Herói

Cerca de 1391 frases e pensamentos: Herói

Eu vou ser o meu herói
Vou em busca dos meus objetivos
Esquecerei os planos a dois
isso fica pra depois....

O que interessa agora
é só a minha melhora.
Eu vou gostar mais de mim
Vou me amar como nunca me amei antes...

Cansei de me doar
E cuidar dos problemas dos outros...
Amar os defeitos dos outros...
Cansei de viver a vida dos outros...

Vou viver a minha vida enquanto há tempo,
Pois o tempo perdido se foi e não volta jamais...
Espero que tudo fique para trás...

Já me arrependi muitas vezes
Por acreditar que tudo é pra sempre.
O jogo dos sete erros, o jogo da vida...
Um dia a gente vai se decepcionar

Nem sempre a princesinha será Rainha...
Nem sempre a Bruxa será má...

Vivendo dias melhores pra sempre!!!

⁠Heróis.
Apontar esse ou aquele, é querer estereotipar uma única imagem para o "ser herói" e nisso está o erro.
Cada ser vivente tem seus heróis e seus vilões, sem imagem, característica única e ou pré definida.
Herói é todo aquele que:
- dá água a quem tem sede;
- alimento a quem tem fome;
- agasalho a quem tem frio;
- cura a quem está enfermo;
- acalanto a quem chora;
- esperança a quem desistiu.
Trazendo em pequenos gestos, grandes atos de heroísmo.

O herói de guerra
voltou vivo ao seu lar.
Ganhou troféus, glória
e medalhas no peito.
"Só" perdeu a perna esquerda,
um olho e o braço direito.

O herói de guerra voltou vivo ao seu lar, abarrotado de medalhas no peito,
sem a perna esquerda
e sem o braço direito.

Sou professor, não herói. O que sou mesmo é ser humano.⁠

Um herói incompetente, que conseguiu provar seu valor.

Se der certo, você é o herói da família. Se você não der certo, você é um maluco, uma maluca, um artista.

Fernanda Montenegro

Nota: Trecho de entrevista para Lázaro Ramos no programa "Espelho", em 2019.

Um herói é aquele que sabe como se aguentar um minuto mais.

O meu maior Super-Herói é o conhecimento financeiro, ele me salvou várias vezes.

"você pode ser um herói e um vilão ao mesmo tempo, em diferentes historias, entre uma mentira e uma verdade as vezes não existe relação"

⁠Quando é preciso
Uma ponte se constrói,
Seja do agora ao paraíso
Ou do vilão ao herói.

Você é um super-herói, cheio de força, porque chegar até aqui exige superpoderes. Acordar com tantos desafios não é fácil, e isso só prova o quanto você é incrível. A realidade é dura, mas mesmo em meio aos balanços da vida e às dores, você segue firme.

Um amigo de verdades não morreria como um herói ao teu lado, mas sim morreria junto como idiota;

“A esperança concede força ao fraco, transforma o covarde em herói,
sublima o egoísmo por amor,
converte o medo em convicção,
os sonhos em propósito e o
individualismo em fraternidade.”

"Queria ser um herói.
Não para ter poderes
equivalentes a mil sois.
Não.
Não para me tornar um juiz
e as vezes algoz.
Não.
Não pelo reconhecimento em ser belo, forte
ou super veloz.
Não.
Queria ser um super herói apenas por um motivo...
Nos heróis
as feridas não doem"

O verdadeiro herói não é aquele que mata muitas vidas, mas que sacrifica a sua própria vida pelos outros!

Em algumas circunstâncias você pode chutar o balde e se tornar um heroi perdedor.⁠

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

O herói é o resultado daqueles de sua época do que sonhamos e a causa que ele defende. Mesmo, às vezes, andando em tempestade e julgado pelo que fez por necessidade.

Só é vitima quem não luta.
Quem luta é guerreiro.
Quem morre lutando é herói.