Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Fotografia: Resgatando a Memória de Nossa Gente
Cada clique é uma conversa com o passado. A fotografia é minha maneira de conectar o presente ao que não queremos esquecer, de revelar as histórias que muitas vezes ficam escondidas no cotidiano. Em minha cidade, cada detalhe, cada rosto e cada canto guardam uma história esperando para ser contada.
Através das minhas lentes, tento mostrar que a beleza está nos pequenos momentos, nos costumes que fazem parte da nossa identidade. A fotografia é minha maneira de eternizar o que é efêmero, criando um elo entre as gerações e tornando nossa cultura visível para o mundo.
É assim que quero que você veja: a fotografia não é apenas uma imagem, é uma memória viva, carregada de emoção e significado. E, ao olhar para ela, espero que você também sinta a força das nossas raízes e a beleza de nossa gente.
Reflexões e Questionamentos de Uma Mulher em Busca de Seu Espaço
Às vezes, me pego questionando o que realmente significa ser mulher em um mundo que constantemente exige de nós mais do que somos. Como posso ser eu mesma sem que os outros decidam o que sou ou o que posso ser? Será que sou refém das expectativas alheias ou tenho o poder de ressignificar minha existência?
Quantas vezes me vi diante de uma mulher brilhante e, em vez de celebrar sua conquista, senti o peso da comparação? O que acontece em nós que, ao invés de apoiar, nos sentimos ameaçadas? Onde está a linha entre a inspiração e a inveja? Por que esse ciclo nos enfraquece, quando poderia nos unir?
O olhar crítico, muitas vezes, não vem de fora. Ele nasce dentro de nós, alimentado por uma sociedade que faz da competição entre mulheres algo natural. Somos ensinadas a ver o sucesso de outra como uma ameaça e não como uma oportunidade de crescimento. E, ao nos compararmos, deixamos de enxergar a força que poderia nos conectar.
Mas percebo que toda essa insegurança, essa luta interna, não precisa ser minha prisão. Acredito que posso transformar esses questionamentos em forças, em ferramentas para redefinir minha relação com o mundo. Cada insegurança é um passo em direção à compreensão de quem eu sou e do que sou capaz de alcançar. O autoconhecimento que nasce da dúvida pode se tornar minha maior aliada, me levando a espaços onde a confiança floresce.
Agora, mais do que nunca, sinto que devemos parar de olhar a outra mulher com medo e começar a vê-la com admiração. Precisamos nos unir, trocar forças e entender que não há espaço para competição, mas sim para crescimento conjunto. Quando uma mulher sobe, todas nós subimos. Quando uma mulher se fortalece, todas nós somos mais fortes.
A verdadeira força feminina não reside na comparação, mas na colaboração. Quando começarmos a apoiar umas às outras, em vez de nos sentirmos ameaçadas, criaremos uma rede onde o sucesso de uma é o reflexo da possibilidade de todas.
Força em Rede: O Poder de Se Apoiar
Nos ensinaram que o sucesso de uma mulher é muitas vezes uma competição. Quando uma de nós brilha, a comparação parece ser o reflexo imediato. Somos levadas a nos medir contra outra, a questionar nosso valor quando vemos a prosperidade da outra. Em vez de celebrar a conquista, muitos de nós sentimos o peso da insegurança e, às vezes, da inveja.
Mas por que isso acontece? Por que em vez de sermos uma rede de apoio, muitas vezes nos tornamos obstáculos umas para as outras? A verdade é que fomos condicionadas a ver o sucesso feminino como algo raro, algo que tira o nosso próprio lugar. Mas, se pararmos para refletir, podemos ver que, ao apoiar a outra, ao celebrar as vitórias umas das outras, estamos, na verdade, criando um espaço onde todas podemos prosperar.
Enquanto os homens constroem redes de apoio e se ajudam a alcançar mais, muitas vezes sem a mesma pressão que sentimos, nós, mulheres, precisamos aprender a fazer o mesmo. Precisamos entender que o sucesso de uma não diminui o valor da outra. Que quando uma mulher conquista algo, todas nós conquistamos algo. Quando uma mulher sobe, ela nos lembra de que também podemos chegar lá. O sucesso de uma deve ser visto como a vitória de todas.
Precisamos parar de olhar para as outras com os olhos da comparação e começar a olhar com os olhos da solidariedade. Se uma mulher está crescendo, acredite, o crescimento dela é um reflexo de que o nosso também é possível. Não podemos permitir que o medo da competição nos afaste da verdadeira força que temos quando nos unimos.
Vamos ser a mão amiga que ergue outra mulher. Vamos ser a rede que se apoia, que se protege e que se fortalece em qualquer circunstância. O poder de cada uma de nós é multiplicado quando estamos juntas, e isso é algo que nenhuma sociedade ou comparação pode destruir.
