Heróis
HAIKAIS SOBRE A COPA DO MUNDO
Velha televisão
mostra heróis correndo livres
na sala apertada
Rãs junto ao lago
cantam depois da vitória
e depois da derrota
No bar da esquina
todos viram treinadores
por uma noite só
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
“A história registra alguns heróis. A humanidade foi construída por milhões deles.” — Leonardo Azevedo.
Ser amiga de Exu me ensina a não procurar vilões ou heróis pras minhas histórias. Exu é amigo de quem luta, de quem busca, de quem recomeça quantas vezes for preciso. Tenho sim minhas dores mas jamais terei dom pra vítima.
Os grandes heróis americanos são personagens: Rambo, Superman e Capitão América! Um monumento à fantasia é a estátua do "Rocky"!
ORAÇÃO PARA UM HERÓI
Papai do céu!
Quero falar que não gosto de heróis!
Ontem acordei com beijos do meu pai
Estava fardado pra ir pro serviço...
Ele falou baixinho no meu ouvido
Que me amava muito, muito mesmo !
Encheu-me de beijos e foi trabalhar.
Minha mãe veio me contar mais tarde
Do assalto que houve num banco
Que para defender uma mulher
E seu filho que chorava muito
Meu pai fora baleado e tinha morrido .
No enterro do meu pai
Haviam muitos policiais
Fizeram muitas homenagens
Disseram que meu pai era um herói.
Papai do céu !
Por que herói tem que morrer?
Queria ter meu pai aqui comigo
Não queria que ele se tornasse um herói.
Agora não terei mais seus beijos
Nem seus abraços e seus carinhos .
Jesus , cuida do meu pai aí no céu !
Diga que eu nunca vou esquecer dele
Que sempre vou amar e lembrar
De tudo que ele falou pra mim.
Papai do céu!
Eu não gosto de heróis
Mas eu gosto muito do meu pai !
Agora vou dormir pra sonhar com ele
Quem sabe ele possa assim me beijar
E falar de novo que me ama
Porque eu amo muito meu pai !
Boa noite Jesus!
Amém!
AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA
Enquanto isso, aquilo
e mais alguma coisa...
atrás das telas e teclados
há muitos heróis
e benfeitores…
mas por dentro,
um mundo de criminosos
e monstros.
Enquanto isso, aquilo
e mais alguma coisa...
o espetáculo nebuloso segue,
atrás das telas e teclados
proliferam heróis de plástico,
benfeitores de vitrine
e justiceiros de Wi-Fi...
digitam virtudes
com dedos sujos de ego,
e dentro, no subterrâneo
que não posta selfies,
um mundo de criminosos,
monstros bem penteados
e consciências
que não suportam
o próprio reflexo...
✍©️@MiriamDaCosta
O silêncio dos heróis é o maior grito que você pode escutar em sua existência: o grito de quem foi ensinado a morrer em silêncio, o grito de um homem.
Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.
OS HERÓIS ANÔNIMOS DA HUMANIDADE: RAOUL FOLLEREAU - ALMAS QUE SERVEM SEM SEREM RECONHECIDAS.
Marcelo Caetano Monteiro.
A história da humanidade não é construída apenas pelos nomes gravados em monumentos, pelos grandes líderes ou pelas figuras que recebem homenagens públicas. Existem almas silenciosas, verdadeiros benfeitores do mundo, que caminham entre nós sem buscar reconhecimento, movidas apenas pelo ideal de servir.
Entre esses espíritos de dedicação incomum encontra-se o médico francês Raoul Follereau, cuja trajetória representa um dos mais profundos testemunhos de compaixão, perseverança e amor ao próximo. Sua vida tornou-se um símbolo de luta contra uma das enfermidades mais estigmatizadas da história: a lepra.
A obra “Cinquenta Anos Entre os Leprosos”, de Raoul Follereau, apresenta uma narrativa marcada pela emoção e pela força moral de um homem que dedicou décadas de sua existência à defesa dos doentes marginalizados. Embora não seja uma obra espírita, possui um profundo conteúdo ético e humano, revelando valores universais como caridade, renúncia, fraternidade e respeito pela dignidade humana.
Follereau não enxergava apenas a doença física; enxergava o sofrimento moral daqueles que eram abandonados pela sociedade. Sua missão ultrapassava os limites da medicina: ele desejava despertar a consciência dos governos e das nações para que a lepra deixasse de ser uma sentença de exclusão e sofrimento.
Seu grande ideal era erradicar esse mal da face da Terra. Contudo, apesar de seus incansáveis esforços, suas advertências e seus apelos encontraram muitas vezes a indiferença das estruturas humanas. O mundo possuía recursos, conhecimento e possibilidades, mas frequentemente faltava aquilo que é essencial para transformar a realidade: vontade, solidariedade e compromisso moral.
A trajetória desse médico missionário revela uma das maiores enfermidades da humanidade: não aquela que atinge o corpo, mas a que endurece os sentimentos. A verdadeira doença que mata é a indiferença; é o egoísmo que impede o ser humano de enxergar a dor do semelhante.
Os chamados “heróis anônimos” são aqueles que dedicam suas vidas às causas que talvez nunca lhes tragam fama ou riqueza. São pessoas que plantam sementes de esperança sem esperar colher aplausos. Seu valor não está no reconhecimento público, mas no bem que deixam espalhado pelo caminho.
Sob uma perspectiva espiritual, exemplos como o de Follereau recordam a importância da lei de amor e da fraternidade universal. Independentemente de crenças religiosas, sua vida demonstra que a grandeza humana se manifesta quando o indivíduo supera o próprio conforto e transforma sua existência em instrumento de auxílio.
A humanidade necessita menos de discursos e mais de testemunhos. Homens e mulheres como Raoul Follereau mostram que uma única consciência iluminada pelo amor pode desafiar o abandono, combater preconceitos e revelar que a compaixão ainda é uma das maiores forças de transformação do mundo.
Fontes:
FOLLEREAU, Raoul. Cinquenta Anos Entre os Leprosos.
Registros históricos sobre a atuação humanitária de Raoul Follereau no combate à hanseníase e na defesa dos doentes marginalizados.
Reflexões éticas sobre solidariedade, caridade e responsabilidade humana universal.
Caminhamos como heróis e vilões em histórias que sequer lemos. Entre as boas e más impressões que formam a vida, o nosso único porto seguro é uma consciência limpa; afinal, a verdadeira paz de espírito nasce da integridade, e não da mera tranquilidade.
0464 "Quem não tem Herói proprio costuma se apropriar dos Heróis dos Outros. Comunistas, por exemplo, têm a desfaçatez de dizer que Jesus era Comunista, coitados!"
2268 📜 "Na falta de Heróis de Verdade, Alguns Comunistas insistem na Conversa (Fiada) de que Jesus era Comunista, HeHeHe. Que Forçação de Barra!"
"Por que esses Comunistas não indicam Marx e Engels como Heróis deles? Talvez porque ninguém vê Heróis em Fracassados... Principalmente eles. Poizé!
Os Heróis Escolhidos por Deus enfrentaram perseguição, rejeição ou inveja vinda de seus próprios familiares e parentes próximos. A inveja e a incompreensão do Propósito Divino na vida desses indivíduos geraram conflitos familiares profundos. P.G
