Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
PALAVRAS
Palavras ... há palavras que tem cheiro, lembranças e saudades... há palavras que nos tele-transportam ao passo de nos levar há algum lugar do passado, e outras que nos enchem de esperança fazendo-nos acreditar na beleza de um futuro.. há palavras que saem da alma, e se enraízam no coração daqueles que a ouvem.. há palavras que aquecem a vida, que faz-se presente, nas vicissitudes, que dão ritmo a vida, luz ao escuro, magia a cada instante.. e o que seria a vida sem as palavras? Uma vida morna e dura, sem emoção! A palavra é a manifestação mais intima da alma, mais profunda, e mais verdadeira! Não se precisa de interpretações quando utilizada com sinceridade. Não precisa ser bacharel, nem conhecedor das altas ciências, precisa-se somente de sentimento e sabedoria! A palavra encanta, quando deleita-se ao canto da boca e suavizada pela ternura, chega aos ouvidos do coração! eis a arte das palavras! Nesta manifestação expressa da vida, deixe as palavras invadi-la, tornando-a mais leve, mais doce, fale sim de coisas bonitas, alegres uma alma, traga esperança a um coração, e faça sua história cheia de belas palavras!
No jardim da vida, cultive tudo o que há de bom e deixa florescer. Deixa florescer os sentimentos bons, os sonhos, os sorrisos, as delicadezas que enfeitam o cotidiano. Regue, cuide e deixa florescer..
E que fraqueza há em admitir que se tem medo, que se sente desanimada às vezes, que está decepcionada? Para essas pessoas que são sinceras, sempre há a oportunidade de se revigorarem, pois admitem que precisam. Já para as outras que saem por aí a desfilar sorrisos forçados, alegrias falsas, fortalezas construídas de papel, ah... tenham cuidado... Que valor há na aparência?
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado, sem nada dizer...
Impassível diante do dragão
Há quanto tempo nos conhecemos?
Sei la...
Eu vinha, você ia... foi um encontro comum, casual.
Milhares já se encontraram assim,
Depois eu comecei a sentir algo,
Talvez uma saudade sem razão,
sei lá...
Não era tristeza, não era alegria,
Era uma indecisão de amar você,
E eu passava momentos, olhando para a frente,
Desligado, sem ver nada.
Engraçado! Olhava e não via!
Estava absorto, parado, consumido por mim:
Uma verdadeira estátua em introspecção!
Estava "Encucado"
"Encucado" com ausência que era presença.
E de repente, a interrogação indecisa foi evaporando,
E eu vi dentro de mim que era amor.
Você estava enquadrada no que eu queria,
Desde o sorriso até as lágrimas.
Você era o sim diante do altar,
Você era a mão certa na escada incerta
Você era o horizonte nítido...o agasalho...
Mas eu cometi um erro...
Não perguntei se eu também era tudo isso para você.
E a verdade é que não era.
Eu não estava enquadrado no que você queria,
Eu era o não
Não era sorriso, não era agasalho, não era nada....
Era um ser andante maravilhosamente invisível para você.
E de repente, a exclamação veio em "Closed"
E eu fiquei afirmando seus defeitos,
Fiquei procurando tudo o que você fazia de errado,
E você não fazia nada.
Fiquei torcendo para você me decepcionar.
Afundei-me como arqueólogo nas ruínas da sua imagem adorada,
E você permaneceu intacta.
Eu quis desmanchar a ilusão,
Quis vomitar um amor que me assentava bem,
E torci para você me decepcionar.
Eu queria tanto sentir raiva de você,
ódio!
No entanto, você se manteve a mesma,
Impassível diante do dragão no qual me transformei.
Então, me decepcionei comigo,
Porque não compensei o que queria
Com o que sentia.
E numa noite não muito longe,
Resolvi selar a carta da despedida.
Fechei os olhos,
As lágrimas pingaram uma a uma,
E eu adormeci, sonhando o sonho da aceitação!!!!
"Há um velho ditado que diz: 'A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.' Em outras palavras, a vida que temos hoje é exatamente a resposta do que fizemos no passado."
Um ato é ligado a determinação do começo, e muito especialmente, ali onde há a necessidade de fazer um, precisamente porque não existe.
Denso como o mel, cada momento,
Raiando como o âmbar.
Há muito perdi a noção do tempo
E exilei o calendário.
Odeio a contagem do que for
E a idéia de poupança!
Meu anual crédito de amor
Dissipo numa andança.
Nem toda ausência é desistência; às vezes é a forma mais madura de se preservar.
Há silêncios que não nascem da indiferença, mas do cansaço de tentar ser ouvido onde nunca houve espaço para escuta. Há distâncias que não são fuga, mas limite.
A gente aprende, com o tempo, que permanecer onde a alma se encolhe é uma violência silenciosa contra si mesma. E então escolhe ir — não por falta de amor, mas por excesso de amor-próprio.
Porque preservar-se também é um gesto de coragem. É entender que algumas portas não se fecham por fracasso, mas por proteção. É confiar que sair de um lugar onde não florescemos é, na verdade, abrir espaço para respirar de novo.
Nem toda ausência é abandono. Às vezes, é apenas a forma mais digna de continuar inteiro.
Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.
Há três espécies de mulheres neste mundo: a mulher que se admira, a mulher que se deseja e a mulher que se ama. A beleza, o espírito, a graça, os dotes da alma e do corpo geram a admiração. Certas formas, certo ar voluptuoso, criam o desejo. O que produz o amor, não se sabe; é tudo isto às vezes; é mais do que isto, não é nada disto. Não sei o que é; mas sei que se pode admirar uma mulher sem a desejar, que se pode desejar sem a amar.
"Há um tipo de gente que usa as palavras para enganar e há palavras que enganam todo tipo de gente."
O que tiver de ser, será. Tudo o que vai, um dia há de voltar. O que é verdadeiro, permanece. E quem tem que ficar, fica.
Há pessoas que se afastam apenas pelo fato de achar, que estamos nos afastando, por isso sempre digo: às vezes temos que dar o braço a torcer, cada um tem seu jeito e assim a vida fica mais completa.
Carinho é a alma em movimentos,
é saudade, é fonte, é calor,
é vento que sopra onde há amor,
é bálsamo que cura onde há dor,
Carinho é tempo que traz alento,
é toque, é cheiro, é sentimento,
é beijo, é abraço, é sustento
é a brisa que passa neste momento,
Carinho é amizade, liberdade, sinceridade,
é sorriso que se dá na força de um olhar,
é aconchego quando a solidão apertar,
Carinho é a suave sensação de termos quem nos
ama por perto o tempo todo a nos alimentar....
Carinho é virtude de quem sabe dar....
O verdadeiro caminho para o céu é o caminho estreito. Assim há outra regra simples e certa: "Os que não ensinam a andar num caminho estreito, o qual é único, são falsos profetas."
Nuvens de Algodão
Há noites em que lutamos contra nossas emoções;
Pensamentos vagos e desilusões;
Que nunca acharemos à felicidade;
No amor nossa liberdade...
Queria poder voar ir às nuvens e esquecer o sofrimento;
E acalmar meu coração que bate aqui dentro;
Pedir há uma estrela do céu,
O sabor do amor, que tem gosto de mel...
