Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
É fácil dizer não,
É facil fechar a porta, negar apoio
A quem precisa,
É fácil criticar quem erra,
É fácil condenar quem já
Está condenado,
É fácil se esconder
De quem necessita…
Difícil Mesmo é Ajudar,
* Apoiar,
* Incentivar,
* Absolver,
* Acolher
* Amar,
Afaga-me sobre teu prazer
Me entorpece em tuas entranhas
Me mostra a porta do éden,
Onde o teu corpo é a chave
E a fechadura é o nosso encaixe
Me afeta com o teu mal,
O mal de te amar, e de ser amada
Nas eloqüências de noites frias,
E sobre o calor do nossos corpos
Que se tornam a exaltação
Do nosso extasse sobre o outro, eu, você, nós.
Remate penoso!
O conhecimento acaba com o talento e a sensibilidade.A imaginação é a porta para a inexplicável naturalidade.
Todos os dias recolha-te em teu quarto, feche a porta, e converse com seu coração, pergunte sobre qualquer coisa, da mais fútil e passageira, a mais importante e eterna, e não te preocupes com a resposta, se ela virá ou quando virá, mas podes ter a certeza que ela virá, e será verdadeira, pois o coração não mente. Este é o verdadeiro dízimo, e a verdadeira recompensa.
Kairo Nunes 05/06/2009.
Vivia as beiras, da morte ou do abismo, de porta em porta nas consequencias, dias passavam como os segundos, não sei nem se vivia dentro de mim.
Havia um sapateiro que trabalhava à porta de sua casa e estava sempre cantando. Tinha muitos filhos que andavam esparrapados, mas à noite, quando a mulher punha a ceia pobre na mesa, ele tomava a viola e tocava sua cantigas, bem satisfeito.
Diante de sua casa vivia um homem muito rico, que reparava naquela pobreza toda, e um dia mandou dar ou outro um saco de dinheiro, pois deseja ve-lo feliz.
O sapateiro, muito espantado com aquela generosidade, pegou o dinheiro e à noite fechou-se com a mulher no quarto, para contar as moedas. Não tocou viola, e, por fazerem barulho as crianças levando-o a errar na conta, bateu-lhes, e elas abriram numa choradeira, pois nunca tinham apanhado e mesmo a fome não lhe doia tanto.
No quarto outra vez, disse a mulher ao sapateiro:
- Que vamos fazer com tanto dinheiro?
- Enterrá-lo.
- Podemos esquecer onde. É melhor guarda-lo no baú.
- Podemos roubá-lo. O melhor é pô-lo a render.
- Isso é ser agiota e eu não gosto.
- Então reformamos a casa, fazemos de sobrado e eu arranjo uma oficina toda pintada de branco.
- Nada disso. Não gosto do campo.
- Nada disso. Não gosto de campo.
- Pois a melhor coisa é possuir terras. O rsto não passa de vento.
A conversa foi esquentado, palavra puxa palavra,e o homem, exaltando- se dá dois tapas na mulher que desata num berreiro danado.
Durante a noite toda não pregaram o olhos. O vizinho ricaço estava espantado por não ter ouvido as canstigas de costumes, e sim choro de criança e ruídos de briga de adultos.
Finalmente o sapaterio disse à esposa:
- Sabes que mais? Esse maldito dinheiro matou nossa alegria. O melhor é devolve-lo ao vizinho. E tratemos de ficar com nossa pobresa, que enquanto fomos pobres éramos amigos e não havia choros nessa casa.
A mulher ficou muito satisfeita, e no dia seguinte o sapateiro devolveu o dinheiro ao vizinho e voltou a bater suas solas, cantando alegremente, como costume.
Oportunidade, é uma porta para a possibilidade de erro ou acerto que sempre te leva a uma consequência irrefutável
Se procura ética e moral
Saia já pela porta dos fundos
Nunca pela da frente
Ou pulando janelas
Levando como escudo jornais
E caixas de papelão
"Fechamos a porta para guardar nossas verdades, e deixamos a realidade a bater"
"Olhamos por uma janela e a fechamos quando julgamos encontrar nossas verdades, enquanto a realidade mantém todas abertas, nos esperando com um raio de luz"
Se algum dia a tristeza bater a tua porta deixe que ela entre, pois só assim saberá o tamanho de tua alegria.
Eu deixo aquela porta aberta na tola esperança de que o vento frio que entra possa te trazer de volta
