Hoje me Vi Sozinho

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-Qual o sentido da vida! Uma hora me questionei sobre nossa existência e qual seria o sentido da vida. Banhado de lágrimas e perdido na escuridão, muitas vezes me encontrei com essa pergunta que martelava em minha mente, aprisionado por um buraco estreito sem sentido me pegava vagando sem destino, até que quando cheguei onde queria chegar, entendi que o sentido da vida é sobre tudo que somos num puro conhecimento de informações que se buscar da forma certa entenderemos que o sentido da vida é ter sentido para viver uma vida com um sentido nessa vida.

⁠"Ainda me lembro do sorriso largo que transpôs a minha alma no exato momento em que eu vi você."

⁠"O mundo se silenciou. Silenciou da mesma forma em que eu me silenciei quando há vi entrar pela primeira vez por aquela porta...

O mundo se silenciou. Nós nos silenciamos... Ficamos ali lado a lado, faltou voz e palavras, mas sobrou amor. Até parece que ele sabia que ela ao entrar por aquela porta deixaria de ser o mundo e passaria a ser só o meu mundo."

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas"


Te vi quando ninguém mais via,
quando teu abraço calou meu fim,
quando tua oração venceu o abismo
e me fez lembrar que ainda havia um “sim”.


Tu foste a ponte sobre águas escuras,
a mão no meu ombro, o peito no meu choro,
e agora és tu quem afunda em silêncio,
escondendo a dor sob um falso decoro.


Por fora, um sorriso cansado:
“tá tudo bem, pode deixar...”
Mas eu escuto o grito abafado:
“por favor, alguém… vem me buscar.”


Tu carregas o mundo sem pausa,
tentando ser força onde falta chão,
mas até heróis precisam de descanso,
até os fortes merecem compaixão.


Não posso tirar tua dor com palavras,
nem consertar o que em ti desmorona,
mas posso sentar ao teu lado em silêncio,
segurando tua alma que ainda ressona.


Se não quiser falar, tudo bem,
se fugir de ajuda, eu entendo.
Só não pensa que está invisível —
eu te vejo, amigo, eu tô te vendo.


E mesmo se teu mundo ruir em pedaços
e tu não tiveres força pra chamar,
lembra: fui salvo pelo teu abraço…
e agora, eu só quero te abraçar.

Voa bem-te vi, voa sabiá, foge macaquinho, que o moço do fogo vem lá, que o moço do fogo vem lá."

Quem era aquele velhinho que eu vi plantando flores no deserto...no deserto?

Ela é tão bonita, que ontem ao beijar uma flor, eu me vi beijando ela.

A minha cor só me fez brilhar, vi o quanto sou forte.

⁠"Sentei-me sobre o luar e em pensamento fui até você... Abri a porta do seu quarto e te vi deitada em sua cama tão linda como da primeira vez em que eu há vi. Fiquei ali a te contemplar e sem você perceber te enamorei. Namorei cada detalhe seu sem dizer uma única palavra e por fim, dei um beijo em seu rosto e sai. Mas de presente deixei o meu coração para você fazer a sua morada, não somente essa noite, mas em todos os seus dias."

É fácil ser mulher quando convém


Pra viajar, eu te escolhi.
Mas vi você combinando de ir… sem mim.
Pra te presentear, eu te escolhi.
Mas até uma cueca você negou — como se te fizesse menos mulher dar algo em troca.
Pra te ajudar, te apoiar, te levantar… sempre foi você.
Em cada escolha, em cada gesto, em cada plano — era você.


Mas seu apego por redes sociais, por validação, por essa vida perfeita que você tenta vender…
Me fez enxergar que você ainda não sabe quem é.
Sem identidade, sem raiz.


Ei, lá fora ninguém se importa quando a gente tá com problema.
Mas aqui dentro, eu vi tudo. Eu senti tudo.


Quando o dinheiro chegou, você mudou.
A consideração que eu tive por você, você não teve por mim.
O homem que esteve ao seu lado virou peso. Virou passado.
Você não pensou duas vezes antes de abandonar a tal da “situação”.


Você fala de amor, mas age com arrogância.
Fala de respeito, mas não pratica.
Fala de parceria, mas só quando te convém.


Mas tá tudo certo.
Deus é justiça.
E Ele viu tudo.

