Hoje o Tempo Voa Amor
A decepção é quando o seu 'eu' de ontem fez um Pix de expectativa que o seu 'eu' de hoje não tem saldo pra pagar. Viver é passar o resto da vida tentando negociar essa dívida com a realidade.
Hoje é o primeiro domingo de 2026. Primeiro domingo de janeiro. Um começo dentro do começo. Que seja um dia para reafirmarmos um pacto bonito conosco: escolher o que agrega, o que nutre, o que nos faz florescer por dentro. Que neste novo ano a nossa atenção seja uma forma de cuidado. Que a gente aprenda a direcionar o olhar para o que constrói, para os afetos verdadeiros, para os planos que nos movimentam e para a fé que nos sustenta. Tudo aquilo que recebe nossa energia cresce, que cresça, então, o que nos faz bem. Prosperidade não é só sobre ter, é também sobre sentir-se pleno, em paz com quem somos e com o caminho que estamos trilhando. Que a prosperidade se manifeste em oportunidades, em coragem, em saúde e em tranquilidade de alma. Que a proteção de Deus nos acompanhe em cada passo, visível ou silenciosa, guardando nossos dias e nossos sonhos. Que saibamos escolher a paz como direção. Não como ausência de desafios, mas como presença de consciência: eu cuido do que importa, eu rego o que me fortalece, eu descanso onde há amor e verdade. Que este primeiro domingo do ano abra portas suaves: de esperança, de clareza e de confiança. E que a gente siga lembrando, ao longo de 2026, que tudo começa no simples gesto de decidir onde colocar o coração.
Que seja assim: foco no que agrega, no que merecemos, no que nos eleva e nos aproxima do nosso melhor.
Josy Maria 04/01/2026
Frases, textos e citações by Josy Maria
Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.
ALMA DE LUA
Hoje é lua cheia
E minh’alma
Ainda mais vazia
Hoje é lua crescente
Como a dor
Que minh’alma sente
Hoje é lua minguante
E em minh’alma
Mingua a alegria restante
Hoje é lua nova
E em minh’alma
A tristeza se renova.
Os erros de hoje nos lapidam para que nos tornemos melhores nos dias que virão. Há momentos em que o peito dói mais do que o próprio silêncio, e a culpa, nascida de certas situações, corrói-nos por dentro, lenta e silenciosamente.
Uma vez aprendido, significa compreender de forma definitiva para não repetir o mesmo erro, sobretudo quando se trata de um erro de maior gravidade. Assim, a experiência fica registrada para sempre.
Não ignore quem hoje nada tem, seja um amigo, um familiar ou um cônjuge.
No caso do cônjuge, é preciso ter fé nos projetos e crescer juntos.
Não podemos olhar apenas para o que já está pronto, pois assim seríamos hipócritas ao afirmar que somos humildes.
Saudade de um filho ausente
Hoje bateu saudade
Martelando sem parar
Sentimento de amargar
Que machuca de verdade.
Quero que o seu progresso
Lhe dê asas pra voar
E que tu possas voltar
Quando alcançar sucesso.
Sejas feliz, fique em paz
Que aguento tua falta
Com essa dor que maltrata
Que a tua ausência faz.
Eu choro com tua ausência
Mas eu posso ir te ver
E teu abraço receber
Contigo ter convivência.
Mas me lembro de repente
De mães que sofrem bem mais
Que os filhos verão jamais
Quando a dor é permanente.
A Deus tenho clamado
Que Jesus olhe por ti
Já que não estou aí
Filho querido e amado.
E que conforto possa dar
Às mães que têm chorado
Pelo Senhor já ter levado
A quem mais vieram amar.
Hoje começo escrevendo sobre o pouco q aprendi sobre a vida. Me perdi no caminho agora o que será de mim? No futuro perdido no tempo, mente fragmentada, coração em pedaços, uma sombra do outrora que já fui, arrependido de ter feito escolhas erradas, que fiz amigos que perdi, eu me perco em pensamentos sem saber pra onde seguir. Cada vez que deito, acordo assustado, sou um preso de minhas próprias escolhas.
Outro dia uma nova página tento escrever, uma nova história, mas a cada letra uma lágrima desce, não consigo largar o passado.
Fico pensando: se eu tivesse feito outras escolhas, como tudo teria terminado? Penso num futuro diferente, talvez seria feliz. Todos me veem feliz por fora, mas não sabem a tristeza que me consome por dentro. Quantas vezes já pedi pra morrer. Nem coragem pra isso eu tenho. Sou uma vergonha, será que um dia posso encontrar descanso? Minha alma clama por libertação.
Cresci achando que minha mãe era dura demais. Hoje, olhando para os jovens, percebo que ela estava, na verdade, salvando a minha vida.
"Que a sua vontade de vencer hoje, atropele qualquer rastro de dúvida que ontem tentou te paralisar. Siga em frente!"
A mentalidade nazista não morreu com a história — ela reverbera até hoje, disfarçada na intolerância cotidiana ao modo como o outro vive, pensa e se expressa. Quando rejeitamos o diferente, repetimos, em escala menor, os mesmos mecanismos que sustentaram regimes de ódio.
Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.
Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.
A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.
E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.
Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.
O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.
Que hoje seja diferente de ontem...
E que você possa aprender hoje o
que ontem deixou passar...
E que não passe Deus, desapercebido diante da sua presença, que seja tudo, assim como fosse um Rio no meio de um deserto!
Eu me considero a pior criatura para está hoje, aqui, na frente de todos, mas como não houve nenhuma intervenção dívida, vou continuar.
Outrora via somente o
brilho das estrelas deste mundo
e o fulgor da glória alheia, porém hoje consigo ver o brilho da palavra de Deus, que resplandece e ilumina toda caminhada rumo a cidade Celestial, a nova Jerusalém, cidade do Cordeiro.
Já senti tanta dor,
que ela deixou de ser dor,
Virou cicatriz, virou morada.
Hoje, quase nada me abala...
Só o amor, esse ainda dói,
mas só enquanto amor.
Rapidamente vira dor...
E eu não sinto mais nada!
O homem que um dia foi muralha, hoje treme.
Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.
Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.
E mesmo assim, a arrogância permanece.
Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.
Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.
Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.
By Evans Araújo
