Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

Cerca de 187960 frases e pensamentos: Hoje a Felicidade Bate em minha Porta

Essa é mais uma noite que a SAUDADE bate constantemente forte em meu coração, as lembranças tomam conta da minha mente. Amor, não consigo pensar em mais nada, a não ser em nós. Boa noite e beijo distante!

De repente bate uma vontade de sumir, tipo ficar sozinho, longe de tudo, reaver alguns pensamentos e sonhos antigos que não deram certo, tipo sumir de verdade, sem noticias, sem mapas, sem informações, só eu e Deus.

E quando escuto música, a primeira coisa que me faz lembrar é você, e a saudade bate, e as lágrimas escorrem pelo rosto .

A verdade é como o sol forte, que bate na nossa cara, nada a esconde por muito tempo, nuvens de mentiras não podem destruí-la, há momentos que desistimos de lutar por ela, mas o tempo certo tem piedade, ele pede ajuda do vento que, com sua misericórdia a sopra para direção certa, e no caminho ela é descoberta.

Sempre pela honra por amor e fé
Coração de vagabundo bate na sola do pé
Eu falo a verdade pra um bando de sequelas
Deus fecha uma porta mais abri mil janelas

E a gente brinca, briga, implica, bate, xinga. É, amigos tem esse jeito de amar.

Quando o cansaço bate e as pálpebras começam a pesar é hora de fechar os olhos e colocar a alma pra sonhar.

Saudade eterna!!! A saudade é um sentimento que ás vezes bate forte. Algumas vezes vem acompanhada da dor, outras da alegria, e agradecimento de ter vivido. Muitas vezes faz a gente chorar, outras sorrir, mas sempre nós impulsiona a vivê- la. Uma viagem ao passado, as lembranças, recordacões. Qdo vivemos de forma plena junto ao outro, é considerado gratificante. Hoje abro o meu sorriso, agradecimento, por poder ter compartilhado meus dias com o Sr, Por ter aprendido, ter sido acarinhada, iluminada com seus gestos, e digo: Saudades eternas, saudades eternas, saudades eternas, hei de te encontrar novamente pai. !!! Simone Verçosa.

O céu e azul
A terra e marrom
A rosa e vermelha
Assim como o meu coração
Que bate em te ver
Chora para não te esquecer
E grita para te ver.

Meu coração bate descompassado.
não corri,
apenas te vi.

Meu coração pulou,
Acelerou.
Meu corpo tremeu,
E minha mente emudeceu.

Queria muito mais,
Mas o fim chegou.
Com uma despedida simples,
guardarei pra mim,
O desejo de ter
você pra mim.

Ela andava reclamando da forma como ele fechava as portas, "Não bate! Vira a maçaneta e puxa!", ele vinha implicando com o tempo que ela mantinha aberta a geladeira, "Pensa antes no que você quer, depois abre!". Quando ela dirigia, ele ia cantando as marchas, feito um técnico no banco de reservas: "Quarta!", "Terceira!", "Quinta! Oitenta! Bota a quinta!". Quando ele dirigia, ela desdenhava dos caminhos como um Waze contrariado: "Por que cê tá subindo a Augusta?! Pega a Nove de Julho!". "Não, Rebouças não! Rebouças nunca! Vai pela Gabriel!". No dia em que discutiram feio a respeito do lado certo para começar a descascar uma mexerica -"Por cima! Todo mundo sabe! Aquele engruvinhadinho tá ali pra isso!" versus "Por baixo! É uma dedada só, puft!"- decidiram que era preciso diminuir a convivência.

Passaram a jantar em horários diferentes. A ler cada um numa poltrona, em vez de dividirem o sofá. Às terças, ela ia ao bar com as amigas. Às quintas, ele jogava futebol. Melhorou, mas não resolveu. Ele resmungava do cheiro de fritura com que ela se deitava na cama. Ela o reprimia pelas roupas suadas, espalhadas no banheiro. E, quanto às mexericas, bem, continuavam irredutíveis.

