Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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A prova

⁠Isso é tão horrível
Coração a mil
Mas tento resolver
Sei nem mesmo consegui entender.

Com a folha em branco
Eu me encontro
Não consigo pensar
Não sei se vou terminar.

Será que vou conseguir?
100 reais tá valendo isso aqui
Não posso desistir
Tenho que persistir.

Inserida por derllanya3

⁠Estou perto de completar 22 mil páginas escritas de um livro chamado vida. A intensidade na sua construção sempre foi a marca da escrita; chorei de amor e emoções; sofri muito por ações e omissões; mas estou aqui revelando todo o meu amor infinito por minha eterna Elisabeth.

Inserida por JBP2023

Amor mil vezes já me tem mostrado
o ser-me vida o mesmo fogo ardente,
como quem queima um dedo e facilmente
no mesmo fogo o torna a ver curado.

Meu mal, tristeza, dor, pena e cuidado,
o bem, a vida alegre, ser contente
naquela vista pura e excelente
pôs, por essa maneira, o tempo e fado.

Que veja mil mudanças num momento,
que cresça nelas todas sempre a dor
não sei, que os meus castelos são de vento!

O tempo, que vos mostra ser senhor,
por mais que contra mi se mostre isento,
há de tornar por tempo tudo amor.

Inserida por pensador

Mais mil anos contigo..... Teu amor ⁠

Inserida por PaulaDomingos26

Mil páginas serão escritas
Mil páginas serão rasgadas
Mil amores tomarão meu coração
Por mil amores morrerei de paixão
E todos eles teu nome terão

Inserida por Tioanastaci0

⁠Seus Olhares

Ah, seus olhares!
De mil faces e sorrisos
quando se unem
aos meus olhos atômicos
desencadeiam desde
simples reações químicas
a extremas fusões nucleares
causando bravias marés
colossais erupções solares
que perpassam e agitam
até minha alma.

Inserida por robertosim

⁠"Se te derem mil motivos para desistir arrume mil e um para continuar."

Inserida por sadicacarvalho

⁠Prefiro ter mil nãos; a ter mil talvez.

Inserida por Lekzinho678

Gestos valem mais que mil palavras, mas um desprezo diz tudo sem precisar abrir a boca.

Inserida por JoabeNascimento

⁠CARGOS E CONSEQUÊNCIAS 02/03/19

Em dezessete de novembro
de dois mil e dez
o então presidente do Brasil
em uso da prerrogativa do cargo
fez valer o seu veto
sobre o voto do senado.

Revogou a lei
que tornava obrigatória
a vacinação de cinco
doenças contagiosas
que matam e aleijam crianças
e poderiam ser vacinadas.

Hoje as crianças só o são
caso os pais lembrem-se
e pagem por essa imunização.
O neto desse então presidente
nove anos após essa atitude
aos sete anos de idade
morreu infectado
por uma dessas doenças
sem ter sido vacinado.

Quando somos responsáveis
pela vida dos outros
devemos ter mais zelo
que quando decidimos
sobre nós mesmos.

Quem decide
pela vida dos outros
e de forma torta
profere decisões por razões
menores que o melhor
Trazem para si
um destino bizarro.

De que lhe vale
todo dinheiro roubado
durante seu poder temporal
se não há destinos trocados
e agora depois de tudo
que a vida levou embora
aquilo que foi promessa,
daquilo que se queria
o que sobrou pelo que se vivia.

Inserida por DanteLocateli

Esper⁠ança, o céu azul anil, uníssono com as batidas do meu coração à mil por hora.

Inserida por servamara

⁠Beija mil bocas em busca do meu
gosto.

Inserida por VanessaLoureiro

⁠É possível percorrer mil milhas sem sair do lugar. Feche os olhos e sorria.

Inserida por Vasques_R_Oliviera

Saudade a mil
Sacio minha sede
No seu lábio macio...

Inserida por EdimilsonMartins

⁠Vou fazer
• Vou fazer com que cada dia, cada hora,cada minuto de sua vida surgem mil dias de felicidade
• Vou fazer com que cada momento você mantenha aquele sorriso que alegra o mundo inteiro
• Vou fazer com que você mantenha aqueles olhos que quando brilham nem as estrelas conseguem chegar

Inserida por nicolau_om

⁠Espelho quebrado

Sou um poeta
perdido, partido
em pedaços diversos,
disperso em mil
sentimentos e tintas
que a caneta pinta
indistinta, a molhar
febril o pensamento!

