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Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

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Nem sempre quem foi forte ontem continua forte hoje.
E quem está no topo agora… pode cair amanhã se relaxar.
A vida não respeita títulos, passado ou promessas.
Ela responde à consistência diária.
Disciplina hoje.
Foco hoje.
Trabalho hoje.
Porque no jogo da vida, não vence quem começou melhor…
vence quem não para.

"O silêncio das suas escolhas hoje ecoará mais alto que as desculpas que você contará amanhã."

E hoje bateu aquela saudade com nome e sobrenome...
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
E eu fiquei pensando que no último encontro,
eu deveria ter conversado mais um pouco,
deveria ter abraçado mais um monte de vezes,
como se cada abraço fosse eternidade.
Dói saber que pode ter sido a última vez.

Mas fica a lembrança — viva, quente, bonita,de tudo que foi e de tudo que poderia ter sido.

Corte Cirúrgico:


Hoje eu deitei para dormir mais cedo
O meu colchão me abraçou bem apertado.
Sufocado, eu senti bastante medo,
E neste enredo eu fiquei desacordado.


Quando despertei naquele lugar trancado,
Senti os meus braços amarrados
E logo isto me apavorou por inteiro.
As luzes piscavam descontroladas
E o suor com gotas geladas
Afirmava que não seria o primeiro.


Vozes me agitavam e risos me cercavam.
Estava em transe sem reação.
Os braços que me tocavam,
Tiravam de mim qualquer ação.


Nessa noção eu avistei o meu pavor,
Reluzindo com as luzes o brilho mortal.
E nesta hora não sabia como me recompor,
E então a dor seria mais do que fatal.


Engoli em seco, pois não havia
Na garganta uma só gota
De saliva que ali possuísse e nem poderia
Me salvar do meu destino com forma marota.


Aquele avental verde lodoso,
Castigava minhas pupilas com ardor
Sentia o meu suor se tornando poroso.
A carne queimando deixava no ar o fedor.


O bisturi cortando, preciso e cauteloso
A dormência na pele me impedia
Que eu sentisse aquele rubro lustroso
Cobrir o meu corpo o quanto podia.


Minha consciência lutava até o fim,
Para eu não cair fácil assim
No golpe de sorte que a vida possui.
No entanto, já exausto eu sei
Que tentei mas não aguentei
Àquele ato a vida logo me exclui.


Tsharllez Foucallt.

Sei que está cada vez mais difícil acreditar nas pessoas de hoje em dia, então te darei á opção de confiar em min ou não.

Dengue


​Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.


​Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
​E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.


Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
​Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
​Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.


​Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
​E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.


Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
​Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.


E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
​Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.


Nunca teve ninguém além de mim mesma.

Na Judeia, na época de Cristo, o “sobrenome” não era como hoje.

Geralmente, indicava de quem a pessoa era filho ou onde vivia.

Jesus era “Yeshua bar Yoseph” (Jesus, filho de José), “Yeshua Natzara” (Jesus de Nazaré).

Algo curioso é que Barrabás vem de “Bar Abba”... ou “filho do pai”, e alguns historiadores dizem que ele era “xará” de Jesus (“Yeshua bar Abba”).

A Divindade está até mesmo nos detalhes... o povo escolheu libertar uma pessoa que, literalmente, se chamava “jesus, filho de um homem”, para condenar “Jesus, filho de Deus”.

Deus ontem, Deus hoje, Deus amanhã, Deus sempre.

Hoje acordei disposta trocar solidão por esporte.

⁠Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.

Raridade é encontrar quem queira namorar e construir algo sólido. Hoje em dia, a regra é 'ficar' e a exceção é assumir.🤦‍♂️

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.

Somos, hoje, o mapa que guiará a sociedade de amanhã.


Realmente, o que mais importa na vida é tão simples.

A gente perde tanto tempo balanceando as culpas que esquece de pesar nossos próprios erros!

A verdade é essa.

E na hora do nosso juízo final, Deus não vai ficar perguntando para a gente sobre os pecados de ninguém!

