Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Bom pensamento fortalece a mente, gera uma pontaria certeira, para que se alcance a janela da alma.
Educação
é o caminho
e o meio
de se obter
uma boa saúde
e
construir
um mundo
melhor!
"Somos o mundo."
Esperança na espera
Uma sala vazia
se acha agora
Um relógio
num tic-tac
Marca a hora.
E arrasta o ponteiro
O dia inteiro!
Conto a respiração
ao invés das horas.
E aprendo que silenciar
é abrir-se por inteiro.
O ar sai simples,
mas ao tocar as cordas vocais
vira timbre, emoção,
sai um grito,
uma palavra,
um canto
ou
uma oração.
Sem uma reta uma casa cai.
Sem base, nada se constrói.
Sonho de todos
é uma escola em PaZ.
É o sonho do mundo
e também dos Pais.
Berço
Recordo: um largo verde e uma igrejinha,
Um sino, um rio, Um pontilhão e um carro
De três juntas bovinas que ia e vinha
Rinchando alegre, carregando barro.
Havia a escola, que era azul e tinha
Um mestre mau, de assustador pigarro...
(Meu Deus que é isto? que emoção a minha
Quando estas cousas tão singelas narro?)
Seu Alexandre, um bom velhinho rico
Que hospedara a Princesa; o tico-tico
Que me acordava de manhã, e a serra ...
Com o seu nome de amor: Boa Esperança,
Eis tudo quanto guardo na lembrança
Da minha pobre e pequenina terra!
Bernardino da Costa Lopes poeta parnasiano, conhecido como precursor do Simbolismo no Brasil.
1859-01-15 Rio de Janeiro
1916-08-18 Rio de Janeiro
A Presciência de Deus e a Responsabilidade Humana
Uma Defesa Contra a Predestinação Incondicional
Pelo Teólogo Jalison Santos
Introdução
Entre os maiores debates da teologia cristã está a discussão sobre a salvação do homem. De um lado, o calvinismo sustenta que Deus, por Sua vontade soberana, escolheu alguns para a salvação e deixou outros destinados à condenação eterna. Do outro lado, o arminianismo defende que Deus oferece graça a todos os homens e que a salvação é recebida mediante a fé.
Ao analisar as Escrituras, defendo que Deus não predestinou indivíduos para o inferno nem escolheu arbitrariamente quem seria salvo. Antes, Deus, em Sua onisciência eterna, conhece antecipadamente aqueles que responderão à Sua graça por meio da fé.
A presciência divina não causa os acontecimentos; ela apenas revela o perfeito conhecimento de Deus sobre todas as coisas.
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I — A Presciência Divina Não É Determinismo
Os defensores da eleição incondicional utilizam frequentemente:
\text{Romanos 8:29: Porque os que dantes conheceu, também os predestinou...}
O termo grego utilizado para “conheceu” é:
> προγινώσκω (proginosko)
Que significa:
conhecer de antemão;
saber previamente;
possuir conhecimento antecipado.
O texto não afirma que Deus obrigou alguém à salvação. O versículo apenas declara que Deus conhecia antecipadamente aqueles que estariam em Cristo.
A predestinação mencionada por Paulo não trata da escolha arbitrária de indivíduos para céu ou inferno, mas do propósito eterno de Deus para aqueles que creriam.
Assim, a presciência pertence aos atributos naturais da onisciência divina. Deus sabe todas as coisas sem necessariamente causá-las.
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II — Deus Não Predestinou Homens Para a Condenação
Se Deus tivesse criado homens exclusivamente para serem condenados eternamente, isso levantaria sérios problemas quanto à justiça e ao amor divino revelados nas Escrituras.
A Bíblia afirma claramente:
Deus deseja que todos se salvem;
Cristo morreu pelo mundo;
o evangelho é oferecido universalmente.
Paulo declara:
> Deus quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.
Pedro também escreve:
> Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos venham ao arrependimento.
Portanto, a condenação não ocorre por um decreto eterno irresistível, mas pela rejeição consciente da graça oferecida por Deus.
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III — João 3:16 e o Alcance Universal da Graça
Um dos maiores testemunhos contra a limitação absoluta da graça é encontrado nas palavras do próprio Cristo:
\text{João 3:16: Porque Deus amou o mundo...}
A palavra grega utilizada para “mundo” é:
> κόσμος (kosmos)
Que, em seu sentido natural, refere-se à humanidade, ao mundo inteiro.
