Hoje quero Ouvir eu te Amo
Como eu amo os Momentos
Que eu passo Contigo Deus, meu coração quer mais de Ti Meu prazer é viver em Teu amor
Me envolver em Ti, Senhor O Teu toque é tudo o que eu quero
Eu amo a minha morada
Jesus é minha morada
Não importa o que tem lá fora
Desculpa por ter perdido a paciência com quem eu mais amo na vida. E por ter sido dura com as pessoas que estão ali para mim todos os dias.
Eu me amo imperfeito, me aceito com meus erros, se não gostar de mim assim é um direito seu, e meu ser como quero.
Ódio II
ÓDIO II
Amo alimentar o meu ódio
Quero beber deste ódio eternamente.
É ele que nutre a minha existência
Sem essa lâmina não consigo enxergar a indiferença.
Na indiferença dos outros
Encontro a minha sensatez
A minha filosofia do amor que pensa
Na ciência que investiga
No estudo que analisa.
Ao me alimentar do ódio
Estudo a paixão que desequilibra
O orgulho que enlouquece as pessoas
O sensualismo que envenena.
Necessito do ódio para saber
Lidar com a indiferença.
Pode vir de terno, vir com olhos, boca, coração e cérebro
Nada, nada mesmo dará conta dessa presença
Muito menos da ausência.
Por isso preciso de beber mais ódio
Pois é neste ódio que preciso de um coração
De uma frieza, de um raciocínio
Mesmo que doente.
Preciso aprender, e o ódio é a matéria-prima dessa ânsia que alimento.
Este alimento está no objeto do ódio
Alimenta o meu rancor, a minha ira
O meu pouco humor e
A minha pouca sabedoria para entender
E aturar.
Quero o ódio para mim, dessa forma
Nunca serei indiferente.
