Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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⁠⁠A Palavra sempre será recebida com vívido interesse, todavia à avaliação comparativa com a Verdade, valida o recebido! Qto aos “profetas”, serão julgados com zelo, pois nem tudo provém de Deus!

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

Aquele que rasteja, pode até se fartar das migalhas, e com grande fé, demonstrar a Verdade no Mestre, porém, no caso contrario, não devemos lançar o Evangelho, pois como cães e porcos, hão de pisotear voltam-se ao lamaçal.

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

A SUSTENTÁVEL LEVEZA DE NÃO PRESERVAR

Não estou falando do lixo do dia a dia que acumulamos sem perceber, mas sim do lixo que carregamos sem perceber. O desejo é a fonte de todas as frustrações do ser humano, o desejo pelo indesejado, coisas que não podemos alcançar e que queríamos ter por perto.
Os cacarecos que carregamos sem perceber durante o ano nos da um peso enorme nas costas, fazemos sem perceber! Esses lixos estão em nosso sub-inconsciente tais como: chefe, casa, mulher, filho, viagens, compras, impostos, presentes, mudança de atitude, cursos, brigas, sogra, tudo credo nem sei o que falar, pois minha cabeça esta cheia de lixo.
Acho que os budistas estão errados quando afirmam que o “desejo é a fonte de toda frustração”, mas se não sonharmos não vivemos se não vivemos não sonhamos. Uma pequena dedicação ao prazer dá trabalho exige um monte de coisas que fogem do nosso alcance, por isso é bom sonhar e sonhar é preciso. Estou procurando o prazer, onde posso decidir o que quero o que não quero e quero encontrar o que me faz falta. Nem sempre o contraditório me dá prazer, pois junto dele vem a dor de cabeça. Viajar me dar prazer, não pelo destino, mas pela viajem, pela descoberta, pela aventura, pelo novo. Simples a sustentabilidade não esta sendo aplicada pelos lugares em que passei. A ganância do homem impera sobre a natureza.

Inserida por DijalmaMoura

Certa vez me perguntaram ; o que falta em nossos Cultos ?
na verdade, disse eu ; somente uma única coisa falta; A presença de Deus!
Se Deus estivesse em nossos cultos eles seriam totalmente diferentes de como eles tem sido, os milagres aconteceriam, os nossos cultos só são fracos porque Deus não está em muitos deles, você já foi em um culto onde Deus realmente está ?
As pessoas saiam chorando pedindo perdão a Deus pois elas estão caminhando para o inferno a passos largos, elas sairiam tristes pois elas descobririam a sua real situação, elas não iriam para o restaurante ou lanchonete comer alguma coisa, elas iriam correndo para casa e dobrariam seus joelhos e chorariam.”

Inserida por MaxSalgado

Deus quer se manifestar em nossos cultos ele quer nos mostrar a sua Glória, se revelar o seu mais intimo, mas a Igreja, eu e você não estamos prontos não estamos buscando ansiosos para que ele se revele a nós, temos sido uma igreja preguiçosa, fraca e vazia de sua presença, é preciso voltar a origem da igreja primitiva.

Inserida por MaxSalgado

A palavra nos diz que Deus escolheu para ele antes da fundação do mundo um povo. Esta escolha não era por méritos ou algo bom, ele escolheu única e exclusivamente por sua soberana escolha.

Inserida por MaxSalgado

⁠Eu quero ser um caracol na próxima vida. Eles nunca são expulsos de casa.

Espero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É duro ser quem fica.

Não importa o que as pessoas digam, alguns não foram feitos para ser pais.

Tudo que é velho pode voltar a ser novo. Como a democracia.

⁠Você não é um gênio, apesar de achar que é. Você inventa brinquedos que acabam fazendo você ser preso. E, por um momento, eu quase me esqueci disso.

⁠Nós aprendemos a ser desonestos para sobreviver.

⁠Se você continuar dizendo que tem pena de si mesmo, a sua vida vai ser um saco. Se você achar que vale cem, ninguém vai achar que vale mil.

Se a Vida Te Der Tangerinas… (série)
1ª temporada, episódio 11.

Todos nós temos os nossos momentos de egoísmo. A jornada da vida não é sobre ser perfeito, mas sobre aprender a perceber⁠ e compreender nossos próprios erros. Quando você vê isso, a mudança começa.

⁠Poemas não precisam ser especiais. Escreve alguma coisa que gostaria de dizer. Sabe como é, coisas que você sempre quis falar.

Ser humano…

é sentir a dor do outro como quem escuta a própria alma.

A empatia… é o idioma que une os mundos, a tradução silenciosa entre o que somos… e o que poderíamos ser.

Nenhuma palavra cura mais… do que a escuta.

Porque ouvir… é tocar o invisível com o coração desperto.

A verdadeira humanidade começa… quando o eu se curva diante do nós, reconhecendo… que não existe plenitude sem partilha.

A compaixão é o gesto que transforma o sofrimento em elo, o abismo em ponte, a dor… em comunhão.

Quem se comove diante do outro… já está em oração.

Porque, nesse instante, a alma recorda… que toda vida…

é uma só respiração.

Quando o Ser se Torna Silêncio


Chega um ponto em que o barulho do mundo já não faz sentido.

Tudo começa a soar igual, pesado, distante.

Então vem o cansaço, e junto dele a vontade de parar, respirar e simplesmente existir por um instante sem ter que provar nada.

É nessa pausa que algo em nós desperta.

Não é um pensamento novo, é uma lembrança antiga — a de que estar vivo é, antes de tudo, sentir.



Quando o som lá fora se apaga, a gente começa a ouvir o que sempre esteve dentro.

Sem pressa, sem pressão, as coisas se ajeitam.

