Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Um relacionamento de casal floresce quando há cumplicidade e carinho, mas lembre-se: você é a sua primeira prioridade. Cuidar de si, manter o pensamento positivo e nutrir as amizades faz com que você traga mais alegria para todos os aspectos da vida, inclusive o trabalho.
O amor em um relacionamento cresce quando há respeito mútuo, mas isso só é possível quando cada um cuida de si. No trabalho, a positividade impulsiona resultados, assim como no convívio com amigos: tudo começa pelo jeito que nos tratamos.
Há momentos em que Deus te retira do conforto para conduzir-te ao propósito maior que já preparou para tua vida.
Um lembrete no Dia Internacional da Mulher
Além da física, há a violência psicológica, verbal, emocional e moral que podem vir agregadas à violência física, como, também, em ações isoladas e muitas vezes invisíveis aos olhos das demais pessoas, porém covardemente praticadas por homens cínicos e cênicos, no âmbito da intimidade. Homens, muitas vezes, educados e agradáveis, que não levantam a suspeita de amigos nem de familiares, mas possuem um potencial elevado para atos covardes.
Alguns são como psicopatas e desenvolvem a habilidade de demonstrarem sentimentos e emoções que neles não existem como, por exemplo, o arrependimento, e, com esta particularidade da personalidade, conseguem convencer e manipular os sentimentos de mulheres desavisadas, frágeis, apaixonadas e dependentes financeiramente. Muitos possuem até suavidade na voz, todavia o veneno da hipicrisia está na alma, pois são dotados de uma vocação teatral que impressiona, e capaz de ocultar uma vaidade extrema que se mantém envolta num narcisismo camuflado e que esconde as suas verdadeiras mazelas quanto ser humano. A humildade com que muitos se apresentam é apenas uma capa para ajudar a serem agradáveis socialmente, o que não deixa de ser, em muitos casos, uma patologia.
Mulheres, fiquem atentas aos primeiros sinais de bipolaridade dos homens, companheiros ou não, que te cercam. Porque, de alguma forma, eles sinalizam que são uma ameaça à sua paz e à sua integridade física, moral ou emocional.
Fiquem ligadas, pois este tipo de homem não aparece só na vida das mulheres que relatam os seus dramas na TV. Eles podem estar a volta de todas nós.
P.S. Existem muitos homens mascarados. Homens manipuladores e oportunistas. Muitos mesmo. Mas não são todos. Vale à pena prestar atenção e dedicar os seus bons sentimentos àqueles que, verdadeiramente, são companheiros e sabem valorizar e respeitar a parceria de uma mulher.
No mais, vamos em frente, porquê a missão feminina é árdua e a luta continua.
As nossas várias personagens na vida real não são uma patologia, mas, por natureza, uma demonstração da nossa capacidade de sermos o que a vida demanda que sejamos, em qualquer situação, porque somos guerreiras. Nascemos com o dom de sermos fortes e não precisamos de homens covardes nas nossas vidas.
Se for pra fazer de conta que é feliz, não vale à pena. O preço é sempre alto demais e a fatura um dia chega.
Amem, mas pratiquem o olhar racional sobre as suas relações. Isto pode te salvar do pior.
Há alguém chegando de mansinho,
sem promessas em voz alta,
mas com presença que acalma.
Surge como luz no fim da tarde,
quando o dia já cansou de doer.
É alguém que não invade,
apenas fica —
e, ficando, transforma.
Ainda é começo, ainda é mistério,
mas o coração, atento,
já reconhece:
há algo bonito nascendo aqui.
Na política brasileira há ex-presidente e deputado federal com nomes de palhaços, afinal é um picadeiro e a gente paga seus ingressos através dos votos através dos altos tributos, mas a nossa qualidade de vida e saúde continuam em queda vertiginosa.
Nem todo espetáculo merece plateia.
Há quem precise de atenção para sustentar o próprio vazio.
A essas pessoas, o silêncio, a distância
e a ausência do nosso olhar
são a resposta mais poderosa.
Eu sobrevivi
há dias em que ninguém me viu sangrar.
Sorri com a alma em pedaços,
andei sem rumo,
calei gritos,
engoli dores.
O mundo não foi leve comigo,
mas eu fui mais forte que ele.
Porque quem carrega fé no peito
não desiste,
ressurge.
