Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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⁠Tolos é quem sempre busca porque nunca encontra, porque busca onde nada pode ser encontrado.
aforismos 7

⁠O fim de uma leitura deve ser o início de outra.
sfj,a arte de escrever

⁠O hábito de tudo tolerar pode ser fonte de inúmeros erros e perigos.
sfj,Cícero,pens.

⁠Ser um sucesso não é ser conhecido, é ouvir Jesus dizer: eu te conheço!

⁠Para ser bem-sucedido não precisa de destaque ou posição, mas sim de amor.

⁠Nunca podemos nos esquecer, como é está perdido, e ser achado.

⁠O mundo só pode ser diferente amanhã, se hoje você começar a ser diferente nele.

⁠Sem amor nenhuma adoração a Deus pode lhe ser agradável e aceitável.

⁠Um Deus que pudéssemos compreender não seria Deus. Se nós pudéssemos agarrá-lo, não poderia ser infinito; se pudéssemos entendê-lo, então, não seria divino.

⁠A matéria inanimada obedece à lei divina pela força, mas um ser humano só pode obedecer a Deus com sua vontade, visto que obediência relutante não seria realmente obediência. Não pode haver tal coisa como amor relutante, confiança relutante, ou santidade relutante. A voluntariedade entra na essência de um ato moral. Portanto, tendo assim formado o homem, o Senhor não se esquece desse fato, mas sempre trata o homem como um livre agente. As compulsões divinas de sua graça só são congruentes com a criatura disposta e indisposta.

Charles Spurgeon
Illustrations and Meditations, or Flowers From a Puritan´s Garden (1883).

Minha mãe tinha razão. Eu amo demais. Deve ser defeito de fabricação.

O meu ciúme tem destruído tudo que poderia ser bom. Triste é que não é sem motivo. E mesmo quando não há, paira no ar a dor causada naqueles outros dias.

Sempre que eu começo a querer acreditar te pego na mentiras mais ridículas. Quando vai conseguir ser honesto com você mesmo? Parece que acredita nas próprias mentiras.

a significância de "ser" começa
quando a insignificância de "ter" termina

Eu não sei sentir sem sentir muito.
Não sei querer se não for por inteiro.
Não sei ser, se for para ser pela metade.


Carrego intensidade até no silêncio, verdade até no que calo, entrega até no que temo.


Por isso me pergunto: por que me invades?
Se sabes que, quando entras, nada em mim permanece raso.
Tudo transborda. Tudo ganha nome. Tudo pede permanência.


Porque em mim, o pouco nunca soube morar.

A rigidez excessiva conduz a alma à própria ruína. O dever deve ser honrado, mas onde repousam as paixões do coração? De que vale cumprir o destino com mãos impecáveis, se, ao final da jornada, foi preciso abandonar o amor que dava sentido ao caminho?

⁠"Quando as pessoas de bem resolverem ser mais ousadas que os canalhas, inevitavelmente elas mudarão o mundo."

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

Todo artista pode ser designer, mas nem todo designer consegue ser artista.

“O mundo deveria ser um parque de diversão e os ingressos gratuitos.”