Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Adágio traz uma lição de moral, aforismo a moral do autor.

Estúpido


Como uma segunda,
Que ninguém gosta
Você me fez odiá-lo,
Com sua atitude estúpida.
Percebi tarde,
As suas mentiras
Me fez acreditar em groselhas!
Quando me deparei, cadê minha felicidade?
Pelo ralo a tinha jogado,
E já era tarde.

Tive medo do destino,
E ele brincou com a gente
Como um palhaço.
Pregou uma peça.
Quando acordei,
Era tudo real
Já não existia mais a gente!

A União de Estado, que procura uma Hegemonia infinita, depende de um inimigo ao seu Nível.

Quando a vida nos balança, façamos disso uma dança…

Quando eu me tornei na linha de frente de uma peleja, eu me tornei um alvo imediato do diabo.
O meu ministério está em questão: É bom mas é mortal, é doce mas o resultado é amargo

“O coração tomado pelo egoísmo se fecha como uma prisão sem janelas: o mundo lá fora existe, mas a escuridão por dentro impede de vê‑lo. O amor de Cristo é a luz que invade, rompe as grades e liberta para viver de forma plena e generosa.”

Quem você é de verdade? já parou pra fazer umaautoanálise? esse é o maior presente que alguém pode se dá, a autoanálise, garanto que será a melhor aventura da sua vida.

“Amada, você tem duas opções: apresentar desculpas ou oferecer uma solução. A escolha é sua.”

Conectar recursos a resultados é a essência para construir uma educação de qualidade, garantindo que cada aluno tenha a oportunidade de alcançar seu máximo potencial.

Existe uma diferença entre ser usado por Deus, e se usar de Deus.

Em tempos de adversidade
Recorre à Palavra
Pois nunca é demais,


É uma espada flamejante
Contra os ardis de Satanás.


Enquanto eu escrevo
Meu coração lamenta e chora


Pois um inocente
É morto em cada hora.

Você é o endereço de Deus na Terra. Viva de uma maneira que as pessoas possam encontrá-Lo.

O conservadorismo religioso e o apego a uma visão legislativa da vida da igreja levaram Cristo a cruz.
Pela lei e pelos preceitos tradicionais da religião, Paulo achou justo matar Estevão e tantos outros cristãos. "A lei mata!", concluiu o apóstolo convertido.
No contexto em que vivemos, atualmente, podemos, a pretexto da mesma interpretação da lei, matar nossos semelhantes.
É preciso colocar a lei no seu devido lugar e, acima dela, Deus e sua misericordia para não recairmos na mesma engenhosa artemanha do maligno.

"De todas as pessoas que já fui, duas delas, que são opostas uma a outra, exercem forte influência nas pessoas que sou hoje. E, a cada adversidade, vou desbloqueando e conhecendo mais pessoas diferentes em mim.
A minha rede particular".

"A solidão pode ser uma companheira silenciosa, mas também pode ser uma oportunidade para encontrar a paz interior."

A Constituição é a partitura suprema da República: nela, cada cláusula é uma nota escrita para ser interpretada com técnica, mas regida com consciência. Não basta entendê-la com o cérebro jurídico, é preciso escutá-la com a alma da Justiça. Pois, quando a norma perde sua dimensão ética, o Estado degenera em máquina, e o Direito se reduz a engrenagem sem compaixão.
Adib Abdouni

DAMA DA NOITE

Pousam em mim os teus nobres desejos:
Mentiras de uma esplendorosa paixão,
Pois que nada sente o teu vil coração,
Dentre os teus falsos e eloquentes beijos.

Pousam em mim os teus rústicos ensejos
Na espera dos meus sentimentos vãos:
Tais que sinto da tua vultosa ilusão,
Mesmo vazia, dentro d'alma, eu almejo

O teu corpo de escultura, nú e quente,
Aos gritos da tua voz que não sente,
Que murmura, que excita, que é chama!

Pousa em mim a tua falsidade inteira,
"Cheia de amor," por te sonhar verdadeira,
Que a minh'alma te beija, e ama...

Existe um grande hiato entre o que foi dito, o que ficou subentendido e uma boa conversa franca entre amigos.

Tudo nesta vida é uma competição pegada e a nossa educação assenta essencialmente nesta norma pedagógica, que além de ser um caso de estudo faz deste vício social um fenómeno estabelecido para nos manter em permanente rivalidade uns com os outros, e sem que muitas pessoas se apercebam esta incessante fome de protagonismo leva-nos a um desafio constante e a uma guerra permanente, tornando-se numa forma continuada de demonstrarmos que
somos melhores do que os outros em qualquer coisa que dê para competir pela nossa autoestima, pela nossa vaidade, pela nossa ostentação ou em benefício das nossas vanglórias.

A pior de todas as competições é a do dinheiro, mas desde os artifícios da caça até aos meandros da pesca tudo serve para chamar de convívio a um qualquer entretenimento de disputas que se pratica em quase tudo o que dê para medir forças com o próximo. Os desportos, as redes sociais, os ambientes de trabalho, a convivência nas paróquias, ou a coabitação em qualquer agremiação de gente, são um bom exemplo disso mesmo, assim como bons exemplos disso mesmo são as chamadas rivalidades bairristas que existem um pouco por todas as nossas aldeias, por todas as nossas vilas e por todas as nossas cidades, desde a polvorosa de Dogueno até ao frenesim de Montalvão. Ademais, para além dos concursos, dos certames, das provas, dos torneios e dos muitos campeonatos que os barões assinalaram, penso ainda que a nossa verdadeira competição será sempre individual e que o maior adversário que temos durante toda a vida seremos sempre nós próprios.