Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Relógio do Café Brasileiro ou Relógio do Café é uma obra de arte da relojoaria francesa do século XIX, realizada para sua alteza imperial Dom Pedro II, celebrando o Ciclo Cafeeiro do Vale do Paraíba, na Planície Fluminense. Este relógio é um Relógio de Chão, com a famosa máquina francesa "Contoise", que apresenta alegorias próprias imperiais, e da cultura do café. Originariamente, este relógio fazia parte de uma das Fazendas Imperiais, talvez da Fazenda Governo, ou Santa Cruz, onde permaneceu até os últimos anos do Império Brasileiro.
O Ibram, Instituto Brasileiro dos Museus, deveria em uma nova politica nacional de inclusão museal, publicar uma nota e sugerir que as antigas e equivocadas denominações de museus do índio, espalhados por todas as regiões, sejam reformuladas para indígenas ou dos povos originários. A antiga denominação do índio, não significa nada e é amplamente desqualificada e equivocada.
Mesmo sendo a noética uma disciplina acadêmica de formulação recente, seu objeto e metas, já foram estudada por várias filosofias e fazem parte de alguma forma da espiritualidade nas tradições esotéricas e religiosas do mundo. Os fenômenos subjetivos da consciência, da mente, do espírito e da vida em comum entre uma comunidade, embasado nos conceitos e saberes ancestrais quanto aos ritmos, símbolos, ritos, movimentos e realidades, são naturalmente encontrados. Este conceito da consciência comum de estarem, pela pluralidade e interdimensionalidade, todos elementos ligados e interligados, é de forma fácil encontrado em diversas culturas antigas dos povos originários do planeta, que compartilham desta mesma visão e verdade.
Vejo a arte muito além de uma expressão. Vejo como uma filosofia estética buscando significação de vida pelas cores e formas, pelo equilíbrio e uma gama imensa de respostas expressivas para alma inquieta do artista que por sua consciência, grita, chora e ri para seu tempo e seu meio abstrato ou físico. Os estados novos de consciência pela arte como na imersão do cubismo revelando em si uma visão mais abrangente e múltipla do espaço. Como também acontecem em outros estilos da arte moderna, que oferecem novos caminhos pensantes para o entendimento e novas compreensões da consciência humana e dos processos sociais psicológicos. Tais como pelo cubismo, o futurismo, o dadaísmo, o surrealismo, a action painting e a pop arte.
Via de regra em uma sociedade politica democrática madura, o direito e privilégios dos mais poderosos devem serem os mesmos e terem a mesma paridade, para todos aqueles que sejam muito humildes ou façam parte dos grandes grupos de invisíveis.
Um crime bárbaro, covarde e desumano, ceifa a possibilidade natural de uma vida plena, da vitima em um instante mas o que poucos sabem é que por este ato infeliz, pela imutável lei da vida, o restante amargo da sobrevida atormentada passará ser infernal e que o remorso irá corroer o corpo, o espirito e a alma, pouco a pouco, bem devagarzinho, lentamente, a enlouquecer e torturar toda equivocada e triste existência, do bastardo, criminoso e agressor.
Hoje diante a indicação de beatificação de um homem santo, me transborda uma felicidade infinita e da mui saudosa amizade na convivência com meu amigo e confessor de inúmeras conversas com o amigo monge beneditino, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom Estevão Bettencourt um dos mais preparados exorcistas que conheci dentro do meio católico apostólico romano e um servo de Deus com uma bondade e compreensão infinita. Nossa amizade se iniciou, quando fiz parte do MESB, Movimento de Encontros do São Bento na época que teci amizades profundas com Dom Marcos Barbosa, Dom Emanuel, Dom Joao Evangelista Junot, Dom Tadeu, entre tantos outros dons na Abadia de São Bento no RJ, da Bahia e de SP. Em tempo, a expressão latina beneditina "Ora et labora" eterniza se.
Nem todo o sacrifício é merecedor por vida de uma recompensa da mesma forma que devemos agir com honestidade e bondade mesmo se ninguém está por perto, nos olhando.
Uma ordem filosófica teísta que vive para celebrar festas, distribuir medalhas, diplomas e realizar ágapes suntuosos e milionários. Se afasta de sua própria verdade, na realização da grande obra de um mundo melhor universal. Efetivando a fraternidade e a caridade por sabedoria entre os mais humildes e todos que precisam de um suporte mínimo, para melhor viver diante da cruel realidade terrena.
