Hoje me Vi Sozinho
Enquanto muitos vão deixar suas obrigações para amanhã,
faça hoje mesmo, e amanhã colha os resultados por antecipação.
A igreja de hoje deve ser visível, confiante e corajosa, sendo cheia do poder e dos dons do Espírito Santo.
Alguém atuava com poder na velha vida do homem convertido e como cristão atua hoje o poder do Espírito Santo.
Há milhares de religiões e líderes cegos que, até hoje, nunca aconselham aos seus fiéis que existe um só Sumo Sacerdote para guiá-los por meio da obediência à vida eterna.
Jesus foi coroado de glória e vive até hoje, vendo almas caindo, sofrendo e sendo presas pelos demônios, porque corações humanos prestam idolatrias a homens mortais.
Tenho 63 anos hoje; amanhã terei, se Deus quiser, mais de 63.000 bilhões de milênios em Sua presença.
O diabo mente até hoje, mas não consegue tapear o anjo do Senhor, porque está à serviço dos santos de Deus.
Faça o que pode ser feito hoje, porque amanhã haverá mais coisas para serem feitas na falta de tempo.
Assim como os judeus, nos tempos de Jesus, se apegaram à lei do sábado, hoje os ateístas e religiosos são escravos de suas próprias filosofias, condicionando seus espíritos à prisão dos desejos da alma.
A primeira vez que Deus assumiu um corpo físico foi quando Jesus Se tornou o Verbo encarnado; hoje, Ele só tem alma e espírito.
Deus deu a Eva um só cartão de débito, porém Satanás ofereceu a ela um cartão de crédito e hoje todos nós somos devedores a Deus, porque Eva passou do limite.
Já pensou se existisse, no tempo do profeta Samuel, o SAMU de hoje? O SAMU chega rápido, mas o que cura é a fé na Palavra de Deus dita pelo profeta Samuel.
A ótica dos cristãos nos dias de hoje,acerca do livramento, é quase inexistente, pois o medo fica estampado na cara.
Porta-vozes falaram aos reis e foram perseguidos, porém hoje todos os cristãos falam livres com segurança pública.
As igrejas de hoje estão vendendo picolé na fé e o diabo, levando as ovelhas para os pastores, dizendo: Açaí.
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
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