Quando eu atravessei o meu deserto, vi muita gente que dizia estar perto simplesmente desaparecer.
Os de longe, poucos, ainda perguntavam o que tinha acontecido, mas era apenas pra alimentar a discórdia e fofoca , afinal, corações rancorosos.


Ali eu entendi, quem me sustentou não foi plateia, foi Deus. Ele foi minha fonte quando tudo parecia seco. A Palavra que diz “ser forte e corajoso” não ficou só na Bíblia, virou prática diária dentro de mim.


As poucas mãos que ficaram não eram muitas, mas eram verdadeiras. E com elas fiz conexões, levantei a cabeça e continuei caminhando. No meio da luta, tive que matar o menino ingênuo que ainda tentava sobreviver na minha alma. Não foi perder a essência, foi amadurecer.


Antes, o meu coração era aberto demais. Hoje ele é firme.
Não aprendi a destratar ninguém, mas aprendi a selecionar.
Não mudei minha verdade, só parei de jogar sozinho enquanto os outros jogavam diferente.


Sobrevivi.
E, no fim, foi um único braço que me sustentou de verdade.


Obrigado, Deus, por nunca soltar minha mão.
Graças ao perdão que me limpa.
Graças à energia que me mantém de pé.

EU VI


Eu vi
Do espinho da flor, a coroa do Rei salvador
Do orvalho da noite, a sede do mundo
Das chuvas dos céus, a lavar a alma
Da seiva da vida, ao sangue do meu sangue
Da cruz mais pesada, houve_se o perdão!
Do grande ódio do mal, ao amor, ao próximo!
Ao longo do caminho uma luz veio a brilhar
Pois me tornei imortal no espírito e na alma
Quando houve a escuridão
E na fé eu clamei seu nome...
Eu exaltarei a cruz
Meu salvador, é você jesus
Pai, filho e espírito santo
Trajando o manto eu venho ati
Seu nome eu clamarei senhor
A cruz mais pesada, foi você que carregou
Ao salvar o mundo dos pecados com seu amor!

Nunca vi um superdotado se importar com testes de QI

Já vi o suficiente para não sentir o resto.

O único pecado que minha mãe cometeu foi me conceber! Sempre a vi como meu anjo da guarda.

A bordo de mim
Trancafiada em mim,
no abismo, vi:
o mar se revelou.
Oculta,
embalo o fim,
estou a bordo.
O inundar do mar, sôfrego mar,
vem se lamentar.
Pálido.
Gélido.
Seco.
Escureceu,
não sou mais eu:
o mar sou eu.
Fugi sem ar,
pra me enclausurar
num olhar sombrio.
O medo embarca,
revira marcas
do meu pesar.
As ondas vêm,
molham meus pés,
e eu, mergulho.
Vento bravio,
calafrio
me faz chorar.
Tempestade à vista:
o barco vira,
e eu me embaraço
no relembrar.
Aos prantos, grito:
sou eu o mito
desse tal amar?
Ouço gemidos
do fundo do mar.
O horror me chama,
me mostra além
um antigo olhar.
Quando era ardor,
quem sabe amor
levou o mar.
À deriva,
na noite,
tento me refugiar.
E a negra vem
me acompanhar.
Seus braços frios
acariciam
meu perturbar.
O barco vira.
O retrato quebra.
Meu pesar, disperso.
Corta meus pés.
Ao chão, debruçada,
sangro, sem dor.
Junto os pedaços,
varro os cacos
de um amor opaco.
Mas a água vem.
As correntes vêm
me soterrar.
O barco alaga,
afunda lento,
o vento consente
meu naufragar.
E a brisa leva
o que restou de mim.
Meu ser se afoga.
O sal corrói
esse sôfrego amor.

Posso não presenciar a maturação da semente, mas só a possibilidade de vê-la crescer consigo vislumbrar uma nova chance de chegar ao céu.

Com humildade, de minúsculo ser me fiz grande;
Com coragem, grandemente enfrentei a vida ⁠e me vi gigante;
Com meu grande amor, novamente me fiz pequeno a caber no coração do outro, e me tornei invencível

Vi um lugar que todo mundo é feliz, tatuagens eram a única cicatriz — um lugar onde não existia fim.

Encostei a minha tarde
Na boca da sua noite e vi o céu.
Estrelamos!