Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Uma amiga me disse que apareceu alguém em sua vida, fazendo ela se sentir especial e depois desapareceu. A questão é que tu é especial. Mas sabe...nem todo mundo tem o dom de regar uma flor. 💚
E ninguém te faz especial...você é.
A diferença é que você permitiu dividir tua essência com outra pessoa. E não percebe que você é puro amor e merece ser feliz com você mesma, ser perdidamente apaixonada por você, ser o amor da sua vida e ponto final.
É só Abrir os olhinhos de dentro e ver... você é tudo que precisa para ser feliz, o resto ou faz parte do espetáculo ou fica na platéia, sendo apenas figurantes solitários e egocêntricos.

Distopia Abstrata

Sejam bem vindos agora embarcaremos em uma viagem arriscada, apertem os cintos se preferir ou podem ter a vida arrastada
Se preparem a caravana já está saindo, para um lugar tenebroso agora estamos indo

Aqui estamos olhem ao seu redor o sofrimento está em toda parte, se você pintar um quadro com seu sangue é arte
Aqui ninguém é igual, todos são diferentes e serão condenados no final

Olhem a sua direita aquelas são as pessoas que fizeram o bem, e agora estão sendo condenadas sem olhar a quem
Aqui o carrasco são os padres mas não se espante, eles fizeram sua boa ação mas aqui é relevante

Tem coragem de olhar a sua esquerda? Olhe pessoas que fazem o mal na terra sendo idolatrados, aqui os maus governantes é quem governa e são reverenciados
Aqui as drogas servem como calmante porque todos preferem não ver o que acontece, se você olhar pela janela já te aborrece

Aqui é normal maridos que traíram suas esposas terem mais de 5 mulheres, já que é assim que eles preferes
E as esposas traídas são livres para escolher também, mas jamais amarão de novo alguém

A comida aqui é estragada isso serve de lição para todos que desperdiçou, muitos que arriscam muito mal passou
Não entenda mal aqui é o lugar parecido com seu mundo,aqui pode parecer imundo mas no fundo você sabe, aqui está ficando cada vez mais cheio muitos aqui já não cabe

⁠Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados


Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.

Quando uma mulher quer impressionar as amigas desprezando um homem, ela simplesmente é ainda apaixonada por ele, do contrário, nem se importaria!

“O vazio é inevitável, mas o conteúdo com que o preenchemos é uma escolha.

Alguns colocam dor, outros escondem tristeza sob vícios, e há quem só consiga viver no caos.

Uns buscam anestesias passageiras, outros se afundam em sentimentos corrosivos.

Mas há quem transforme o vazio em espaço para crescer, amar e recomeçar.

Que se preenchem de luz, amor e coisas boas.

O que colocamos dentro de nós molda o que somos por fora.

O rumo da vida depende do que permitimos habitar em nós.”

- Priscila de Ara

É mais fácil o Diabo transformar o Inferno num segundo Paraíso do que uma mulher, dentro de sua imperfeição, perdoar os defeitos de um homem.

Três lágrimas caíram de meus olhos;uma foi para o passado que eu devia enterrar,outra para minha dor do momento presente e finalmente a terceira foi para o futuro que jamais teríamos,o futuro que planejei em vão,o futuro que terminou antes mesmo de ter começado.

Eu riu após enviar uma frase provocante com reticências. Assim mesmo, com reticências, o que fez eu me debulhar, virar espuma e escorrer para o chão frio da noite. Eu quis gritar para ele não usar reticências comigo, se não eu ia virar espuma, se não eu ia me apaixonar. Queria dizer que reticências eram o meu ponto fraco, que ele me deixou frágil e como eu fui dele durante aqueles dois minutos de torpor. Naqueles dois minutos que ele me fragilizou, ele poderia fazer o que quisesse comigo que eu pertencia a ele.

No final da tarde sentei na sacada, fiquei olhando o pôr do sol e ouvindo uma música de Ana Carolina. Meu pai tem ouvido muito Ana Carolina por esses dias, um CD dela em que ela canta com Seu Jorge, e por isso meio que assimilei isso. A música que eu ouvia era “Prá rua me levar”. Quando ela começou a cantar: “Não vou viver como alguém que só espera um novo amor, há outras coisas no caminho onde eu vou. Às vezes ando só trocando passos com a solidão, momentos que são meus e que não abro mão” eu me encantei e me encontrei porque de repente aquilo parecia ser cantado só para mim. Ouvi a música a exaustão, até decorá-la por completo e quando o sol finalmente se pôs e a primeira estrela surgiu, eu sussurrei um “e eu vou lembrar você” para a noite. Não sussurrei para a estrela em especial, nem para a noite, mas para o Rick, como se de alguma forma mágica o vento pudesse levar minhas palavras para ele. Queria que ele ouvisse essa canção, queria que ele entendesse a extensão de meus sentimentos por ele e queria contar para ele tanta coisa! Contar que mudar de escola nem sempre é fácil, que amizades não duram para sempre, muito pelo contrário, elas têm como que um prazo de validade, algumas mais longas, outras nem tanto... contar que olhar o pôr do sol era essencial, como se nos fizesse crescer como pessoas, contar dos livros que li e de como as palavras eram bonitas e mágicas...Contar que os olhos dele eram belos como a noite (comparação), ou que ele era turbulência e eu era poesia (metáfora) e de como o amava, o amava infinitamente.

⁠Provérbio : uma sentença curta baseada em longa experiência.
sfj,estudo de palavras

o sucesso tem uma estranha capacidade de esconder o erro.
sfj,citações⁠

"Para cada problema que passamos, Deus nos dá uma solução, envolta em um mistério maravilhoso, coberto de paz. Basta somente obedecermos"!

Morango é tão bom que deveria ser do tamanho de uma melancia.

⁠Quando uma mulher conhece um homem ela deixa de querer o moleque e quando uma mulher conhece uma mulher ela pode deixar de querer um homem.

Ser resiliente é ser como uma fênix, aprendendo a renascer das cinzas, superando de forma sábia as adversidades e frustrações da vida.

Uma frase é um jarro de letras
Onde a flor da atenção desabrocha
Se a muda de ideias for regada
Com o olhar de descoberta

Você pode acreditar em Deus sem afirmar que possui conhecimento suficiente para declarar que uma determinada instituição humana possui monopólio sobre Ele.

A critica é uma forma de nos melhorar, mas muitas vezes é algo desnecessário e deixa-nos a pensar...

Talvez o Trump deva fazer uma dieta. Neste momento só consegue olhar para o seu umbigo.

⁠A primeira ideia literária de uma mulher é sempre vingar-se de alguém.
sfj,Balzac,pens.