"Aprenda uma coisa Alan, a energia gasta pedindo permissão é muito maior do que a pedindo desculpas..."
#SomosPobresMasTemosConsciênciaPolítica:
E se ainda fôssemos uma monarquia estaríamos da forma que estamos hoje? Palhaços são eleitos, corruptos têm apoio do governo, pessoas sem nenhuma condição política e totalmente desconhecedores das causas públicas são representantes de gente, ladrões são taxados de heróis e bandidos enriquecem seus filhos e familiares às custas do dinheiro público que deveria ser investido em escolas, saúde, segurança e bem-estar social (a verdadeira bolsa família que todo o Brasil merece). Precisamos de uma reforma política profunda e urgente... Não precisamos de paliativos e maquiagens do governo para enganar a população. Todos que me conhecem sabem que não gosto de política, no entanto, agora tenho que me manifestar também porque vivo neste país, sou pai de duas lindas filhas e não posso admitir que lhes roube o direito de viver uma vida melhor com direito a todas as riquezas desta nossa tão maravilhosa terra chamada de Brasil! Não sou nenhum famoso ou filiado a algum partido político e nem mesmo tenho retenções políticas, este meu grito é um grito por socorro a nossa gente... O grito de um pai que não quer suas crianças entregues ao infortúnio dos que as querem aliciar com sutileza para os caminhos pérfidos de uma vida obscura e de um padrão educacional que jamais se viu em qualquer país desenvolvido. Sim, escrevo o meu protesto, a minha repugnância, o meu desabafo... O desabafo de um cidadão que cansou desse sistema corrupto que nos rouba o direito a vivermos uma vida de fato melhor... Seja a monarquia parlamentarista, seja um golpe militar, seja uma reforma da democracia republicana... Não importa, queremos um Brasil melhor!
Se você concorda comigo, passe adiante e vamos provar para os nossos governantes que podemos ser pobres e muitos semialfabetizados, porém temos uma consciência política amadurecida para as conquistas que nos são por direito. Sem mais... Abraços e tudo de bom!
O ato Ético é um ato de religação:
com o outro, com os seus,
com a comunidade, e uma inserção
na religação cósmica.
Um corpo quer outro corpo.
Uma alma quer outra alma e seu corpo.
Só mais um pouquinho, pensou. Uma lasquinha. Pra dormir feliz. Amanhã era amanhã. Depois ela resolvia...
A prisão invisível
Fui uma criança limitada. Sem liberdade, sem escolhas. Criada para ser recatada, para me prender às crenças e ao coração. Cresci dentro dessas grades, e hoje ainda carrego a dificuldade de ressignificar aquilo que não me acrescenta, mas que se tornou uma prisão dentro de mim.
E, ao olhar para fora, me deparo com novas limitações – agora impostas por uma sociedade que ainda resiste a aceitar mulheres livres. Se sou bonita, meu mérito nunca é meu. Se conquisto algo, dizem que foi por um homem. Se sou casada, atribuem meu sucesso ao marido. Se não sou, sugerem que há alguém me bancando. Nunca basta ser eu.
Mas e as oportunidades que nos são negadas? Quem fala disso? Quem discute as portas fechadas porque uma mulher pode representar ameaça ao ego ou à segurança de alguém? Há um preconceito silencioso contra mulheres bonitas, seguras e independentes. O mercado de trabalho ainda favorece os homens. E entre as próprias mulheres, a insegurança alimenta rivalidades que nem deveriam existir.
A liberdade feminina ainda tem muitas barreiras – algumas impostas de fora, outras que aprendemos a carregar. Mas aos poucos, seguimos quebrando cada uma delas.
Entre Inspirações e Desafios: O Que Nos Impede de Nos Apoiar?
Me sinto uma mulher privilegiada por trabalhar ao lado de tantas mulheres brilhantes, talentosas, competentes e profissionais inspiradoras. Elas me motivam com suas vidas, tanto pessoais quanto profissionais, e me mostram, dia após dia, o que significa ser dedicada, forte e comprometida com aquilo que amam. São esposas sábias, mães que equilibram a vida familiar com o trabalho, mulheres que são responsáveis por moldar e educar a nossa sociedade, inclusive no meu município.
Ao longo da minha vida, minhas amizades sempre foram com mulheres que me inspiram: professoras, empreendedoras, lojistas, cabeleireiras, manicures, médicas – mulheres bem-sucedidas e que, com muito esforço, conquistaram seu espaço em um mundo que muitas vezes não facilita a caminhada.