Sento, a olhar
para todos os cacos
que aqui acomodo
e que me compõem,
que mal se dispõem
tais, fracos e opacos,
com espanto e desencanto
tal, os seus tantos reflexos
espectrais e complexos!

E quanto mais
me descobrir tento,
me perguntando:
Alguém sou, quem?
Que sem tormento
no momento pensei,
a sentir se pondo,
mais me respondo
me expondo, supondo
e suspirando: ― Não sei…

Inserida por LJordao

⁠Caçadas ais pombos Quando era garoto lá no Brás o Jorge fazia atividades mil, era muito intensa a vida , tentava arrumar mais e mais coisas e uma era caçar pombos. Jorge os via para todo lado ciscando, voando em grupos e imaginou que seria bom come los.porque não?arrumou um estilingue e não foi fácil pq até descobrir ou melhor fazer um bom levou um certo tempo , depois treinar e muito para acertar o alvo pretendido
O Jorge tinha que conciliar a escola ,os afazeres e o tempo para o treino. Mas essas suas pretensões não eram espalhadas aos 4 ventos , tinha desde aquele tempo uma intuição de esconder o jogo pq fatalmente alguma coisa ou alguns contribuiriam para o fracasso da empreitada,percebia que tinha que ser ardiloso não expor totalmente as ideias Depois ainda precisava achar um campo de caça percebeu que um bom lugar era a zona cerealista ali nas imediações do Mercado Central na Rua Cantareira,que já conhecia de suas incursões para visualizar as vizinhanças do território em que morava .Achou melhor ir num sábado à tarde depois do expediente normal, ,após o meio-dia,arrumou um bornal pequeno que naquele tempo era uma sacolinha para a caça. Foi com o seu fiel escudeiro ,o irmão menor que parecia estar indo sempre a contragosto mas ai dele se não fosse. A coisa estava difícil
O Jorge corria para lá ,os bichos para lá, ,ele ia e vinha e nada. Errava e errava. O irmão também não. Numa dessas o Jorge parou num lugar desses com inúmeras portas de aço abaixadas ,formando uma verdadeira muralha da China , sentiu nesse lugar uma sensação única , extasiado por aqueles ruas vazias de gente e de veículos , todas aquelas portas fechadas e abaixadas. Uma visão diferente e fantástica. Essas visões espetaculares que nunca tinha visto ou percebido. Ficou ali contemplando ,junto com o irmão menor ,sentado, encostado numa porta de aço igual aquelas que estavam à sua frente e então escutou um choro de mulher ,misto de reclamação e choro, falando, chorando se explicando num sotaque diferente, estranho. . Uma voz de homem bravo, xingando.e a mulher choramingosa. Tudo no sotaque pouco do Jorge conhecido. A porta fechada e ele ouvindo tudo. Estavam lavando o estabelecimento , colocando os problemas na ordem do dia
O choramingas aumentando,a briga tomando o ar com gritos e choros, tomou -se de coragem ,chutou a porta com toda a força para chamar a atenção, ser ouvido e disse alto em bom som : idiota!!porquê bates no que é teu? Em quem te ajuda!! Seu burro ! E saiu correndo com toda velocidade ,seu irmão atrás. Sebo nas canelas. E sem olhar para trás. Aquela cena da briga, do sotaque, da vida de trabalho foi demais semelhante e se achou num espaço cósmico inexplicável , não se conformaria com uma atitude frágil para situações semelhantes que pudessem se repetir e a caça se acabou ali .Foi caçar e acabou sendo caçado nas armadilhas da vida João Aires

Inserida por Joaoaires22

Se mil vezes você me deixar e voltar, eu aceito.

Dolores Duran

Nota: Trecho da música Quem sou eu?

Inserida por pensador

⁠Se um milésimo da dor que me causou pudesse experimentar , dez mil vezes me pediria pra voltar

Mas peço a todos os deuses para isso você nunca provar

Porque em todas as dez mil eu iria lhe aceitar

Inserida por elizeDc

Quando lhe vejo acabo ficando sem jeito, fico rosa como um blush. Vem o desejo de dizer mil coisas, mas eu simplesmente não consigo. Apenas fico observando seu jeito que me encanta, que me desmonta por completo! Espero conseguir dizer o quanto te amo, antes que seja tarde.

Inserida por Eudesx