Logo, o amor redentor de Deus não foi destinado apenas a um grupo secreto de eleitos, mas revelado ao mundo.
O texto continua afirmando:
> “todo aquele que nele crê”.
A condição apresentada não é um decreto oculto, mas a fé.
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IV — A Graça de Deus e a Resposta Humana
A salvação é inteiramente pela graça. Nenhum homem pode salvar-se a si mesmo. Entretanto, a graça divina não elimina a responsabilidade humana.
Deus chama.
O homem responde.
Deus oferece salvação.
O homem pode aceitar ou rejeitar.
A existência de convites universais ao arrependimento demonstra que há verdadeira responsabilidade moral no homem.
Se não existisse possibilidade real de resposta, os convites bíblicos perderiam seu sentido.
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V — A Harmonia Entre Soberania e Livre Arbítrio
A soberania de Deus não destrói a liberdade humana.
Deus continua soberano mesmo permitindo que o homem faça escolhas reais.
Seu conhecimento eterno contempla todas as decisões humanas sem anulá-las.
Assim:
Deus é soberano;
o homem é responsável;
a graça é necessária;
e a fé é o meio pelo qual recebemos a salvação.
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Conclusão
A doutrina da predestinação não deve ser interpretada como um decreto arbitrário que condena homens antes mesmo de nascerem.
A presciência divina revela o perfeito conhecimento de Deus sobre aqueles que responderão à Sua graça.
Cristo morreu pelo mundo.
A graça foi oferecida a todos.
E todo aquele que crer será salvo.
Portanto, Deus não escolheu alguns para a vida e outros para a perdição eterna. Antes, em Seu amor, ofereceu salvação universal por meio de Cristo, preservando tanto Sua soberania quanto a responsabilidade humana.
— Pelo Teólogo Jalison Santos
Desvende-me em teu olhar,
Eis-me aqui para te contar:
Nos teus olhos celestes
Resolvi uma estrela buscar.
Surpresa doce e íntima,
Com o tom de revolução,
Por ti vivo a sorrir...,
Viraste a minha doce canção.
Entregue-se ao meu tocar,
Eis-me aqui para te amar:
Os nossos corações solares
Um dia hão de se reencontrar!...
Talvez no alto da montanha,
Ou na beira do mar;
Talvez, talvez, talvez...,
Quando a gente não planejar.
Agarre-se a nossa glória,
De escrever entre os beijos
A nossa história...,
Indizivelmente nossa.
Em salto e altura,
Não haverá queda livre,
Porque sinto-me tua;
Contigo estou segura.
Não vim parar à toa,
Surpreendendo-te
No céu de (Bruges),
Em queda livre,
Libertando-te,
Pairando leve,
Envolvendo-te
Para que o teu coração
Nos faça (entregues).
Amar o amor faz parte
Da honra, da vida,
Da poesia e da arte;
Da nossa ida
Pensando na volta;
O amor abriu a porta...
Cruzou uma
borboleta
amarela,
e entre meus
seios repousou;
o rumo tomou
e algo inspirou
que o amor
estará surgindo.
Não perco
o meu olhar
sobre você,
e por ti não
irei deixar
de esperar.
Fui plantar
as rosas
do destino
para quando
a vida
nos colocar
no mesmo
caminho.
Longe irei,
se precisar
com a condição
de não deixar
o amor se perder,
e eu não voltar.
“Quando o ego está ferido, até uma pergunta pode parecer ataque.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A pressa é uma das formas preferidas da manipulação: quem decide com medo raramente decide com liberdade.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A maior armadilha da mente é transformar uma interpretação em destino.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“Toda repetição dolorosa pede uma pergunta: quem em mim ainda observa a vida a partir da mesma ferida?”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A observação honesta é uma forma silenciosa de cura.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade humana.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Uma criança desatenta nem sempre está desafiando a autoridade; muitas vezes, está pedindo ajuda de um modo que ainda não sabe explicar.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes de chamar uma criança de preguiçosa, é preciso perguntar se ela possui ferramentas internas para sustentar aquilo que lhe é exigido.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Compreender antes de julgar pode mudar a história de uma criança, de uma família e de uma vida inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
