentar melhorar a vida fora da escola.
