Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Ego, em latim, significa "eu".
Não há como viver sem o ego, pois o ego sou eu.
O ego que não aceito em mim é o "eu" que me recuso ser.
O caráter de alguém não se revela nos dias fáceis, nem quando há aplausos.
Ele aparece no silêncio, longe da plateia, nos detalhes que ninguém vê.
Está na forma como trata o outro quando não há testemunhas,
e, principalmente, em respeitar limites mesmo quando isso não lhe traz vantagem.
“Cuidado para não confiar nas pessoas erradas. Há quem use sua fraqueza para te ferir. Confiar seus segredos a quem os espalha é o mesmo que pedir para ser ferido pela própria confiança.”
Duvidamos muita das vezes na força que há em nosso interior, mas até o momento em que não tem alternativa a não ser ter que ser forte;
Entre minha metáfora óbvia há um tanto de verdades desejando ser dita;
Sendo ou não as minhas que forem seguidas;
Nessa tarde ofereço positividade e Paz por entre palavras harmoniosa que nos traz a bondade por toda vida;
Há muito tempo que não vejo vagalumes
Antes eu costumava trancar num potinho de vidro
e observar até a luz se apagar,
era uma brincadeira infantil e má.
Não tinha muita consciência,só uma mente inocente
que não avaliava as consequências de seus atos.
Talvez eles estejam em extinção.
Acho que há um tempo para tudo aqui na Terra...
depois o vazio.
Onde antes brilhava vida e luz.
Em algum momento também irei embora.
Quero construir coisas boas para apagar as más
que fiz.Aquelas que não têm perdão,nem absolvição.
Minha mãe diz que basta rezar e Deus,lá do céu
pode nos ouvir ... é mentira.
"Não há 'caminho errado' para quem entende que cada passo é um dado coletado para o próximo ajuste."
Não há atraso para quem caminha. Há apenas caminhos diferentes, cicatrizes diferentes, e sonhos insistindo em nascer.
Perdemos horas tentando caber na pressa de quem nunca nos conheceu. Esquecemos que o relógio da alma não aceita ponteiros emprestados.
O ontem já cumpriu seu destino. O amanhã ainda escreve seus rascunhos. Só o agora conhece nosso nome e nos espera de braços abertos.
Que o medo não roube os dias, que a saudade não aprisione os passos, que a esperança seja a bússola quando tudo parecer distante.
Porque temos todo o tempo do mundo, mas não temos tempo a perder vivendo a vida que esperam de nós, quando a nossa ainda pede coragem.
E quando a noite parecer longa, lembra-te: o tempo nunca esteve contra ti. Ele apenas esperava que tu aprendesses a caminhar no compasso do teu próprio coração.
✍🏻 Lucci Santz
O passado já não mais existe, o futuro, ainda há de vir, já o presente, o aproveite, pois, é o único momento em que vivenciará.
O dia termina na calma constante daquilo que não fizemos - há, no entanto, a esperança do amanhã...
Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.
Na política, não defendemos a decência, mas a canalhice que está à altura da nossa. Não há, nem nunca houve, ser humano íntegro.
Há um sussurro que só se escuta quando tudo parece perdido: não vem de fora, mas do porão mais antigo da consciência, onde repousa o fragmento que nunca se partiu. Ele diz que o caos é apenas o modo da alma lembrar ao ser que ainda há territórios inexplorados. E, ao atender esse chamado, descobre-se que nenhum desespero é definitivo, porque todo abismo, quando olhado com coragem, revela uma escada esculpida na própria escuridão.
Há dores que persistem não por falta de superação, mas por excesso de silêncio. O que não encontra palavra desce, infiltra-se, organiza-se em hábito e passa a governar o ser por dentro. Quando a consciência ousa escutar o que foi empurrado para o fundo, algo se desloca: a dor deixa de ser tirana e torna-se mensageira — severa, mas justa.
Há algo anterior ao nome, ao trauma e à memória — o PRIMEVO — onde a alma não se explica, apenas pulsa. É desse território que brotam as neuroses, não como falhas, mas como mensagens mal traduzidas do fundo arcaico que insiste em existir. Quando a consciência tenta domesticar o PRIMEVO, nasce o sintoma; quando aprende a escutá-lo, nasce o sentido. Toda cura começa no instante em que o ser aceita que não é senhor da própria origem, apenas intérprete tardio de um chamado antigo.