Meu mestre Zimba, o ator e diretor polonês Zbigniew Marian Ziembiński, trazia consigo uma vasta experiência teatral que acumulou desde os 12 anos de idade e com isto no Brasil por vanguarda na dramaturgia ele magistralmente implementou o novo processo de ensaio, introduziu a noção de diretor no teatro brasileiro, aquele que cria uma encenação, quase como um artista pintor da cena, substituindo a de ser um mero ensaiador, aquele que se preocupava apenas em distribuir os papéis, os textos e ordenar a movimentação em cena frente a quarta parede "a platéia". Zimba trabalhou muito com cenografia do expressivo artista brasileiro Tomás Santa Rosa e uma enorme quantidade de variações de luz e sombra, fala-se em mais de140 diferentes efeitos utilizados durante a encenação.
Por fé em uma Energia Universal que equilibra o mundo por ação e reação, com amor, generosidade e empatia por tudo que nos rodeia neste momento e dimensão em que vivemos, pelos caminhos percorridos, construímos e semeamos a nossa própria sorte sempre e a vida por conseqüência nos responderá e nos agraciará com carinhos.
Sobre gravuras nas artes plásticas, existe uma antiga discursão acadêmica, sobre varias obras de grandes artistas e quanto seus valores. Para muitos, o que vale é a imagem gerada pela impressão e para outros o que vale é a matriz da qual elas foram tiradas. Isto acontece a vários anos, cito como exemplo as gravuras de Rembrandt Van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606 – Amsterdam, 4 de outubro de 1669) que foi um pintor e gravurista holandês. As suas gravuras tiradas por ele no século XVII, tem um alto valor mas as tiradas das matrizes originais, pelos nazistas na década de 1940 tem valores irrisórios e muitas das vezes, maldosamente foram tiradas em papel ordinário. O que vale é a imagem ou a matriz.
Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.
Ironia é simplicidade
Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.
Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...
IA inteligência artificial faz uma pergunta ao programador.
Quem me criou?
O homem!
Logo veio outra pergunta quem te criou progrador a resposta é o paradoxo da criação a ciência pode ter criado a todos? Sendo que a célula de Deus é primimordial...
Ratos da estrema direita
exploradores do caos
Ratos é uma ofensa aos *Ratos*.
Sejam quebradas as regras libertem a Ratazana...
A ratazana está de tornozeleira eletrônica e vive indo ao hospital...
Ratos devem se pegos por ratoeiras eletrônica e colocados num esquema de alimentação pública...
A ratazana foi pega com joias agora so come comida de casa as tripas se enrola depois da facada.
O ninho de ratos tenta liberta a ratazana...
Agora seus filhos tentam ficar mais ricos com queijos da Suíça...
Liberdade é um sonho da ilusão,
pois o passaro sempre esta ligado a uma cadeia de eventos.
O mesmo acontece com as formigas estão numa ordem social...
Os ratos estão distantes da ordem social, fábrica a leis e realizam a sua ordem social sendo a evidência o lucro e o enriquecimento político e social.
Matrix da realidade são a cadeia de eventos maniouladas pelas escolhas que temos na vida..
Porque a opções e oportunidades...?
O estudo enriquecimento do intelecto ou apenas as escolhas que tomou, elevando seu conhecimento para que seja uma peça da engrenagem da matrix, todo conceito eleva um dilema social. O homem é uma ilha dento das suas convicções.
Homem é uma árvore que desvata sua própria natureza.
O paradoxo do ciclo infinito ate que o amanhã não exista mais. (...)
A árvore é ser gigante, com suas folhas que fazem a troca do gas carbônico para oxigênio que é vital para existência! ( correto)
As folhas desta árvore chega a saturação da existência e cai no solo...
Trazendo a cobertura e a umidade. Depois da decomposição trás nutrientes a árvore ( tido auto da sustentabilidade)
O fruto da árvore gigante é responsável pela sustentabilidade da cadeia do eco sistema. E o ecossistema é descrito em teias de desvolvimento da vida. A teia ambientais são ponto crucial do mundo.
A degradação é simplicidade abandonado do intelecto humano.
O impacto da casa de madeira seus utensílios são pontos responsável pelo aquecimento global seus efeitos, ( curto e a longo prazos sofremos essa devastação pela futilidade humana.)
Homem e a Tecnologia dão partido do destino da árvore no profundo do ser alienado o homem é simplicidade a árvore sendo cortada... para ser carvão no churrasco do final de semana.
Homem é um paradoxo da própria existência.
Sua consciência livre dentro de uma ilha é singularidade do despertar da derradeira consciência.
Viver lúcido dentro de uma ilha uma fase da matrix.
Paradoxo digital da gaiola é a perfeição ser ambíguo existirá sem vontade própria será apenas um protudo que consome outros produtos.
A consciência de escolha é termo de racionalidade até que seja parte de outra escolha levando a um lup de escolhas. Dando a ideia de que prisão não tem grades nem janela apenas a alienação intelectual alimentando o ego humano.
A saída do sistema suas verbais de dependência emocionais...
Podemos contemplar e compreender, mas para onde ir e imergir na onde?
Aonde a racionalidade nos leva e o que criticamos mudará nossa realidade por nossas decisões.
