Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Há sorrisos que destroem nossa alma e lágrimas que conquistam nosso coração!

Inserida por Marthasil

Nada há de errado em começar pequeno, desde que se pense grande.

Inserida por Intepo

⁠Ah, o que há velhinho?

Inserida por lucarodriens

⁠Há quem diga e defenda que o amor espera ou suporta tudo. É bastante bonito dizer isso, além de romântico. "O amor que suporta tudo" é um ideal para muitos invejável.

Inserida por lucarodriens

⁠Quando há a verdadeira compreensão sobre a essência do "EU SOU", fica entendido que só existe uma presença governando sua vida e seu mundo.

Inserida por ellaguimaraes

⁠Há níveis de entendimento no despertar da consciência. Quando o nível está em aspirar pela unificação com a consciência divina, esse sim, almeja estar no reino dos ascencionados.

Inserida por ellaguimaraes

⁠Se livrar de como você era antigamente... Você acaba pensando que tudo que há para ter, pode fazer o que quiser.
Acaba se agarrando a essa crença para não falhar e menti pra si mesmo. Você para de escutar os outros, não confia mais em ninguém. Você fica tão desiludido que pensa que tudo o que possui é só seu...

Inserida por Nanny13

Há quem ame o escuro e negue a escuridão, assim como há os que amam algum Deus sem assumir a real condição.

Inserida por Chikinhosm

Existem coisas que fazemos e depende só de nós mesmo, mas há coisas que precisamos fazer em conjunto para algo dar certo.

Inserida por Cuba

⁠Há quem se encante pelas grandes cidades, com sua imponência, seus prédios que tocam o céu e a agitação incessante que preenche cada instante. Eu, porém, encontro alma no campo na simplicidade que acalma, na beleza silenciosa da criação e no sutil afago de Deus, revelado no toque sereno da brisa em meu rosto.

Inserida por Izaiasafonso

⁠Há um encanto silencioso em ser tocado pelos raios de sol num dia frio... Mas há ainda mais poesia no calor de um abraço quando a solidão nos gela a alma.

Inserida por Izaiasafonso

⁠Há momentos em que os sonhos se esvaem justamente quando mais sentido pareciam fazer, como se a própria vida nos lembrasse de que até as maiores promessas são passageiras.

Inserida por Izaiasafonso

⁠Quando te sentires um nada, lembra-te: há um Deus que te ama sem medida , ao contrário dos homens, que por ego ferem e desprezam.

Inserida por Izaiasafonso

Algumas escolhas que fazemos parecem erradas e com o tempo ficam certas e há aquelas que são certas e depois de um tempo parecem erradas enfim tudo nessa vida vira aprendizado.

Inserida por LuhSoledade

Ha 166 dias, eu conheci a menina que fez o meu coraÇao reencontrar o significado da palavra amor , ha 166 dias eu encontrei a menina que devolveu a cor ao meus dias cinzentos, ha 166 eu conheci a menina que a cada sorriso dela eu me apaixono mais... Ha 166 atrás eu conheci você meu amor...
Isso da 3984 horas ou 5 meses e 17 dias... Mas não importa se são meses dias ou horas eu sei que esse sentimento que eu tenho fica cada vez mais forte...

Inserida por LuhSoledade

⁠I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠III. Quando o grito se disfarça de silêncio
Há gritos que ninguém ouve porque se disfarçam de silêncio. E há silêncios tão densos que carregam em si o estrondo de mil tempestades internas. A mente, quando já não suporta traduzir a dor em linguagem, recua. Fecha as janelas. Apaga as luzes. Cria mundos paralelos onde, mesmo distorcida, a realidade se torna suportável.
Nem sempre a loucura é ruído. Muitas vezes, é ausência. Ausência de conexão, de resposta, de chão. É o exílio interior de quem ainda está presente no corpo, mas já não habita a lógica comum. E nesse exílio, o tempo não segue sua ordem. As palavras não obedecem significados. O real se dissolve em fragmentos que só fazem sentido para quem ali está.
A sanidade, do lado de fora, observa, mede, intervém. Mas nem sempre compreende. Porque compreender exige mais do que escuta técnica, exige atravessamento. E poucos suportam atravessar a dor do outro sem se perder de si mesmos.
Talvez a maior ponte entre a lucidez e a ruptura esteja na empatia profunda, que não tenta apagar o delírio, mas se ajoelha diante dele como quem respeita um altar de sobrevivência. Porque ali, naquilo que chamamos loucura, ainda pulsa a centelha de quem resiste, não por desordem, mas por excesso de verdade que o mundo não conseguiu conter.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.”

Inserida por drleonardoazevedo