No entanto, vejo uma diferença importante entre essas mulheres. Algumas formam redes de apoio entre si, se tornam amigas, clientes e incentivadoras. Elas não se abandonam, sabem a importância de se fortalecerem juntas e caminham lado a lado em busca de crescimento mútuo. Esse tipo de união é um exemplo claro de como podemos transformar o espaço à nossa volta, tornando-o mais colaborativo e mais inclusivo.
Mas, infelizmente, a realidade é que a maior parte das mulheres não age assim. Em vez de apoiar, muitas se tornam concorrência desleal. Observando ao meu redor, percebo como a competição, os julgamentos e as intrigas acabam tomando conta. Elas não se preocupam em buscar o próprio crescimento, mas em ver a outra fracassar. Falar mal, derrubar e competir de maneira desleal se tornam atitudes recorrentes.
E por que isso acontece? Por que tantas mulheres não se apoiam e, ao invés disso, se colocam como barreiras umas para as outras? O que nos impede de entender que o sucesso de uma não diminui o da outra? Talvez seja o medo, a insegurança, ou talvez o reflexo de uma sociedade que nos ensina a ver a outra como uma ameaça. Mas, no fundo, sabemos que juntas somos muito mais fortes.
Precisamos lembrar que o verdadeiro empoderamento vem da união. Que, ao nos apoiarmos, criamos uma rede que nos fortalece e que nos eleva. Só assim conseguiremos quebrar as barreiras da competição desleal e construir um espaço onde todas possam prosperar.
Seja bem-vindo SETEMBRO!
Traga flores,novos ventos,novos acontecimentos.
Venha leve como uma pluma e me faça forte pra encarar os percalços que esbarram no meu cotidiano.
Sinto cheiro de coisas boas,sinto gosto de esperar,sinto meu coração bater esperança,sinto meus olhos brilhando,sinto o toque do mês da primavera.
Procura-se
Procura-se uma alma gêmea...
Ou ate mesmo um amor bobo...
Que me faça sorrir novamente...
Que me devolva o brilho no olhar...
E o sorriso bobo no rosto...
Procura-se...
Uma mão solitária...
Para nos caminhos da vida...
Andar colada nas minhas...
Procura-se...
Uma amante...
Que me faça nascer e morrer a todos os instantes...
Que me inspire...
E com o seu perfume...
Me seduza...
Me envolva....
Procura-se...
Carta Aberta
Para quem se permitir sentir, refletir, conectar.
Aqui estou eu, uma mulher que carrega dentro de si a busca incessante pela profundidade e autenticidade. Não sou uma alma que se perde na superficialidade das interações fugazes, nem nas palavras vazias que muitas vezes nos cercam. Eu busco a essência, a alma do outro, como se a verdadeira dança da vida estivesse na entrega silenciosa e na sintonia que não se explica, mas se sente.
Se algo define minha jornada, é a busca por uma conexão genuína. Às vezes, penso que a solidão é necessária para que a verdadeira conexão aconteça. Sou do tipo que se recolhe até sentir que vale a pena abrir a porta, até encontrar um olhar que se atreva a tocar a minha alma.
Na fotografia, eu me encontro. Cada click é uma tentativa de capturar o invisível, de revelar aquilo que mora nos cantos mais ocultos do ser humano e da vida. Acredito que a sensibilidade de quem fotografa tem o poder de transitar entre o visível e o invisível, entre o que é e o que poderia ser, fazendo com que o outro veja o mundo através de uma nova perspectiva. Cada imagem que crio carrega um pedaço da minha alma, esperando ser vista, sentida, compreendida. E é assim que vejo a vida: uma fotografia em movimento, cheia de momentos efêmeros que pedem para serem eternizados no olhar atento de quem sabe enxergar.
Hoje, me permito escrever, não para expor, mas para partilhar. Porque, como sempre busquei nas palavras e nas imagens, talvez o que realmente desejo é que minha essência encontre eco no mundo. Que, de alguma forma, minha busca por profundidade se revele como algo comum a todos que também têm fome de autenticidade e de verdade.
Aos que, como eu, não se contentam com o raso, aos que acreditam que há beleza na entrega silenciosa e na quietude que precede a verdadeira conexão, deixo estas palavras: seguimos. Continuamos nossa busca, nossa dança. Porque no fim, é a dança que importa, o encontro verdadeiro, onde corpo e alma se entrelaçam. E é isso que me move: acreditar que, no fundo, todos buscamos algo mais. Algo que só o verdadeiro olhar consegue captar.
Com carinho e sinceridade,
Jorgeane Borges
Eu passo de apaixonada a entediada, e vice-versa, em um toque, ou melhor: em uma frase, uma respirada, um cheiro, uma saliva.
Dê valor aos que estão aqui...
Porque, depois da partida, restam apenas lembranças e uma saudade sem fim.
É uma barbaridade o que a gente tem de lutar com as palavras, para obrigar as palavras a dizerem o que a gente quer.