O que precisava acontecer
Há momentos em que a vida pesa tanto que a única ideia possível é ir embora.
Não por covardia, mas por exaustão.
Quando a mente adoece, qualquer distância parece salvação.
Mudar de lugar, às vezes, é só uma tentativa de silenciar o que grita por dentro.
Acredita-se que a dor ficará para trás, esquecida no endereço antigo.
Mas a dor viaja leve.
Chega antes.
O novo cenário não traz descanso imediato.
O corpo se adapta, mas a alma demora.
O que antes era rotina vira improviso.
O que era casa vira abrigo temporário.
E então nasce o primeiro arrependimento silencioso:
o de ter deixado algo amado para trás.
Não por falta de amor,
mas por excesso de cansaço.
Algumas paixões não morrem.
Elas apenas ficam guardadas num lugar onde dói mexer.
Evitar lembranças vira defesa.
Fotos não vistas.
Histórias que continuam sem quem partiu.
Há sempre quem diga depois:
“Você deveria estar lá até hoje.”
Como se a vida fosse linha reta.
Como se existisse apenas uma versão possível do destino.
Mas há verdades que só quem atravessou entende:
se não tivesse sido naquele tempo,
teria sido em outro.
Se não fosse daquele jeito,
seria de outro.
Porque certas experiências não são escolhas isoladas.
São travessias inevitáveis.
A vida cobra não para punir,
mas para ensinar.
O arrependimento, então, muda de forma.
Deixa de ser culpa
e vira compreensão.
Entende-se que nem toda saída é fuga,
nem toda volta é fracasso.
Algumas decisões salvam a vida,
mesmo quando custam um sonho.
E quando o tempo passa
porque ele sempre passa
fica claro que não era sobre o lugar perdido,
mas sobre a pessoa que precisava ser reconstruída.
Por isso, se hoje algo dói ao lembrar,
não se condene.
Talvez aquilo não tenha sido erro.
Talvez tenha sido caminho.
Difícil.
Necessário.
E se houve aprendizado,
se ainda existe sensibilidade,
se o coração continua capaz de sentir e recomeçar,
então nada foi em vão.
A vida não exige perfeição.
Exige coragem para continuar.
E quem sobrevive à travessia
não volta menor
volta mais consciente
do valor de estar vivo
e presente
agora.
Ordem e progresso ou administração da pobreza?
Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.
A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.
Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.
Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.
Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.
Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.
Há pessoas que entram na nossa vida sem pedir licença
e, sem perceber, viram morada.
Você é assim.
Especial de um jeito raro, desses que não fazem barulho,
mas mudam tudo por dentro.
Existe em você uma luz que não se esforça para brilhar
e talvez por isso ilumine tanto.
Seu jeito, suas palavras, até seus silêncios
têm um peso bonito, daqueles que aquecem o coração
mesmo quando não deveriam.
Queria que você soubesse o quanto é incrível,
o quanto inspira, o quanto faz bem existir.
Mas algumas verdades não nasceram para ser ditas.
Elas vivem melhor guardadas, protegidas,
como um segredo que não dói — apenas cuida.
Então sigo assim:
admirando de longe, torcendo em silêncio,
respeitando o que não pode ser atravessado.
Se algum dia você sentir, sem saber por quê,
que é especial para alguém,
saiba… é verdade.
Mesmo que eu nunca possa dizer.
Recusando-se a ser um número.
Há pessoas que sendo minorias, se recusam a ser mais um número. A miúdo, são alvo de troça,mantidos de lado, e são sempre alvo da ignorância generalizada.
É por causa disso, da sua independência que não se encaixam onde os outros se sentem confortáveis. É por causa disso que as modas deste mundo não lhes dizem nada. Eles são quem cria a moda, a mudança e a revolução. É devido à sua individualidade que não entram nas multidões, deixam de lado os argumentos inúteis e a insensatez que muitos têm por lógica. Estes indivíduos são acima de tudo individuais e nunca numeros. Após séria consideração é inovador não querer ser um Zero, mas almejar a ser um Ó dos grandes.
Quando bebe da ciência, há um questionamento íntimo, mas ao final, sempre encontramos a fé que transcende a razão e nos aproxima do Criador que nos espera com amor.
Há pessoas que, mesmo vivendo, já estão mortas.Espero que quando perecerem de verdade, tenham mais vida.
