Ha como eu Queria q ela Soubesse
Meditar traz paz, contemplar traz paz, gratidão traz paz, há coisas que pra observá-las é necessário com a calma da paz. O amor ecoa do coracão, silenciosamente como a voz da paz.
Não acho que dor transforma, nem melhora ninguém! Há muitos sofredores boçais! Há muitos não sofredores legais! Vai da força e do jogo de cintura de cada um em suportar as adversidades!
Uns usam as pedras pra atravessar a correnteza, outros são levados e fatalmente engolidos, há os que insistem com cipós e madeirames até construir a ponte para tão sonhada travessia!
Há quem confunda poder em impor, mas ter o poder é ser você da maneira que for, livre pra ser ousado e ousado pra ser criativo.
Não deixe os cinzas do mundo borrar o colorido que há em você, espalhe suas marcas de tinta, pois Deus não erra na obra.
Há espaço pra todos, a natureza produz infinitamente, faça do seu talento uma obra abundante, não se reduza apenas a trocas, faça.
Pra alcançar o sublime do céu há uma longa jornada até desenvolvermos nossas asas de sabedoria, estamos ainda andado em terra.
Há aqueles que desistem no primeiro golpe, há aqueles que precisam de apoio para seguir senão desistem e há aqueles que mesmo prejudicados insistem e resistem.
Na floresta há muitos buracos, atalhos e cavernas, mas a lanterna da fé posso acender em todas as escuridões.
Nunca é tarde pra mudar, nunca é tarde pra quem quer ser feliz, nunca é tarde pra dizer: te amo. Há tempo, faça.
Há muito mais vida invisível do que visível. A fraqueza no visível pode ser falta de fé e confiança no poder do invisível.
Há acontecimentos que mudam nossas vidas. E que depois deles percebemos que há coisas no qual não devemos nos importar. Coisas que em algum período poderia ter um certo valor. Depois não mais. Certamente pode ser algum sinal de mudança e de que algo em ti não é mais como era. Talvez possa ser a chama da vela que acendeu e esquenta um ambientante antes gelado e escuro. Essa vela pode ter um nome só, FÉ.
Não há só noite, logo o sol amanhece. Não há só escuridão e frio quando se acende a vela. Não há só problemas quando se existe FÉ.
Há pessoas que passam e há pessoas que realmente são mais que pessoas, essas ficam pra sempre carimbadas no coração.
Tudo que é falso desaba! Não há lugar para a falsidade no eterno! Apenas o finito! O desarranjo e o que for corruptível! Na natureza nada é falso! Nem ilusório! Tudo é real!
Explicando o inexplicável.
Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.
Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.
Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.
E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.
Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.
Cuidar de quem não tem voz é o grito mais alto de amor
Há silêncios que gritam. Estão nos olhos de um animal abandonado, no corpo frágil de uma criança esquecida, no idoso calado em um canto da casa, na natureza sufocada pelo descuido humano. Nem todos podem dizer o que sentem, mas todos sentem. E é nesse sentir silencioso que nasce a urgência do cuidado.
Cuidar de quem não tem voz não é um gesto comum — é um ato de grandeza. É enxergar além do que se ouve, é compreender dores que não se explicam com palavras, é oferecer presença onde falta amparo. Quem cuida sem esperar aplausos, quem acolhe sem exigir retribuição, quem protege sem precisar ouvir um “obrigado”, está vivendo a mais pura expressão do amor.
Esse tipo de amor não faz alarde, mas tem o grito mais alto. Grita na ação silenciosa que alimenta, acolhe, limpa feridas, devolve dignidade. É o amor que ergue lares para bichos de rua, que dá colo a quem nunca teve, que planta árvores para o amanhã de quem nem nasceu.
No mundo de hoje, onde as palavras são muitas e os gestos, por vezes, escassos, cuidar de quem não pode falar é um manifesto de humanidade. É a prova de que ainda há esperança, de que ainda há gente que ouve com o coração.
Porque o verdadeiro amor não precisa ser ouvido, ele precisa ser sentido. E quem ama de verdade, ouve o silêncio como um clamor... e responde com ação.
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