Decidiram, então, dormir em quartos separados. À noite, se despediam e iam cada um prum lado do corredor. Ele via a série dele, ela via a série dela. Em algumas noites, até, viam a mesma série, mas cada um dando pause quando quisesse, botando legenda na língua que bem entendesse -antes, ela sempre queria pôr em inglês, "pra praticar", ele sempre queria pôr em português, "pra entender": acabavam nem praticando nem entendendo, mas discutindo. Mesmo em quartos separados, as rusgas continuavam. Ele precisava parar o carro atrás do dela, à noite, atravancando sua saída, de manhã?! E custava muito a ela botar o iPad dele pra carregar, depois de ler o jornal, vendo a bateria no vermelho?!

A solução, acreditaram, era morar cada um numa casa. Voltariam a ser namorados, cada um com o seu mundinho, como na época da faculdade. Foi bom por um tempo, mas -de novo- não resolveu. Ele atrasava pro cinema. Ela discordava do restaurante. Na casa dele não tinha os cremes dela. Na casa dela não tinha as lentes dele.

Um belo dia, que de belo não teve nada, tiveram de admitir que a convivência era impossível. Sempre haveria algum incômodo, algum detalhe, alguma idiossincrasia de um a pinicar a paciência do outro. A saída era se separar. A distância acabou com os velhos problemas, mas criou um novo, imenso: eles se amavam, sofriam vivendo sozinhos. Não que quisessem voltar. Sabiam que de briguinha em briguinha, de discussão em discussão, o caldo entornaria, mais uma vez.

Então chegaram, enfim, à conclusão de qual seria a única forma da relação funcionar, sem picuinha nem saudade: nunca terem se conhecido. Se apenas imaginassem um ao outro, amantes ideais, pairando no éter, num mundo sem marchas, sem Rebouças, sem mexericas, sem legendas, sem geladeiras, sem cremes, sem lentes, sem carros atravancando a garagem e sem baterias de iPad avisando que resta apenas 10% da carga assim que o jornal acaba de ser baixado, seriam felizes para sempre.

Cálice

Hei -me aqui na penumbra da noite.
Nem sei que hora bate no relógio, se
Uma, duas, quatro ou três da madrugada.

Hei-me nesse canto, aqui, acolá
Me pondo da sala pro quarto a andar.
Do livro que tenho, de algumas linhas
Não pude passar.

Sento agora no velho sofá,
Cor de sangue, como as lágrimas que,
De quando em vez, não consigo segurar.
Já me arrasto de lá para cá, na lembrança
Da moça que sem pensar, pus-me a matar.

Bebi do cálice, das incertezas
E, ao mal dei lugar, delirei, a matei sem dó.
Não ouvi o seu chorar doído, como criança a clamar.
Sim, bebi do cálice maldito e comi da sopa do inimigo
Servida num prato de nó.

Fiquei gorda, empanturrada de insanas besteiras.
Fui um tolo, sem paz, um péssimo jogador.
Acreditei piamente que me traía, aquele amor.
Não vi a razão, encontrei na loucura,
Um lugar sem fronteira.

Ahh.. Como pude não ouvir aquele choro,
Como pude não pegar em sua mão,
Não olhar nos olhos dela,
Não cumprir o prometido?

Como pude dar lugar, ao medo, a ilusão?
Se era eu o homem em nossa cama,
Como poderia ela me afrontar, se
Tudo o que meus olhos pediam,
Era dela concordar.

Ainda vejo, aqui a mão sua, o seu esforço.
Na mesa do canto, no som da música a voar.
Nas marcas entranhadas no colchão, na pele,
Na alma, a sua ausência, lamentar, nas noites
De luar, quando a moça, corria para a janela
E ponhava a me chamar.

Olha a lua, é cheia, amor.. Que linda que está!

Não existe lua mais bonita que aquelas
Que ao seu lado pude apreciar.
Nem essa que a saudade, vem mostrar.


Se não me rasgasse inteira, o silêncio
Quando encontro seu olhar, algo divino, com ela teria pela vida toda, não posso negar!

