Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Dia do Professor
Hoje é o Dia do Professor. E começou com luta.
Uma mulher lutou para estar lá. Não era apenas mulher — era negra.
Estávamos há apenas 30 anos da abolição da escravidão em nosso país quando Antonieta de Barros se formava na Escola Normal Catarinense. Imaginem a luta…
Antonieta, além de professora, tornou-se política e foi a responsável por instituir nacionalmente o Dia do Professor, para que nunca deixássemos de ser lembrados.
Obrigado, Professora Antonieta de Barros, por nos reconhecer e abrir caminhos.
Nossa trajetória é de luta. Hoje, infelizmente, vemos políticos fazendo de tudo para sucatear a educação — basta observar a má vontade em realizar concursos públicos, substituídos por contratações precárias, como os PSS e RC.
Os salários baixos desmotivam, e muitos acabam desistindo de estudar mais, de buscar novos conhecimentos para repassar aos alunos.
Mas, como dizia Paulo Freire, “a educação é libertadora”.
E nós, professores, somos a pedra no sapato dos maus políticos deste Brasil varonil.
Deus quer reescrever a sua história.
Porque Ele conhece o teu coração e cada dia lhe dá uma nova oportunidade de recomeçar.
Jesus te ama muito!
Vitrine D'Alma
Sinopse
Vitrine D'AIma é uma literatura poética em que minha alma navega pelo tempo e às vezes, para em alguma estação…em que podemos sentir-nos como a primavera sob o perfume das flores e o colorido das cores, como verão sob o sol esplêndido e o calor mais intenso, outono como doces frutos em que as folhas caem e se acaso inverno, às vezes, tais como o gélido frio em tudo se transforma em memórias, os quais estampamos na mente e tudo pode se transformar em poesia para podermos sentir novamente, estações,universos, coisas e pessoas, porque sem sentimento, nada existe.
Este livro é a essência da beleza e da sensibilidade da autora nos aspectos mais sutis e por hora contempla, crítica, sugere mudanças.
A poesia é moderna, uma vez que ela em seus sonetos preserva a forma, contudo, abre mão da rigidez dos decassílabos perfeitos, pois para ela a poesia tem que fluir livremente, porque onde a poesia fluir haverá beleza, liberdade, amor e tudo o mais que um poema pode oferecer.
O livro é repleto de beleza, inspiração e musicalidade em que os poemas podem ser cantados, daí a autora se traduz como compositora de versos musicais, talvez em sua singela interpretação, quisesse transmitir não somente a poesia.
Maria Lu T.S.Nishimura
Amor falso
No meu coração, seu amor causou um estrago profundo. Partiu como uma flecha, deixando-me ferido e sangrando em solidão. Você acreditou em um amor falso, que aparentemente demonstrava afeto, mas mesmo assim decidiu partir, ferindo mais um coração no processo.
Uma jovem de essência antiga na atualidade, que possui valores e a essência que remetem a épocas passadas, com uma alma madura e sábia.
Às vezes o que a gente quer é ter amizades que a gente possa confiar sempre. Tenho uma amiga muito falsa chamada Rebeca, não confio nem na minha roupa.
A depedência de Deus é um conceito que vai
muito alem de uma simples necessidade; É
estadode espirito.
O que esperar do outro?
Sempre esperamos que alguém faça algo por nós, seja uma ligação um gesto de carinho ou um abraço, daqueles que sintamos mais amados... Mas, criamos expectativas, que na maioria das vezes nos decepcionam.
A única coisa que se espera do outro é que ele faça sua parte para consigo mesmo...
“O alcance da vida é como o voo de uma ave: depende da força das asas, mas também da direção do vento. e mesmo quando o vento muda, quem tem propósito aprende a usar as correntes para chegar mais longe.”
Um dia eu desci,
desci leve, sonhadora,
pra começar uma nova história,
a jornada do ensino médio,
cheia de risos, cadernos e aurora.
Ontem eu desci de novo,
mas o peso era outro nas mãos
uma certidão antiga e áspera,
como o clima duro do sertão.
Sim, a certidão de nascimento,
que agora muda de nome e sentido,
pra comprovar não só um papel,
mas o amor que tenho vivido.
28/10/2025
FRASES QUASE SOLTAS
Uma vida alegre e bela é melhor que uma morte empoeirada.
O bom homem suporta a dor do amor, mas não a causa;
ateia fogo em seu próprio coração, contudo, não apaga suas lágrimas.
“Meu instrutor é caro para mim, todavia, a verdade é ainda mais cara” —
assim disse Platão à língua que o criticava.
A verdade pode ser o componente mais importante na música;
entretanto, a música é arte.
