Homem Destroi Mundo

Cerca de 110328 frases e pensamentos: Homem Destroi Mundo

⁠BERNARDO

O homem começa a vida
Em uma terra abençoada
Uma semente fecundada
No útero da mulher amada.

Vive momentos de alegria
No ventre abriga uma esperança
Num espaço como o planeta
Com o brilho de um cometa.

Aos poucos o ser se movimenta
Com carinho e muita ternura
Ainda no seio da sua morada
No ventre o amor lhe acalenta.

Não importa se menino ou menina
Seu nome fica na expectativa
A ternura da mãe lhe sustentará
Em três meses seu nome terá.

Com nove meses o grande dia!
Ao mundo a criança será apresentada
Com muita ansiedade foi esperada
Bernardo ,seja bem-vindo à sua família!

Inserida por nivaldo2021

⁠Deus presenteou cada homem com a vida! Assim, ele não precisará cuidar da vida alheia!

Inserida por fnc_nc_costa

⁠"O que o homem complica a automação facilita..."

Inserida por Fredjoger

Exclui da minha agenda todo Homem que já mentiu para sua mulher , e me afastei de todo ordinário de minhas redes sociais, e se você está lendo está mensagem na paz do Senhor irmão. ⁠

Inserida por RAFA16

⁠HOMEM MADURO

Parei para minha idade repensar
Sou homem maduro, não preciso inventar
Próximo aos sessenta tenho que analisar
Uma certeza: o que passou não vai voltar.

Sessenta anos do passado de admirar
Pouco tempo para no futuro esta vida acabar
Como um menino tem que correr para logo chegar
Meu tempo é pouco, com mediocridades não posso lidar.

As picuinhas e brigas banais devo não administrar
Meu tempo ficou escasso para debater ou rotular
Quero viver com pessoas que se põem a caminhar
Mesmo que ainda com tropeços possam encantar.

Nessa idade responsável falo sem incomodar
A cada minuto uma nova amizade posso conquistar
É uma influência de época, não é para enganar
Meus princípios familiares sempre hei de respeitar.

Não corro contra o tempo, apenas estou a aproveitar
O futuro que ainda resta para minha vida terminar
Como sempre pensei com respeito, é de sacramentar
A vida que fique nos escritos e a memória para eternizar.

Inserida por nivaldo2021

⁠"O homem é o parâmetro de si mesmo. Não se compare com os outros, eles são apenas inspirações. Supere-se."

Inserida por nelsonwilians

⁠PASSADO

No passado da minha infância
Olhava o povo de forma diferente
O homem respeitava a família
E todos que viviam perto da gente.

Tinha principio e vivia sem inveja
Jamais agia com falsidade
Defendia o amigo até debaixo d 'água
Sua amizade era permanente.

Sobrava prosa no dia de festa
Fosse com amigo ou o compadre
Conversavam sobre a lavoura
E assuntos da realidade.

Viviam o dia a dia de muita luta
Mas com bastante seriedade
Vida simples não era planejada
Com poucos recursos e sempre sorridente.

Inserida por nivaldo2021

⁠⁠... e fui visitar um homem o qual chamavam de sábio.
E indaguei-lhe, és um sábio?
...e ele me devolveu como retórica! ...quem disse ou oque dizeis que sou?
Mas continuei.
...imaginei que o mesmo estava a zombar da minha tolice.
Escreves ou tem feito provisões da vida? Falei-lhe outra vez.
E porque, ou oque é ser oque dizem que sou?
E ele como que insatisfeito e largando-me à margem da dúvida, fingiu ignorar este reles que vos fala, baixando suas pálpebras deixando meio que entre abertos calou-se de vez.
Já eu! recolhi-me a minha pessoal insignifiquetude.

Inserida por dalainilton

A vida de um homem não se mede pelos seus resultados medianos ;mas sim pelo extraordinário de Deus nos seus resultados!

