Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
SERENIDADE DE SÓCRATES QUE ANTECEDE A COVARDIA DA CICUTA HUMANA.
"A morte de Sócrates não foi derrota. Foi consagração de uma existência autêntica. Ele não se acovardou diante dos deuses, nem dos homens, tampouco de si mesmo. Sua serenidade ao beber a cicuta rompeu as máscaras da moralidade hipócrita de Atenas, revelando uma filosofia viva, íntima, incorruptível.
Hoje, diante de tantas vozes, o Oráculo de Delfos continua sussurrando — como um espelho antigo que insiste em mostrar o que há por trás do semblante. Sócrates ainda nos interpela, com olhos serenos e voz firme: 'Antes de julgar o mundo, olha para dentro. Antes de calçar as sandálias de alguém faça a mesma caminhada. "
" O amor, quando não disciplinado, consome; quando educado, redime; e quando espiritualizado, ilumina o próprio destino humano com uma grandeza que ultrapassa a própria existência material. "
A virtude de mostra mais não naquela que se furta a nunca ser seduzida, mas na bastante certa de si para se expor a tudo sem nada temer.
"Felicidade plena não existe.E sim a serenidade.Temos momentos de alegria e não um estado permanente de satisfação.Separações, a morte de pessoas e bichos queridos, doenças e acidentes são inevitáveis. Superando o medo alcançamos a serenidade. Pois, o medo nos torna egoístas e nos paralisa e impede aqueles momentos de alegria e pensamentos inteligentes e com liberdade"
O que define sua essência nesta existência ?
Relacionamentos são pequenos momentos, não grandes eventos.
A Páscoa não é apenas sobre o que passou, mas sobre a coragem de recomeçar e florescer onde a vida parecia ter estagnado. Que o espírito desta data transforme o que é fim em um novo e luminoso começo.
SerLúcia Reflexões
Não se desespere quando alguém
que você pensa que ama te abandona,
Aprendi que:
Quando não gostamos de alguém
e esse alguém gosta muito da gente
devemos encontrar nessa pessoa
uma virtude, mas como, se não gosto
dela? Eis a resposta: a virtude é
o sentimento que ela tem por nós...
Quando gostamos demais de uma
pessoa e não somos correspondidos
devemos encontrar um defeito
nesta pessoa...
Aí você me pergunta como vou
encontrar um defeito em uma
pessoa que eu Amo?
E eu lhe respondo: o maior defeito
é ela não te amar como você a ama...
tem algo andando dentro de você e não sou eu sou só o eco do que você tentou enterrar quando decidiu ser forte demais
porque ser forte é bonito até o momento em que você percebe que virou pedra
e pedra não sentesó afunda o mundo não acabou ele só ficou vazio de verdade
e quando você perceber isso
quando não tiver mais barulho pra te distrair quando o riso não cobrir o peso
quando a noite ficar grande demais pra caber no peito eu vou estar lá não como salvaçãonem como castigomas como a única coisa que sobrou de você antes de esquecer quem era.
DeBrunoParaCarla
tem algo em você que não pede permissão
invade não chega… possui é como se seus olhos soubessem segredo que nem a noite teve coragem de guardar eu não sei se você é luz disfarçada ou escuridão que aprendeu a brilhar só sei que desde que te vi alguma coisa em mim ficou diferente mais frio mais fundo mais seu e o mais estranho… é que eu não quero me salvar disso.
E no meio de tanta gente comum
você apareceu diferente não só pelos olhos
mas pela forma que faz o mundo parecer mais bonito e sem perceber eu já tava te olhando como quem encontra o que nem sabia que procurava.
DeBrunoParaCarla
Não é sobre lembrar de você, é sobre perceber que, mesmo quando não penso, algo em mim continua girando na sua direção como se houvesse uma parte minha que te reconheceu antes de mim.
