Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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que pode uma criatura senão,entre criaturas,amar?
Amar e esquecer,Amar,desamar,amar?
Sempre,e até de olhos vidrados,amar?...

Amar de verdade é esquecer um pouquinho de si mesmo. Se você já se esqueceu num cantinho como uma criança de rua, carente por causa do amor, não se culpe. Você só mostrou, ainda que seja difícil mostrar alguma coisa nesse mundo de aparências, falsidades e medos, que você tem coragem para amar. Parabéns, mas chega. Se não houver troca, chega, porque amar sozinho é solitário demais, abandono demais, e você está nessa vida para evoluir, não para sofrer.

(...) Tenham coragem, sejam capazes de amar, mesmo que o amor pareça uma coisa traiçoeira e terrível. Alegrem-se no amor. Alegrem-se na vitória. Sigam o que o seus corações mandarem.

Mesmo a noite mais longa é sempre muito curta para amar uma mulher...

Maldição, aqui não há regras - estamos a tentar realizar alguma coisa.

Há injúrias que temos de ignorar para não comprometermos a nossa honra.

O hábito não faz o monge, e há quem, vestindo-o, seja tudo menos um frade.

Para aquele que aspira ao poder não há meio caminho.

Há homens que não conseguem obter mais nada da sua riqueza além do medo de a perder.

Não há paixão que abale tanto a sinceridade dos juízos como a cólera.

Não há calamidade maior do que o descontentamento.

A justiça não existe onde não há liberdade.

Não há ninguém sem defeitos: o melhor é o que menos tem.

Não há nada mais assustador que a ignorância em ação.

Johann Goethe
Maxims and Reflections (1893).

Não há nada que se possa fazer com pressa e prudência em simultâneo.

As pessoas querem estar arrumadas na vida; mas só enquanto não o estão é que há alguma esperança para elas.

Não há nada que determine mais o que seremos do que as coisas que optamos ignorar.

Se te possuir em sonhos és minha, pois não há prazer que não seja representado.

Não há mal que não possa ser útil a alguém.

Quando presto algum serviço a um amigo ou lhe zelo os interesses, não há motivo para que me louvem; pois creio que apenas pratiquei um ato indigno de censura.