Inserida por martarochaMinistery

⁠A primeira coisa que um homem fará por seus ideais é mentir.

Joseph Schumpeter
History of Economic Analysis‎ (1994).
Inserida por marcelloazevedo

⁠Ser homem é ter sensibilidade, saber tratar sua mulher com ternura, com romantismo , com êxtase de paixão, arrancar sorriso doce e gesto de amor. Ser homem é ser tudo que uma mulher inteligente interessante empoderada espera do seu homem, que não existam palavras que façam ela expressar o bem e satisfação que ele causa nesta doce mulher.

Inserida por AlvaroSilva

⁠O pensamento é o melhor e pior amigo do homem.

Inserida por Barreto_Amade

⁠Homem burro aquele que troca o aconchego e a segurança de um abraço, pelos devaneios de vários braços.

Inserida por RicardoLetchenbohmer

⁠[HOMEM, ESPAÇO E MEIO]


Nesta tríade geográfica – o Homem, o Meio, o Espaço – tudo se interpenetra. Até mesmo o homem – um determinado indivíduo, por exemplo – tem dentro de si espaços e é ele mesmo um meio para todo um universo microcelular, apresentando em seu organismo diversos fixos (os vários órgãos e dutos condutores) e fluxos (corrente sanguínea, impulsos nervosos, processo respiratório, cadeias de ações comandadas pelo cérebro). Definitivamente, meio, homem e espaço entram um por dentro do outro, em um fascinante imbricado, para onde quer que olhemos.

Como na Música, as notas implicadas na tríade HEM (homem, espaço, meio) não estão uma por sobre a outra (em que pese o que pareça mostrar a grafia em uma pauta musical), mas sim uma por dentro da outra. No interior mesmo de um único nível acórdico – tomemos o Meio como exemplo – as notas também se interpenetram. O clima, de um lado e no longo prazo, é o escultor do relevo, constituindo-se no grande “arsenal dos agentes externos do modelado” . É ele quem esculpe os planaltos através da erosão, as planícies através dos processos de sedimentação. De um outro modo, certas notas do clima acompanham determinações do relevo em decorrência das altitudes (e latitudes, que já se referem ao espaço). A temperatura reduz-se nas serras; o vento sopra com a autorização do relevo. Enquanto isso, se o clima implica a distribuição das águas atmosféricas através dos regimes pluviométricos, a distribuição espacial das águas oceânicas em proporção às terras é, de sua parte, “um dos principais fatores de sua formação regional” . Uma nota age na outra. Condições atmosféricas e distribuição das águas constituem notas mescladas no interior de um mesmo nível acórdico (o acorde-Meio); e, mais além, em um grande poliacorde geográfico.


[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.120].

Inserida por joseassun

⁠Homem

Não sou perfeito,
E nem desejo ser,
Pois busco a partir de minhas imperfeições,

Aprender as vertentes,
Que me ensinarão,
A sobreviver,

Diante os desafios,
Que me são presenteados,
Em cada curva que faço,

Em minha Sina Terrena,
Que desde o seu início,
A trinta e um anos atrás,

Foi desafiadora,
Para mim,
E meus familiares,

Ao superar,
O que até então parecia difícil,
Complicado de ultrapassar,

Sou um tipo de homem,
Que procura a paz interior,
E não a tormenta,

Esta eu deixo,
Para os fracos,
Que se acham,

Os melhores,
Por algo que tem,
Em seu status,

Este eu mantenho em off,
Pois ninguém tem de saber,
O que desejo alcançar,

Simples assim,
Sem firula,
E principalmente Mimimi.

(Gustavo Gurgel do Amaral)

À medida que o homem sábio amadurece, os, até então, valores materiais se tornam vis porquanto ele descortina a visão espiritual.

Inserida por CarlosCostaAdv

⁠"não penses muito no passado
e sim no futuro que vais
ser um homem casado..."

