Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Quando a Vida Pesa Demais”
Há dias em que o corpo levanta, mas a alma fica sentada na beira da cama.
Dias em que o mundo parece grande demais, e a fé pequena demais pra carregar tudo.
A gente aprende a sorrir mesmo com o peito cheio de cansaço, a trabalhar com a cabeça fervendo, a ouvir “vai dar certo” enquanto tudo dentro grita que não tá certo.
Mas o tempo ensina que ninguém é fraco por sentir — fraco é quem finge que não sente.
As adversidades não vieram pra te quebrar. Vieram pra lapidar a clareza, pra te mostrar o que é essencial quando tudo falta: tua fé, tua essência e tua capacidade de recomeçar do nada.
Porque quem já passou pela dor de perder quase tudo…
aprende a valorizar o simples ato de continuar respirando.
O sofrimento te amadurece, mas é o amor — por si, pela vida, por algo maior — que te reconstrói.
E quando você entende isso… percebe que nem o peso do mundo é capaz de apagar o brilho de quem decide continuar.
— Purificação
“Nem sempre, todo ciclo lhe sara flores. Há temporadas de profundidade: criar raízes também é crescimento”
Se há medo
em decisões
enfiadas na gaveta
Abuse da curiosidade
sobre quem você se torna
se arrancá-las de lá
Há quem pense que força é nunca cair, mas força de verdade é levantar com a mesma coragem, mesmo quando o mundo parece mais pesado que o próprio corpo
Há silêncios que gritam mais alto que qualquer palavra. São pausas onde a alma respira e Deus sussurra o que ninguém mais ouve.
Hoje eu aprendi, entendi, senti,
Há dores que nos levam ao abismo da alma,
Nem a morte da alma eu venci,
Uma figura angelical alada,
Me leva, leva a minha dor,
O que sinto pode contaminar um oceano,
Ja morri mil vezes por ter acreditado no amor,
Quem merece tamanho engago?
Perdi o meu coração duas vezes,
Para a morte, e para o meu amor,
Não epserava da vida esses revezes,
Não encontro no vazio do peito a cura da dor,
Mas ainda bem, fiquei sem coração,
Fiquei sem acalento, perdia a audácia,
Nâo me resta o medo de perder o perdão,
Pois minha vida foi uma falácia,
Eu te perdoo, eu morro, mas eu te perdoo,
Eu morro por perdoar e não saber confiar,
Eu morro por perdoar e não saber paziguar,
Eu mato quem eu fui, o que senti, eu te perdoo
Há pessoas que te aceitam enquanto você se encaixa nos planos delas. Mas quando você decide falar a verdade, mesmo que seja sobre algo que sempre te incomodou, elas mudam de figura. De um momento para o outro, você deixa de ser 'bom' e vira o 'ruim', apenas porque não está mais sendo conveniente. E então, começam a falar mal de você, como se a sua opinião não tivesse valor. Mas você sabe que a verdade dói, e é por isso que elas preferem fingir que não existe.
Elas te elogiam quando precisam de você, mas quando você não serve mais aos interesses delas, você é descartado. É como se você fosse um objeto, não uma pessoa com sentimentos e opiniões. Mas você não pode deixar que isso te defina. Você precisa saber quem é e o que você vale.
Seja simples e verdadeiro sempre, e analise o que as outras pessoas te falam. Não seja levado(a) por fúria momentânea, nem pelo que os outros falam, somente analise se vale a pena você agir assim.
Há tempos atrás!
Eu acreditava que para a minha felicidade eu só precisava da minha própria existência!
Até eu descobrir que não existe felicidade plena sem a presença de Deus e de outras pessoas para compartilhar dela comigo.
Clareira no Fim da Sombra
Há um túnel que a noite tece,
De asfalto frio e ar que pesa,
Onde o eco de um pranto crepita E a dúvida,sinistra, visita.
Os passos são de chumbo e pó,
Cada instante um eterno só.
O ar,um véu de algodão cru, E o silêncio,um pesado atlas mudo.
Mas segue, alma, não cries morada Nesta galeria escura e alongada.
Pois mesmo onde a visão se apaga,
A esperança,sutil, não se afasta.
Ela é o fio de luz que não se vê,
A respiração do chão sob os pés.
É o grão de areia que teima em brilhar No granito mais duro a sussurrar.
Não é um clarão, um sol repentino,
É antes um trabalho pequeno e divino: É a gota que a rocha fende,
O fio de voz que te diz:“Espere.”
É a flor que racha o concreto,
O abraço no desamparo completo.
É a cor que volta ao branco e preto,
É o mapa quando estás desacerto.
Avista! Lá adiante, um ponto, um grão, Não é ilusão,não é traição. É a certeza de que a noite é fase, E a claridade encontrará sua estase.
Não é o fim da caminhada, não,
É a clareira após a escuridão.
É a prova,calma e serena,
De que a luz,por mais que doa, é plena.
Então respira fundo o ar que avança, Cada passo é uma nova esperança.
O túnel termina,a luz te banha,
E a alma encontra a sua própria montanha.
