Hoje me Vi Sozinho
Cuidado para não deixar uma ferida de hoje cegar você para todas as curas que você já recebeu.
SerLucia Reflexoes
Hoje pode ser diferente… não porque tudo mudou,
mas porque você pode escolher um outro jeito de atravessar.
Sem tanta cobrança,
sem carregar tudo ao mesmo tempo,
sem tentar resolver o que ainda nem chegou.
Fica só com o que é de hoje.
O restante, você não precisa segurar agora.
Tem caminhos que se abrem enquanto a gente caminha.
Edna de Andrade
Pra ser quem eu sou hoje
Eu paguei um preço muito alto
Perdi muitas coisas perdi caminhos perdi pessoas.
Perdi até a mim mesmo!
Mas eu me refiz em silêncio carregando dores que ninguém viu vencendo batalhas que ninguém nunca soube
Então por favor não venha me dizer: Há você não era assim?
Você não sabe o que eu vivi
Cada mudança em mim tem uma cicatriz
Eu não mudei por escolha eu mudei por necessidade
A vida me moldou na marra no impacto na perda.
E hoje eu sou o que restou depois de muito me despedaçar e mesmo assim eu sigo em frente com a cabeça erguida.
Bom dia!
Que hoje a fé seja sua armadura, a esperança sua direção e a paz sua companhia.
Cristo está à frente, abrindo caminhos, trazendo livramentos e derramando bênçãos sem medidas.
O mal não terá poder, porque a luz de Deus sempre vence as trevas.
Levante-se confiante: o amanhã já está escrito em vitória!
Naldha Alves
A pena!
A pena que hoje cumpre não é culpa de ninguém. Quando te deram conselhos, você não quis ouvir.
Agora, atrás das grades, foi que bateu o arrependimento, nesse inferno fedorento.
Você deseja liberdade, mas agora é tarde; está pagando pela sua maldade.
PARECE O ÚLTIMO DIA
Felipe Mateus Alessi, agosto de 2019.
Hoje parece o último dia,
mas aprendi que o fim é só o início visto por dentro.
Acordo não para amar alguém,
mas para ser amor… o que resta quando tudo parte?
Ser descomunal não é fazer o bem sempre,
é fazer o bem mesmo quando o bem não volta.
É tentar ser melhor, não perfeito.
E suportar a dor sem torná-la bandeira.
Quando a prisão é a mente,
não se escapa, se observa.
O vazio é só a casa antes da mobília nova.
Colorir a mente não é negar a sombra,
É atravessar com coragem…
é permitir que o escuro prove o valor da luz.
A felicidade não se escolhe, se compreende, se vive.
Será que dei o melhor de mim?
Talvez dei o que pude.
O resto era defesa, medo de ser comum.
Poderia ter sido diferente,
mas só quem aceita mudar continua sendo.
Ganhar e perder…
os dois mentem, se vistos com pressa.
A vida não é uma disputa,
é um ritmo que se aprende ao tropeçar.
Chuto o balde e descubro:
ele estava quase vazio porque esperava que o mundo o enchesse.
Hoje sei: o destino não é lugar, é presença.
O futuro não é sonho, é direção.
E até a tristeza é um convite para renascer.
Quis não precisar de ninguém,
mas o universo se revela nas relações.
Somos peças de um mesmo organismo,
ninguém evolui sozinho.
Amo porque preciso e preciso porque amo.
Teimoso? Convicto?
Sou ambos.
Há dentro de mim um grito que recusa a mediocridade,
mas agora sei: ser extraordinário
é aceitar a própria humanidade sem máscaras.
Integrar o homem comum,
Não fui escolhido, escolhi permanecer desperto.
Perder ainda me dói,
mas entendo que a vitória não é o resultado:
é a consciência que fica depois do erro.
Deus ainda me habita,
não como consolo, mas como espelho.
A música me equaliza,
porque traduz o indizível,
a vibração entre fé e carne,
entre lágrima e perdão.
Deus (El, YHWH, Adonai, Jeová, Elohim…)
não preciso que me faças vencer,
basta que me mantenhas inteiro.
O livre-arbítrio é o templo imperfeito do amor,
não tem posse, mas tem permissão… a dor vem da liberdade.
E se desejo,
que seja para encontrar as pessoas que amo livres dos grilhões invisíveis.
Amar é sentir medo e não fugir.
É cair e continuar vendo beleza no chão.
Nenhum tempo é melhor gasto
do que aquele em que aprendemos a cuidar da união,
mesmo sem retorno.
Escolho sentir, sim,
mas agora sei que o sentir também me escolhe.
Às vezes me destruo, às vezes me integro,
mas já não chuto o balde com raiva:
coloco nele a água que sobrou
e lavo meu rosto para recomeçar.
Menos Redes Sociais e Mais Livros, vemos nos dias de hoje muitos reclamando de tanta maldade ocorrendo, más estão presos dentro da prisão social, e o que você tem feito para mudar o seu mundo?
O CONHECIMENTO LIBERTA!
Hoje os cemitérios recebem toneladas de flores, mas muitos que ali estão, nunca receberam sequer um abraço em vida.