Inserida por isabel_jesus_1

O homem traz consigo o fardo de suas misérias, de seus orgulhos, isso lhe causa dor... mas o homem prefere carregar o peso que mata a alma, do que aquele que mata a carne...🍂

Inserida por MartaMariaLSR2816

não sou idiota, estou consciente de que não sou o homem certo para você

difícil é convencer meu coração e minha alma sobre isto..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠[ACORDES GEOGRÁFICOS]



Pensemos no Espaço, no Meio, e no Homem que habita ou já habitou qualquer uma destas impressionantes cidades modernas ou antigas. Vamos nos concentrar por ora no seu admirável e complexo conjunto de fixos, sejam estes os fixos continentes ou os fixos condutores.

Quando os arqueólogos descobrem cidades que estavam ocultas sob a terra, podem recuperar essas estruturas que, em uma cidade, estabelecem-se sobre o espaço e no meio físico, e que passam a constituir a parcela de meio construído pelo homem - a qual imediatamente se junta ao meio físico natural. O fator humano, o qual aflora sobre o meio e nos limites e formatos de um espaço - e que retroage sobre estes mesmos meio e espaço já os modificando - irá constituir, com a polifonia dos fluxos, os níveis acórdicos superiores.

Quando os arqueólogos descobrem antigos níveis urbanos ou rurais sob a terra, podem resgatá-los das suas sombras e seus silêncios. Lá estão as estruturas materiais construídas pelos seres humanos, e diversos elementos do meio por eles interferidos. As estruturas permanecem, sob muitos aspectos. Trazida uma antiga cidade à luz, os fixos, antes ocultos, ressoam mais uma vez. Mas os fluxos – a vida que não mais existe, ou o movimento que cessou – terão de ser deduzidos sistematicamente dos objetos, dos documentos, das relações que se podem imaginar entre os fixos. É preciso se por à escuta deles, sentir seus aromas imaginários. Será necessário vislumbrar, com imaginação e método, o bioma que sempre se junta ao fator humano para constituir a vida, outrora pulsante e ressonante.

Em uma cidade que fosse subitamente evacuada, permaneceriam dela o acorde-base e os acordes-de-coração. Desapareceriam os acordes-de-cabeça. Os fluxos se encerrariam, a vida desertaria. E a cidade como que se transformaria em uma necrópole, ou em uma cidade-fantasma, ao som de uma grave estrutura harmônica que perdura para além de uma melodia que já se encerrou.

Olhando para os seus fixos – para aquelas formas já sem função – apenas poderíamos deduzir o que realmente foi, um dia, a sua estrutura total, e os processos que a percorreram ou que sobre ela atuaram. Em uma cidade sem os seus habitantes vivos, e sem mais fluxos que não os da própria natureza retomando os seus espaços, já não podemos mais escutar diretamente as vozes que um dia entreteceram o seu plano melódico. Já não se pode mais completar a música, senão a partir dos seus fantasmas, dos espíritos que cantam de um passado-presente que ressoa através das mais diversificadas fontes e vestígios.

Tangenciamos aqui a quarta dimensão: o primeiro e o último feixe de notas de um poliacorde geográfico. Se trouxermos a chave, teremos diante de nossos olhos e ouvidos essa dimensão oculta, entranhada em fontes e resíduos diversos, bem como na própria materialidade ou em seus mais secretos interstícios. O tempo é o acorde secreto que se esconde e se revela no Homem, no Meio e no Espaço. Nos arranjos de espaço, ou nos homens que por lá passarem – se ao menos tiverem uma língua na qual ficaram marcas, ou um simples sistema de gestos – também ali estará o tempo de uma cidade que perdura para muito além de suas ruínas, a ressoar como uma inaudível nota azul, ou a brilhar como um clarão invisível que se espraia em muitas camadas. O Tempo, a outra face do Espaço. O último feixe sonoro de um poliacorde que deve ser pacientemente decifrado por geógrafos e historiadores.


[trecho extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.125-126]

Inserida por joseassun