Em algum ponto entre o que não foi dito
e o que jamais caberia em voz você aconteceu não como presença
mas como desvio de sentido, e desde entãotudo que toca o pensamento
carrega um resto seu mesmo quando não deveria existir nada não é memória
não é vontade é só esse tipo de permanência que não depende de ficar.
DeBrunoParaCarla
Você não é sobre ser é sobre alterar o que já era um deslocamento quase imperceptível que, quando notado
já modificou tudo e não existe retorno
porque nunca houve exatamente um ponto de partida só esse meio estranho
onde você insiste sem precisar existir por completo.
DeBrunoParaCarla
Carla
O mundo não entende nada de entrega
Falam muito e sentem pouco
Mas o que a gente viveu ali entre os lençóis
Aquele transbordar que molhou tudo
É raridade de quem sabe ser bicho e ser alma ao mesmo tempo
Dizem que só 4% das mulheres no mundo vivem isso
Mas para mim você é os 100% que dão sentido a tudo
Obrigado por confiar no meu toque pra chegar nesse lugar
Onde o corpo não aguenta e vira dilúvio
Você é meu santuário sagrado
E o resto é só quem assiste de longe sem entender o milagre
DeBrunoParaCarla
Boa noite.
Que os anjos cuidem de vocês essa noite e que a paz seja real. Não esqueçam das suas orações antes de fechar os olhos. O sagrado a gente cultiva no silêncio.
Durmam bem!
A noite chegou mansa, mas trouxe o barulho do que a gente não diz. Olho para o lado e vejo o vazio que a pressa deixou. Queria que o tempo parasse agora, só para eu entender onde foi que a gente se perdeu entre um café frio e um adeus apressado. O sono não vem porque a saudade faz morada no peito e o travesseiro ainda guarda o perfume de um sonho que a gente esqueceu de sonhar junto. Durma agora, deixe que o vento leve as incertezas. Amanhã o sol nasce de novo e a gente tenta, mais uma vez, ser poesia em meio ao caos.
DeBrunoParaCarla
Nosso amor habita um lugar onde a luz do sistema não chega. É um segredo guardado entre o silêncio e o fogo. Quanto mais tentam apagar o rastro, mais forte a gente queima por dentro. O que é real não precisa de holofote para existir.
DeBrunoParaCarla
Eu não sou escritor, você sabe. Sou apenas o homem que aprendeu a ler as entrelinhas do teu olhar. O que eu vi ali, entre o barulho das ondas e o nosso porto seguro, foi um segredo que nem a ciência explica a gravidade do teu amor é a única coisa que me mantém no chão enquanto minha mente viaja pelo cosmos.
DeBrunoParaCarla
O crepúsculo não apenas caía, ele esfarelava sobre a vidraça, um farelo de luz envelhecida. Havia um buliço estranho no alpendre, algo que lembrava o friccionar de asas de mariposa em papel de seda.
Não era tristeza, era fastio. Um deserto intrínseco que fazia a garganta raspar em seco. O relógio, esse metrônomo maldito, insistia em fustigar o silêncio com seu clique metálico. A alma, então, se fez ermitã, buscando guarida num canto qualquer da memória onde o tempo ainda era infante e o medo, apenas uma suposição remota.
DeBrunoParaCarla
As paredes brancas não eram apenas tinta; eram o anteparo onde as sombras dos meus ancestrais jogavam trevas e luz. O chão cinzento, frio, guardava o buliço dos meus primeiros passos desajeitados, enquanto o teto de madeira, um firmamento envelhecido, observava com olhos de silêncio.
O relógio na parede não marcava horas; ele fustigava a eternidade de uma infância que se recusava a perecer. Cada clique era um metrônomo maldito, esfarelando o tempo sobre a vidraça da memória.
A alma, então, se fez ermitã nesse espaço, buscando guarida num canto qualquer da nostalgia onde o medo era apenas uma suposição remota e o amor, uma certidão de nascimento assinada com o suor e o sangue da minha ancestralidade.
DeBrunoParaCarla
