Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Às vezes, mudo a forma de agir com algumas pessoas, não para dar uma lição nelas, mas porque aprendi a minha!
A rolinha e o voo da liberdade
A rolinha é uma ave que não se preocupa muito com o ninho; geralmente, eles são bem rasos. Aqui em casa, ela botou o ovo diretamente sobre a ripa do telhado. Passava o dia todo chocando esse ovo — cheguei até a pensar que estivesse doente e acabei tocando nela.
Dias depois, o filhote fez seu primeiro voo e acabou caindo na minha varanda. Coloquei-o sobre a parede até que conseguisse realizar seu voo de liberdade.
Mesmo com simplicidade e poucos recursos, a natureza encontra seu caminho e cumpre seu ciclo.
"Nós somos meros apresentadores de uma peça teatral que é a Vida, se não soubermos apresentá-la, não seremos aplaudidos de pé."
Você sabia que não era real, então por que deixou isso acontecer?
Porque talvez viver uma coisa não real seja mais emocionante, imaginar que uma hora um sonho poderia virar realidade.
Não são necessariamente as palavras, mas, cada ação de um adulto é uma aprendizagem para uma criança!
A vida é feita de quedas e recomeços.
Não vence quem nunca tropeça, mas quem levanta uma vez a mais do que caiu.
Cada amanhecer é um convite para acreditar outra vez.
Hoje completam-se dois anos da sua partida, mãe. Sua falta é uma ferimento que não cicatriza e a saudade é uma dor dilacerante. Os dias passam mas o nosso amor é eterno. Eu sei que está em um lugar maravilhoso e que um dia nós se encontraremos. Eu te amo muito minha mãe querida e amada.
O racismo não é apenas um preconceito visível; é uma ferida que se infiltra nos pensamentos, nos gestos e até nos sonhos das pessoas. Ele não se limita à discriminação aberta: muitas vezes, é silencioso, internalizado e repetido pelas próprias vítimas. O auto-racismo, por exemplo, mostra-nos como uma comunidade pode aprender a odiar a si mesma, aceitando padrões de beleza e sucesso que privilegiam outros em detrimento da própria identidade.
Em contextos como o de Namicopo, o racismo não surge apenas na relação entre negros e brancos, mas também dentro da própria comunidade negra. A valorização da pele clara, a idolatria de filhos claros e o desprezo por quem tem a pele mais escura são manifestações de um padrão social aprendido, reforçado por gerações e perpetuado por olhares, comentários e até por comportamentos de ostentação.
A consequência é profunda: o racismo interno gera insegurança, frustração e competição baseada em fatores superficiais. Jovens e adultos começam a medir o seu valor por um critério artificial a cor da pele esquecendo que a dignidade, a inteligência e a criatividade não se pintam. Quem vive sob essas regras aprende a rejeitar-se, a cobrir-se de loções, filtros e máscaras, procurando aprovação em algo que nunca deveria definir o seu valor.
O combate ao racismo, portanto, não é apenas uma luta externa, mas uma tarefa íntima de resgatar a autoestima e a consciência da própria identidade. Cada olhar de rejeição, cada comentário depreciativo, é um convite à reflexão: quem somos para nos julgarmos uns aos outros pelo tom da pele? O valor humano não se mede na cor, mas no respeito, na empatia e na capacidade de construir relacionamentos genuínos, livres de preconceitos.
Enquanto a sociedade continuar a premiar o claro e a desprezar o escuro, o racismo permanecerá como sombra persistente. Mas a mudança começa na percepção de cada indivíduo: ao aprender a valorizar-se, ao reconhecer a riqueza da própria herança e ao ensinar isso aos outros, cada pessoa torna-se agente de transformação. É na consciência e na valorização da diversidade que reside a verdadeira força contra o racismo, seja ele explícito ou internalizado.
Quando estiver em uma jornada na qual você tenha convicção de estar correto, não olhe para os lados ou para trás, siga o seu caminho, independentemente do que digam ou pensem sobre, simplesmente siga o seu instinto.
A Fé racional é uma fé em movimento, não é uma fé mística parada em nome de Deus, esperando com Deus faça as coisas, sendo que ele já deu a responsabilidade para o homem fazer.
Era uma menina simples e humilde, seus pais eram boas pessoas, mas infelizmente eles não ensinaram as coisas da vida, as dores da vida, as dificuldades que a vida lhe trariam.
Ensinaram que não podia roubar, mentir e ela sempre será grata por isso, mas nunca disseram que a amava, mas ela sabia que eles a amavam, mesmo sem nunca ouvir "um eu te amo" deles.
E nunca lhe ensinaram que existiam pessoas ruins no mundo, que enganam sem sentir nenhum remorso...
Ela foi criada para ser boa, não fazer mal ou maltratar, mesmo sem nunca ter ouvido um "eu te amo."
E sem nunca ouvir um "eu te amo", ela ouviu pela primeira vez, um "eu te amo" de alguém, e soou como melodia eterna.
Ela acreditou...
Acreditou no amor, acreditou que havia encontrado o tal do amor e foi aí que tudo começou.
Mas não quero deixar esta história triste, falando de traições, brigas e divórcio que aconteceram anos depois, da falta de dinheiro e das noites de choro.
No meio de tanta coisa, a vida lhe deu uma filha, e ela fez com a filha, aquilo que seus pais, não haviam feito com ela.
Ela dizia "eu te amo" todos os dias.
Abraçava a filha todos todos os dias, e dizia que ela era linda e inteligente, e que no mundo era preciso se cuidar, pois nem todos que se diziam bons, eram bons de fato, e que nem todos "eu te amo", são verdadeiros.
Fim
Viva e seja feliz ❤️
Marieci
@eumariasilva100conta2
A abertura de uma ferida costurada, mas não cicatrizada, é mais dolorosa que uma ferid naturalmente curada.