Nessas horas o silêncio vem espicular,
Um pouco daquele jeito de olhar.
Será que ainda é de ódio, escarnio,
O desprezo que sublinhei,ou de desespero
Porque a golpei?

Foi no mesmo golpe de incertezas que, provei,
Esse gesto que no fundo matutei.

Ó que atimia, caí sobre essa madrugada!
Que quase sempre segue, além da alvorada.
Na falta da namorada, da mulher,
Que vinha desconfiada,um riso de criança
Me tirava e em nossa cama me abraçava.

Bebi da maldita, me arrependo!
Entreguei seu corpo em sua porta,
No final, da tardinha que sumia.

E sob a lua que ainda lumia
Me apartei dela que ia...

Daqueles dias que eramos dois sóis,
Dado a minha covardia,
Não guardo nem fotografia
Ó.. Quando a encontrarei,
Quando serei de novo um rei,
Uma rainha?

Não sei que hora bate no relógio,
Se uma, duas, quatro ou três,
Se é noite, se é dia.
Invento risos para fugir da agonia.

Se é uma, duas, quatro ou três, não sei.

"Às vezes bate uma vontade louca de largar tudo e ir morar dentro de um abraço."

“E você bate a cabeça tentando saber o que á de errado.”

As vezes bate aquele desânimo, não vontade de fazer nada, não da vontade de comer, de sair, de ver ninguém, a unica vontade que dá é dormir e dormir e dormir.
Mas não vale a pena perder tempo dormindo e nem remoendo coisas que não me levam pra frente.
Sempre acho uma maneira de tentar mais uma vez, dou segunda chance, arrisco no novo, sempre que caio me levanto e vou de novo.
Parece até que estou aprendendo a andar de bicicleta, caio e me machuco, mas no outro dia levanto e tento de novo. Quem sabe um dia eu aprenda e que bom se a vida fosse igual aprender andar de bicicleta, dói menos, sempre tem alguém pra te ensinar e te colocar pra cima e da pra colocar rodinhas.
A vida talvez não seja injusta, talvez eu procure nos lugares errados, ou talvez pelo fato de procurar as coias boas acabam se escondendo.
Vou continuar levando minha vida tentando e arriscando, quem sabe um dia eu acerto, e talvez o dia em que eu acertar as minhas feridas cicatrizem.

A saudade que bate é incrível, é uma dor muito grande. Saudades de pessoas, de objetos, de momentos. Às vezes me pego no espelho me olhando, tentando achar um alguém, mas apenas acho um corpo. Um corpo sem alma, sem espírito, sem sentimento. Mas eu já tive sentimento, como é ótimo estar gostando de alguém. Aquele momento em que você se deita e abraça o travesseiro pensando naquela pessoa, imaginando você abraçando, apertando, beijando aquela pessoa. Até o momento em que essa pessoa se afasta de você. O seu namorado-travesseiro, agora virou um lenço para enxugar suas lágrimas. Nada mais. Então você se afoga naquelas músicas deprimentes mesmo sabendo que isso não vai melhorar. E você pensa que se não tivesse conhecido essa pessoa sua vida estaria melhor, não estaria sofrendo. Mas a vida segue, a vida trará novos amores, novas pessoas, até o momento em que aparece uma pessoa especial na sua vida e você quando vai deitar abraça o travesseiro e... bem... não preciso continuar.

Quando toco meus olhos nos teus bate um desejo quase incontrolável de correr para os teus braços, pular no teu colo... agarrar teus cabelos e me perder sem vergonha, sem limites, no corpo teu.

Quando eu te vejo me bate um despreso
lembro de nos juntos com tanto aconchego
e agora eu vejo vc nos chamegos com o tal sujeito

Quando te vejo meu coração sangra
minha alma grita num pranto sem fim
gritos de dor,súplicas,delírios ou algo assim
coisa que sem dó vc ex amor tirou de mim

Hoje sou novo cicatrizes ja fexadas
encontrei um novo amor,confesso tenho medo
pois com tais lenbranças q chegam tiram meu sussego
finjo estar num realejo desfrutando meus maiores desejos

Com vc linda mulher que amparastes meus anseios
seu sorriso me encanta sem dizeres uma palavra
sinto bater oq ja a muito n sentia,chega meus pelos arrepia
lembro do amor passado ja a muito renegado

E percebo que hj estou novamente apaixonado
Meu amor ja é dobrado,sentimento desvairado
coisa que vivo sem medo pois sei que ja é verdadeiro
como as confidencia que me faz sem nenhum receio.