Diga a razão que o tempo da insensatez já passou, e que hoje, é um novo dia para aprender de fato, a viver uma vida plena de alegria e felicidade.
Quero sumir .
Hoje quero sumir
porque a sociedade negocia almas
como moedas de troca.
Até os laços de sangue
enxergam valor apenas na utilidade,
enquanto definhamos lentamente,
com medo da solidão —
até descobrirmos que a solitude
é menos cruel que a companhia vazia.
Hoje quero sumir
porque sinceridade virou risco,
solidariedade virou discurso,
e respeito, uma peça de museu.
No lugar disso,
valores distorcidos governam,
usurpando o que havia de mais puro:
a alma limpa,
a verdade sem cálculo.
Quero sumir
para não testemunhar
os exploradores da fé,
os corruptos de consciência,
os vampiros da inocência
devorando o melhor das pessoas.
A humanidade se corrompe a cada instante,
se autodestrói chamando isso de progresso,
e elimina o simples,
o básico,
o essencial de ser feliz.
Criaram uma manada domesticada,
entorpecida por um sistema
que destrói o intelecto,
atrofia a consciência
e sepulta a justiça e a honestidade.
Hoje quero sumir
porque me sinto um estrangeiro neste mundo,
um erro fora da engrenagem.
Prefiro caminhar só
a viver no meio do caos
que desacredita os afetos
e transforma amizades em personagens.
Percebo que não me encaixo mais.
Vivo em conflito constante
entre o certo e o errado,
entre o bem esquecido
e o mal normalizado,
entre o homem que ainda sente
e o homem sociopata que aprende a sorrir.
Cansei de confrontar
manipuladores da mente,
que usam fragmentos da verdade
para sustentar grandes mentiras.
Hipócritas —
raça de víboras,
túmulos caiados,
limpos por fora,
ocosos por dentro.
O mundo conseguiu me expulsar.
Hoje sou uma alma errante
em meio ao caos,
à discórdia
e à ganância que impera.
E talvez sumir
seja apenas
uma forma silenciosa
de continuar sendo inteiro.
Esse é o grito que muitos retém dentro da sua alma. O medo do despertar e de manter a sua essência.
Atila Negri
"Amadureci. Hoje entendo que às vezes se discrimina, oprime e invalida com os gestos, com as palavras e atitudes. Acabamos sendo cruéis sem perceber.
My Devil Talk's
Hoje encarei, frente a frente,
aquilo que um dia me chamou de futuro.
Ele chegou antes de mim.
Inteiro. Limpo. Insubmisso.
O café entre nós não era bebida —
era intervalo,
era a distância exata entre quem eu fui
e o que restou de mim.
Acendi um cigarro.
Ele não suportou.
Não o cheiro —
mas o símbolo.
Disse que eu havia aprendido
a conviver com aquilo que antes me destruiria.
Que eu transformei renúncia em hábito
e cansaço em identidade.
Meus silêncios — segundo ele —
não eram profundos.
Eram covardes.
Minhas palavras,
repetições de um homem
que já se traiu tantas vezes
que começou a chamar isso de adaptação.
Ele não tinha pressa de chegar.
Tinha urgência de não se tornar eu.
E isso…
isso foi o que mais doeu.
Porque ali, diante de mim,
não estava alguém que me admirava —
mas alguém que me reconhecia
e recusava.
Olhou minha vida
como se fosse um território negociado,
cada princípio vendido em parcelas silenciosas.
Perguntei, quase implorando sem voz:
— você volta?
Ele sorriu.
Não foi gentileza.
Foi sentença.
O tipo de sorriso
de quem ainda não foi quebrado
o suficiente para aceitar menos do que é.
Pagou o café —
como quem encerra um ciclo
que eu nunca tive coragem de terminar —
e partiu.
Sem peso.
Sem dúvida.
Sem mim.
Na mesa, ficaram vestígios:
uma coragem que eu abandonei cedo demais,
um sonho que eu dobrei para caber no medo,
e uma pergunta —
crua, implacável, irreversível:
— em que momento você decidiu sobreviver
em vez de ser?
Fiquei.
E pela primeira vez,
não havia distração possível.
Apaguei o cigarro.
Mas o que queimava
não estava entre meus dedos.
E então compreendi —
o silêncio não veio me consolar.
Veio me julgar.
Exaustão
Hoje o mundo pesa mais do que meus ombros suportam.
As cores se apagaram devagar,
como um céu que esqueceu de amanhecer.
Nada me chama,
nada me prende,
nada me move.
Os sonhos tão barulhentos antes
agora sussurram de longe,
como se não fossem mais meus.
Caminho por dentro de mim
e encontro salas vazias,
ecos cansados,
silêncios que gritam.
Tanto faz diz a minha alma exausta.
Tanto faz se fico, se luto, se tento.
O sentido escorreu por entre os dedos
e eu não tive forças para segurar.
Não é que eu não sinta
é que sentir virou peso.
E eu…
eu só queria descansar
de mim mesma,
do mundo,
de tudo.
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