A vida mostra que o que realmente importa nunca esteve perdido, só coberto pelo ruído das urgências que criamos.



O poder que ignora limites termina por destruir quem o usa.

O saber que se recusa a duvidar acaba se fechando em si mesmo.

E o amor que quer prender o outro se transforma em controle.

Nada que nasce do medo dura.

O que é leve atravessa o tempo, o que é sincero permanece.



A sabedoria não chega por esforço, ela aparece quando paramos de lutar contra a vida.

Ela vem no silêncio, quando o coração entende o que a razão não alcança.

Não é algo que se aprende, é algo que se reconhece — um saber que já estava ali, esperando calma para se revelar.



Às vezes, tudo desaba.

E a gente acha que acabou.

Mas não acabou.

Foi só o jeito da vida mostrar que há outro caminho.

O caos não vem punir, vem mudar o rumo.

A queda não é derrota, é movimento.



A gente vive entre o sentir e o compreender.

Entre o que o mundo mostra e o que o coração traduz.

Quando o olhar se acalma, o mundo muda de cor.

Quando o gesto é honesto, o tempo parece mais gentil.

Ser forte não é resistir a tudo, é saber entender quando é hora de soltar.

E quem continua bom mesmo depois de se ferir já entendeu o que é amar de verdade.



Não é preciso prometer nada nem planejar demais.

O agora basta.

Quem está inteiro no presente não teme o que vem.

Porque tudo o que muda, muda para ensinar.

O futuro não depende de crença, depende de consciência.

De gente que saiba ouvir antes de reagir, sentir antes de julgar, viver antes de explicar.



Quando o ser se torna simples, o mundo fica mais claro.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

Tudo o que buscavas sempre esteve aí,

esperando o momento em que parasses de correr.

A sabedoria não é conquista, é retorno.

E o silêncio — esse mesmo que agora te abraça —

é o lugar de onde nunca saíste.

PRESENÇA ADVAITA

A travessia do ser que deixa de lutar contra si



A cidade ainda não dormiu.

O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.

Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.

Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.

A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.



Não é iluminação, é pausa.

Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.

No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.

É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.

Viver é sentir.

Sentir é o único gesto que não mente.



É quando você acontece.

Não chega, se revela.

Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.

O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.

O silêncio ao seu lado tem temperatura.

Parece uma mesa posta no meio da alma.



Você toca o lugar em mim que sempre esperou,

e algo, enfim, consente.

Ainda com medo, eu consinto.

Não há urgência, há respeito.

A ternura não anuncia sua entrada,

ela simplesmente chega e fica.

O medo, visto de perto, se torna pequeno.

A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.

O que antes era abismo agora é chão molhado,

com marcas de quem passou e ficou.



O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.

Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.

Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.



Antes da calma houve deserto.

Antes da ternura, ferida.

Já temi o que mais amava,

já fugi do que me curaria.

Até que o orgulho se desfez,

e a suavidade entrou pela fresta da noite.



Nem tudo em mim é paz.

Ainda há grito guardado,

e o eco às vezes volta sem aviso.

Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.

O amor que prende é medo disfarçado de zelo.

O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.

Nele, dois seres se olham sem truques.

Ambos feridos, ambos atentos.

Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.



Eu tropeço.

Duvido.

Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.

Mas é a dúvida que me devolve à fé,

essa fé pequena, feita de respiração e paciência.

Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.



Com você, o tempo não desaparece, ele respira.

A casa continua casa, o mundo continua áspero.

Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.

Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,

um espaço simples onde a ternura sobrevive.

Não busco eternidade, busco verdade.

Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.

O que é real não morre, apenas muda de rosto.

A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.



Não há promessa, há encontro.

Não há destino, há travessia.

Você não chega, acontece,

como chuva breve em tarde quente,

lavando o pó do que restou.



A plenitude não está em domar os sentimentos,

mas em atravessá-los inteiros.

Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga

e vira casa com portas que abrem por dentro.

Nem tudo que acalma cura.

O silêncio também corta,

mas é corte que limpa,

como mar depois da tempestade.

Às vezes a luz arde antes de iluminar.

Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.



Se o tempo nos afastar, a presença não parte.

O sentir muda de tom, como maré que recua

só para lembrar que voltará.

Você é travessia,

o agora entre duas incertezas,

a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.



Se o silêncio for tudo o que restar,

ainda assim haverá amor.

O que é verdadeiro não precisa ser dito.

O toque fica mesmo quando a mão já se foi.

A lembrança não pede voz,

a pele ainda sabe o caminho.



Ser forte não é erguer muralhas,

é continuar sensível quando o mundo pede dureza.

É olhar o outro e ver o mesmo espanto,

a mesma fome de não ferir.



Escolho te sentir.

Não para possuir, mas para reconhecer.

Não para vencer, mas para ser verdadeiro.

Se o sentir trouxer dúvida, que venha.

Que confunda e console.

Que assuste e cure.

Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.



Entre nós talvez não haja nome,

e tudo bem.

O real prefere ser vivido a ser explicado.

O amor que nasce quieto é o que mais permanece.

Ele não disputa palco, respira.

É o som do ser se reconhecendo no outro.



Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

A sabedoria não nasce da força,

mas da entrega.

Do instante em que o ser para de fugir de si

e percebe que nunca houve vazio,

apenas verdade esperando espaço.



A cidade enfim silencia.

Uma janela apaga, outra acende.

O ar cheira a terra molhada.

E no reflexo do vidro, eu me reconheço.

O silêncio me olha,

e nele eu ainda vejo.

Procure ser um filtro, e não uma esponja.

Inserida por lobothais

Será que a garota das laranjas era de outro planeta? Em todo caso, insinuou-se que ela poderia ser de um mundo diferente do nosso.

Inserida por valdantas