Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
Não pense na vida, não acredite que as pessoas mudem ou que realmente se importem. Pois não há nada pior que a decepção, não acredite que o que você tem a dizer, pois mais certo que seja, vai ser sempre bem recebido pela outra pessoa. Pessoas tende a ser o que são, ao que se programaram para ser, mas não pensem que o mundo é ruim, porque por mais que as pessoas tendam a te decepcionar sempre haverá alguém no meio da escuridão, pronto para lhe dar a mão, mas isso não significa que você nunca se verá sozinha, pois todos passam por isso em algum momento, mesmo com milhões de pessoas em volta. Quem mais te importa será da onde virá a maior dor, pois por mais que seja simples o acontecer, o seu sentimento por ela multiplicara intensamente sua frustração.
O mundo é colorido, mas as pessoas o pinta todos os dias de preto e branco. E não farão isso só com a parte delas, pois o quanto mais infelizes estejam, mas tentaram passar isso para quem está em volta, talvez nem por que querem, mas por ser uma tendência humana.
E com tudo isso fica difícil entender como ser feliz em um mundo de pessoas infelizes, porém acreditem, o quanto mais cinza estiver o dia, mais brilhará suas cores em meio a ele. O amor existe e por mais raiva ou ódio que haja, quem prevalecerá é ele, então, não seja só luz na sua vida, ilumine a de quem está escura, por mais difícil que pareça, um simples gesto seu, pode ser o melhor gesto do dia do outro.
Ame a si, mas ame também ao próximo. Aprenda que uma estrela só não chama mais atenção do que uma constelação inteira.
Saiba viver sua vida ao máximo, mas respeitando o espaço da vida do outro.
Seja luz, seja paz, seja amor!
A saudade bate,
mesmo quando não há reciprocidade.
E saudade é o que sinto
a cada dia, a cada instante.
Aperta, lacrimeja, sorri, entristece.
Muitos sentimentos dentro de uma palavra.
Memórias.
Histórias.
A mente (re)vive tudo, (re)cria, melhora, imagina, sonha.
Mas, sonhar acordada é difícil,
quando, ao abrir os olhos,
a realidade é outra.
LX 08/01/2018 04:41
Com você
Ficar com você é bom, não cansa, não enjoa
Mas quando estamos juntos o tempo voa
Há se eu pudesse viver em dois lugares,
Então não sairia mais de perto de você
Em momentos especiais sua expressão
É tão pura e emana um brilho de teu olhar
Que me faz voar, delirar e acreditar
Que o que sentimos é puro e verdadeiro
Sentimento sem nome,especial e profundo
Mas que transcende o comum desse mundo
Genelucia
Ele é só um garoto e há tantos por aí. Ele é só um garoto e eu preciso de um homem, mas preciso sem precisar. Preciso para me sentir bonita e amada de vez em quando, mas não que a conveniência seja uma necessidade, porque não é. É que é idiotice e até masoquismo condicionar nossa felicidade a uma pessoa, porque uma não depende da outra; a felicidade só depende de nós mesmos. É como naquele filme, "o diário de uma adolescente" em que a protagonista diz: "Talvez ninguém me ame. Talvez ninguém nunca me ame, mas talvez não se trate de ser amada por outra pessoa". E essa frase é verdade, pois trata-se de se amar, de sentir o vento bagunçar os cabelos e o sol aquecer a pele. Trata-se de viver como se não houvesse amanhã, de viajar e seguir seu caminho sem olhar para trás. Trata-se de abrir o coração e de perdoar, por mais difícil que seja, de rir, mesmo que de modo escandaloso e deixar a alegria te inundar de dentro para fora. Trata-se de sentir saudades, mas não deixá-la criar raízes em você. Trata-se de dançar, mesmo que pareça ridículo, e de se deixar levar pela música. Trata-se correr na chuva, sentir o perfume das flores e não abrir mão dos amigos. E finalmente, trata-se de ler muitos livros e viver infinitas vidas em uma só e fazer dessa vida algo extraordinário.
"Há a importância de aprendermos algo novo a cada dia que vivemos. Assim como há a importância de esquecermos a cada dia o que nos faz mal."
Não pode haver amor onde há tanta mágoa, raiva, dor e abandono, pois esses sentimentos roubam o espaço necessário pra ser feliz. Felicidade e amor são sentimentos expansíveis.
Os lugares onde se esconder são numerosos, mas só há uma saída, embora as possibilidades de escapar outra vez sejam tantas quantos os lugares onde se esconder.
Não há nada mais tecnológico do que envelhecer. Conforme a tecnologia avança, somos mais longevos. Respeite nossos longevos usuários, assim poderá acompanhar a tecnologia.
Laços e afetos
Há tanto laços, alinhavados pelo tempo,
Que ganham o visgo quando alcançam o teu olhar,
São laços firmes que se tornam duradouros,
Nutre querência, ensina afeto, aprende amar.
Há tantas vidas, que se unem em um abraço,
Quebro compasso e muda o ritmo do coração,
Acende a noite, a lua cheia desavisada.
Que prateada alcança o brilho do lábio teu.
Há tanto laço, no abraço teu,
Há um abrigo, no seu olhar,
Há uma saudade, viva em peito,
Que faz brotar, pulsar você que mora mim.
Se problema tem solução, não há porque se abater. Se problema não tem solução, de nada adianta se abater.
Quem humilha e pisa hoje, amanhã poderá precisar e todos viraram as costas. Pois não há quem um dia não precise de alguém.
Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.
Quando uma mulher tem inclinações eruditas, geralmente há algo errado com sua sexualidade. Já a esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; pois o homem é, permitam-me lembrar, “o animal estéril”.
Há um propósito para cada pessoa que você conhece.
Algumas pessoas vem para sua vida para te testar.
Algumas para te usar.
E outras para mostrar o que há de melhor em você.
Há marcas na memória que a gente perdoa, releva e até esquece, mas as marcas do coração, tanto as boas como as ruins são inesquecíveis.
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