Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Eu tenho um medo absurdo de te perder para o meu próprio ego ou para as minhas falhas. Você vale muito mais do que qualquer erro bobo meu.

Daria mil voltas no mundo para te encontrar de novo, mas meu medo é te perder em uma única curva mal feita por falta de maturidade. Você é minha prioridade, mesmo quando eu ainda não sei agir como tal.

Meus olhos famintos não conseguem disfarçar: basta olhar você para eu me perder na vontade de te ter por perto, devorando cada detalhe do seu sorriso.

Quando a certeza é excessiva pode-se apegar na dúvida para não se perder do real.

No escuro, entre pedras e sombras, a esperança, um pulso quente, foi meu único modo de não me perder no vazio.

Já perdi tudo, e ainda assim encontrei gratidão. Perder tudo é descobrir que o essencial sobreviveu, a gratidão nasce onde o resto se foi.

Já fui o fim de mim mesmo, e ainda assim recomecei. Recomeçar depois de se perder é prova de que o limite era apenas um mapa, não sentença.

Deus ensinou que o que se vai às vezes salva, perder pode abrir rota para liberdade nova, nem todo adeus é roubo, é escolha, às vezes perder é ganhar espaço para ser.

Perder o chão ensina a construir asas mais firmes.

No fim, resta a calma glacial de quem já aprendeu a perder.

A vida nos testa com paradoxos, é preciso estar disposto a perder para verdadeiramente ganhar a paz de espírito, é necessário silenciar o ego para que a voz da consciência, clara e límpida, possa ser ouvida. O drama humano é a eterna busca pela clareza em meio ao caos das emoções conflitantes, e a chave para desvendar esse mistério reside na capacidade de agir com base na preservação do bem maior. Que o seu propósito seja a vida, a integridade e a esperança, e não a vitória vazia sobre o outro. A vitória mais nobre é aquela que nos torna mais humanos e mais humildes.

Aquele que está disposto a perder tudo pelo bem do amado, já ganhou o prêmio da eternidade.

O tempo não apaga a memória, mas ensina a conviver com a ausência sem perder a urgência do presente.

Em um mundo onde é fácil se perder, e a visão fica turva pela rotina, basta um momento ao seu lado para que tudo se reorganize. Sua proximidade é meu porto seguro.

Entregar o coração não é perder o controle, é oferecer o mapa das fragilidades para que o outro cuide. A dificuldade de amar reside em quebrar o pacto com a autossuficiência e permitir que a vulnerabilidade seja a ponte, e não o abismo, entre duas almas.

Quando tudo parece ruir, existe um fio invisível. Ele amarra as coisas que não queremos perder. Não se vê, mas se sente firme como corda de navio. Segurar esse fio é ato de fé pequeno e contínuo. E por ele chegamos a novas margens.

Um dia eu já chorei por perder tudo, hoje choro por gratidão, as lágrimas mudaram de endereço, meu rosto aprendeu outro brilho.

Perder fez-se oficina de reconstrução, coletei pedaços e os tornei ponte, atravessei o meu próprio abismo.

O passado é mapa, não cela, uso-o para não perder a rota, ele me guia sem me aprisionar.

Meus limites foram redesenhados pela prática, hoje sei até onde posso rasgar sem perder a trama, a ousadia ganhou contorno seguro.