Homem Destroi Mundo

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Que a chuva serena purifique o ódio que existe no mundo, e desejo-lhes a vocês bons sonhos e que descansem bem para uma nova semana de bom humor e gentilezas.

Todo mundo é pacífico, mas somente até certo ponto. Há um limite quase tênue entre o atônito e o indiferente. Quem vê a senhorinha distribuindo flores, não enxerga que há uma guerra em sua cabeça.

Deus tem o poder de transformar as pessoas, o mundo também, mas cabe a elas escolher o tipo de mudança que quer.
Uma à tornará em uma nova pessoa, outra deformará a pessoa que é.

O dia é tão lindo para viver em meio a escuridão

o amor entre bianca e guilherme é maior que tudo nesse gande mundo!!!

Parece que eu não me encaixo nessa distopia chamada mundo...

A leitura não muda o mundo, a leitura muda as pessoas. Pessoas mudam o mundo.

Enquanto tomava o café da manhã, fiquei reparando no meu quintal pela janela e levei um susto. Pensei comigo mesmo: tanta gente igual a mim, não sabem por onde começar a tentar salvar o mundo.
E eu aqui vendo que o meu próprio quintal que está imundo.

Os que estão na terra podem esquecer o mundo espiritual, mas uma vez no mundo espiritual não esquecerá da terra, o lugar das oportunidades.

A humanidade está regredindo, mas esconde isso dando novas aparências a coisas que sempre existiram.

O mundo é um lugar doloroso em si mesmo e por si mesmo. Não precisamos de acrescentar mais dor nele. Agora é um momento onde todos precisamos uns dos outros, e isso vai ficar ainda pior.

A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez.

Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro...

(Em "Estórias de quem gosta de ensinar: o fim dos vestibulares". Campinas/SP: Papirus Editora, 2000, p. 166. – Fonte: Templo Cultural Delfos)

O mundo parece chato mas eu sei que não é. Sabe por que parece chato? Porque, sempre que a gente olha, o céu está em cima, nunca está embaixo, nunca está de lado. E sei que o mundo é redondo porque disseram, mas só ia parecer redondo se a gente olhasse e às vezes o céu estivesse lá embaixo.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Come, meu filho.

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"Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?".
(Poema em linha reta)

Não há no mundo amor e bondade bastantes para que ainda possamos dá-los a seres imaginários.

(Extraído do livro em PDF: 100 aforismos sobre o amor e a morte. Pág. 8)

Mundo injusto de minh'alma, porque és festival quando tudo aqui são cinzas

Ah! Ser indiferente!
É do alto do poder da sua indiferença
Que os chefes dos chefes dominam o mundo.

(Álvaro de Campos [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 12.1.1935), In Poesia)

"A minha mensagem é simples: mais do que uma geração tecnicamente capaz, nós necessitamos de uma geração capaz de questionar, capaz de repensar o país e o mundo. Mais do que gente preparada para dar respostas, necessitamos de capacidade para fazer perguntas”.

( no ensaio "Os sete sapatos sujos" (Intervenção no ISCTEM, Maputo). em "E se Obama fosse africano? e outras interinvenções Ensaios". Lisboa: Editorial Caminho, 2009.)

“Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teu ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança”.

(Trecho dos versos publicados originalmente no livro "Sentimento do Mundo", Irmãos Pongetti - Rio de Janeiro, 1940. Foram extraídos do livro "Nova Reunião", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1985, pág. 78.)