Então, depois que te tornares um artista,
precisas aprender que aceitar as críticas faz parte.
Oh, música! Tuas melodias encantadoras
tornam toda impotência suportável.
A cenestesia exposta à melodia romântica
emerge das decisões irracionais e, depois, do ranger dos dentes.
Nos voe — para onde quisermos!
Assim, a melodia sai pela janela à procura do vento.
Tu giras em uma valsa febril,
cais em uma enorme cachoeira
e lanças-te rio abaixo.
Em teus ritmos, as histórias de amor começam e terminam
na fuga e na esperança, na paixão e no significado.
Rosimara Saraiva Caparroz
A Casa de Jorge
Uma catarse bem feita era um caos anunciado,
na casa de Jorge, tudo era sagrado e profano, misturado.
Quando deixava a filha ir ao centro espírita, em paz,
perguntava-se em vão por que sua fé nunca mais.
Falava baixo, num tom de ironia e desvelo:
— Minhas crenças têm rosto, mas não têm espelho.
Covardes são deuses com forma e razão,
que pedem joelhos, mas negam o pão.
Virou-se à esposa e, num riso cansado,
disse: — Rosas e borboletas são belos pecados.
Mas de nada adianta beleza na pele,
se a fome é o que fere e o tempo repele.
A TV seguia o jornal — tragédia e ruído.
Jorge apenas via o mundo perdido.
Foi então que a filha, pela porta direita, entrou,
e o silêncio da casa, de leve, mudou.
Contou-lhe cinco amores, cinco quedas, cinco vias,
e cada história acendeu antigas nostalgias.
Por um instante, pai e filha se olharam contentes,
como se o tempo, cansado, parasse entre gentes.
Mas o tempo não cessa, é cruel e atento.
Trouxe com ele um último contratempo:
um estalo no gás, um sopro, um ardor,
e o fogo tomou o lugar do amor.
Explodiu o botijão, queimando os momentos,
os risos contidos, os sentimentos.
Restou o ar seco, o chão em ruína,
e a fé consumida na própria fuligem fina.
Assim, a catarse se fez, por inteiro,
limpando a dor, mas num fogo traiçoeiro.
E na casa de Jorge, entre cinza e verdade,
ardeu o milagre da humanidade.
Luccas Perottoni
O Rei de Pão e Covardia
Era uma vez um francês,
chamado Michael, burguês.
Três vezes por semana, inglês,
às seis da manhã, seu pão, sua altivez.
Comia em silêncio, convicto,
que o gesto o tornava distinto.
Um rei de café e costume,
com ares de classe e perfume.
Mas um dia, no velho trajeto,
o ônibus tomou outro aspecto.
A estrada virou confusão,
gritos, bandeiras, tensão.
Três homens bradavam na via,
contra a lei, contra a polícia.
Michael olhou — e reagiu,
sem saber por que o fez, fugiu.
De burguês virou milícia,
no susto, na própria malícia.
Um ato sem honra, sem guia,
feito no medo, na covardia.
E o povo, que nada entendia,
ergueu-lhe um trono — ironia.
Promulgaram-no rei por herança,
morto em sua própria arrogância.
Assim finda a realeza vazia:
um pão frio, uma fé tardia.
Um francês que quis ser alguém,
e acabou rei — depois, ninguém.
Luccas Perottoni
Poema: A resiliência de uma mente que transborda!
Autora: Tanile R. Silva
Eu já morri algumas vezes
Não teve sangue
Não teve velório
Não teve silêncio.
Teve dor, choro
Angústia e vazio.
Foi possível encontrar
Lágrimas
Vergonha
Culpa
Medo, e arrependimentos, daqueles que a solidão cria voz e domina o presente, enchendo o mesmo de perguntas e incertezas.
Eu não me reconhci.
Eu só reconhecia o que ecoava em meu vazio.
As vezes, a gente morre, mas continua existindo.
Buscando por força e sonhando com a superação.
Consegui me encarar frente ao espelho
Encontrei sentido através de uma memória doce, de um sábado ensolarado, em um campo floriu.
A esperança se torna o oxigênio da teimosia.
O sorriso, a tranquilidade da alma.
As palavras, os reflexos da mente que transborda.
E o pulsar do coração que bate, reflete a alma em resiliência.
Sou mistério e adrenalina.
Uma mistura imperfeita, feita pra te enlouquecer.
Eu amo no extremo — intensamente, loucamente — e parto no auge,
antes que o encanto se torne costume.
Sou a lembrança boa que arde, o caos que deixa saudade.
Vivo nos ápices, não aceito metades, nem o morno disfarçado de paz.
Se quiser me ter... faz uma loucura por mim.
