Homem de 40 anos
Pode um homem tornar se culto pela cultura dos outros, porém, só se torna sábio pelas próprias experiências.
Um homem não deixa de ser homem porque se assumiu gay, assim como uma mulher não deixa de ser mulher porque assumiu ser lésbica. Temos que aprender a diferenciar o que é sexualidade e o que é gênero.
Que diferença faz para você e para a sua vida pessoal se o seu vizinho dorme com outro homem, se a sua vizinha é apaixonada pela secretária de escritório? Se faz diferença, procura um psiquiatra, você não está legal.
Quanto mais o homem se aproxima de uma mente calma, mais próximo ele está da força.
O homem de verdade domina suas paixões e vaidades.
Se necessário, dá sua vida pela família e mantém seus olhos longe de uma mulher que não é sua
Não se rende ao próprio ódio ou rancor.
Despreza a vassalagem, antes, subversão.
Busca a simbiose, nunca o parasitismo.
Está em constante expansão da consciência e compreende que a plenitude é inimiga de objetivos ambiciosos.
Recusa o pódio, pois pressupõe que a glória não deve celebração a plateia.
Não é definido por suas façanhas abaixo da cintura.
Teme o conforto, e martela diariamente na solidificação da sua evolução.
Busca a metanoia, tem aversão a estagnação.
Já é tempo de o homem estabelecer a sua meta. Já é tempo de o homem plantar a semente da sua mais alta esperança.
– Ele não é, de forma alguma, o tipo certo de homem para mim.
– Não sei ao certo se você reconheceria o tipo certo de homem para você se ele chegasse à nossa porta montado num elefante.
– Imagino que o elefante seria uma indicação bastante precisa de que eu não deveria escolhê-lo.
Humano
Sou um anjo e um animal traduzido em homem.
O que define minha atitude
é o equilíbrio de cada parte
nos sentimentos divinos
e nos extintos selvagens.
No fundo de cada homem residem poderes adormecidos; poderes que jamais sonhou possuir... Forças que podem revolucionar sua vida se despertadas e postas em ação.
Um homem que quer ser livre possui apenas duas opções, servir ao inimigo ou lutar contra ele! Uma é morrer a outra é viver!
O homem é uma invenção cuja recente data a arqueologia de nosso pensamento mostra facilmente. E talvez o fim próximo.
A velha noção antropomórfica de que todo o universo se centraliza no homem – de que a existência humana é a suprema expressão do processo cósmico – parece galopar alegremente para o balaio das ilusões perdidas. O fato é que a vida do homem, quanto mais estudada à luz da biologia geral, parece cada vez mais vazia de significado. O que, no passado, deu a impressão de ser a principal preocupação e obra-prima dos deuses, a espécie humana começa agora a apresentar o aspecto de um subproduto acidental das maquinações vastas, inescrutáveis e provavelmente sem sentido desses mesmos deuses.