Quando a gente faz nossas orações, a gente até pode dizer: 'me perdoa pelos meus pecados e pelos pecados do mundo inteiro.

Mas, no fim das contas, é só você e Deus

É sobre você que ele quer saber!

Então, não fique tentando mudar o mundo.

Não adianta você se chatear com a atitude errada de ninguém, o máximo que você pode fazer é mudar a sua.

Não desista de querer o bem e, principalmente, de pedir isso em oração.

Mas deu-se a cada um a missão de corrigir os próprios erros.

O mundo está tão pesado e caótico, as coisas poderiam ter sido diferentes no passado.

Para que talvez hoje fosse um pouco mais leve.

A minha infância teve memórias boas e ruins também.

Minha família poderia ser mais unida, eu falo tanto da parte materna quanto paterna, tenho primos e primas por esse Brasil inteiro que muitos eu nem sequer conheço.

Por um orgulho besta, uma disputa sem noção por algo que eu não sei nem o que é.

Que afasta famílias e cria abismos é um dos maiores causadores de arrependimentos. O tempo é implacável e passar por cima dessas barreiras é um ato de amor próprio e de cura.

Poderíamos ter amado mais!

Assim como o tempo passou ontem, também irá passar amanhã!

E continuamente.

As crianças têm salvação, a gente talvez não.

Então, o que podemos fazer hoje é tentar mudar a nós mesmos.

Para salvar uma sociedade inteira amanhã.

Porque cada dia que passa, crescem um bocadinho mais os olhos de quem nos observa e segue nossos exemplos!

No final, a vida se resume ao amor, ao perdão e a tentar ser alguém melhor do que fomos ontem e dar mais valor ao que:



REALMENTE IMPORTA!

Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.


Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.


Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.


E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?


A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.


E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.


No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.


E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.

Pequenina
Hoje eu falaria sobre a fé e a razão


Eu falaria em minhas poesias


Sobre amor e perdão.


Eu seria presença de luz na escuridão


Eu plantaria uma muda de amor


Em cada coração que sofresse dor


Eu voaria como o vento ,levando orações ao relento


Olhos de pedra sem pena de mim ,tentaram me jogar nas trevas sem fim


Mas o amor a Deus me guiou, me deu colo e não me julgou


Eu aprendi a cair e chorar, tentaram abalar minha Fé abalar


Mas na oração ,aprendi a levantar


Minha missão foi falar de amor


Eu apanhei e chorei de dor


Fiquei pequenina, fui amparada na palma da mão do Senhor.


Eu te contaria minhas tristezas.


Mas Deus fará delas riquezas


Eu posso deitar e chorar.


Mas eu prefiro ao vento me aliar, levando orações ao relento


Ensinando o duro a amar. o meu dever é ajudar


Não posso julgar, melhor ser aprendiz do que ser juiz


Sou pequenina aos olhos alheios


Mas grande é a minha Fé e o mundo é pequeno.


Eu voaria como o vento, abraçando a dor e transformando-a em amor.


Hoje eu falaria sobre a fé e a razão


E transformaria minha oração em canção.......

"Não tente negociar com Deus com lágrimas. Lágrimas não O convencem, mas sim a fé.”


“Hoje, Senhor, não apenas choro, mas creio! A minha fé declara: o impossível vai acontecer, porque o Senhor reina sobre todas as coisas.”

Hoje, o Céu ainda clama:
“Escolhe a vida, abandona a sombra,
lava tuas vestes no sangue puro,
e caminha no temor do Senhor”.


Porque o pecado é sentença de morte,
mas Cristo é a Ressurreição e a Vida.

A mesa aponta para a eternidade.


Hoje partilhamos o pão e o cálice, mas é um ensaio do banquete eterno.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
A inclusão final será no céu: todos os remidos, de todas as nações, juntos diante do Cordeiro.

“Você corre atrás do que não preenche, mas Jesus oferece descanso eterno. Não adie, recebe-O hoje!”
Mateus 11:28-29

“O vazio que você sente só Jesus pode preencher. Não espere outro dia, entrega tua vida a Ele hoje!”
Salmos 34:18