(V.M.P)

Oh! Saudades que bate aqui no coração!
Eu queria ter uma resposta para uma simples pergunta:
COMO POSSO AMAR TANTO ALGUÉM QUE NEM SEI SE REALMETE ME AMA?
Como eu queria ter uma resposta para essa pergunta tão simples, mais parece que ninguém nemmesmo eu sei a resposta. O amor é uma coisa tão complicada, ás vezes ele vem para ficar, outras ele está só de passagem! Mais essa passagem deixa um machucado muito grande e depois que esse "machucado" se fecha, ele não se fecha por intero, ainda fica uma pequena ferida que se chama SAUDADE.
E por causa dessa saudade acabamos ficando fageis e derrepente esbarramos com alguém que nunca vimos(ou até conhecemos) e esta pessoa torna-se especial e as vezes ela acaba curando o restante daquela "ferida" que um dia se abriu em nossos corações. Mas essa ferida que um dia se abriu acaba deixando uam cicatriz que pode se abrir novamente com um simples piscar de olhos.
Acabamos sentindo por essa pessoa um amor incomum, mais nem sempre esse amor é correspondido, mais temos que ir a luta por ele...você vai sofrer, chorar, rir sem ter motivos, não vai conseguir olhar para a pessoa amada, vai ficar sem voz e vai sentir medo de ser rejeitada e de esse amor ser apenas mais um Conto de fadas sem um final feliz..!
Tudo isso faz parte de um Grande amor..!! Assim é o amor..ele vem e ocupa um espaço em nossas vidas, amis um dia ele vai embora, porém ele continua vivendo em nossos pensamentos, como uma lembrança...uma inda lembraça...Mais o importante mesmo é que ele tenha um dia existido em nossas vidas, dentro de nós e que tenha fornecidos bons momentos, para que em um futuro esses momentos tragam saudades daquele amor que nós fez sofrer e que deixou marcas para o resto de nossas vidas!
Você nunca mais irá sofrer como você pelo seu primeiro amor, mas não se esqueça que esse sofrimento valeu muito, pois te ensinou a lutapelo o que desejas...você pode até ter perdido a luta ou a guerra mais essa guerra te ensinou a viver sem medo de ama e sofrer novamente!
Bom o Amor é isso..!
Uma mistura de sofrimentos, alegrias, paixões e dores...Mais eu espero que você viva um amor inesquecivel e se lembre que o amor pode te fazer sofrer mais ele sempre vai te ajudar a superar as etapas da vida, ele sempre estará lá...não importa o que aconteça!!

LÁGRIMAS DEMAIS

No seu mundo também bate o sol
Ouve só um segredo
Quantas vezes você foi feliz
Sem quebrar o brinquedo?
Vale a pena sonhar
Um dia azul, nós vamos voar
Conversas podem alterar...
O seu enredo...

Mais um dia se passou assim
Sem ter fim nem começo
Aproveite pra se reinventar
Navegar contra o vento
Vale a pena lembrar
Do velho tesouro no fundo do mar
Saltar sem medo, mergulhar...
No pensamento...

Olhar e ver
Ouvir dizer
As palavras perdidas sem talvez
Deixar você saber
Eu só te quero bem
Chega a hora de sorrir e seguir em paz
Já foram lágrimas demais...

Belo dia pra se reencontrar
Reviver o passado
Sonhos loucos podem acordar
Com você ao meu lado
Deixa a vida levar
Aonde a sorte vai te alcançar
Não dá mais tempo pra pensar
Vai lá...
Jogar os dados...

Olhar e ver... etc.